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Edição Nº 213 Director: Mário Lopes Segunda, 10 de Setembro de 2018
OesteCIM pede reunião urgente com o ministro da Agricultura
Conselho Intermunicipal do Oeste quer apoios do Governo para perdas na produção de fruta
  
  Pera rocha foi das frutas mais afetadas
       pelo escaldão do início de agosto
A Comunidade Intermunicipal do Oeste solicitou o agendamento de uma reunião urgente junto do Ministério da Agricultura, face aos avassaladores prejuízos verificados no setor agrícola da região Oeste, resultantes de um conjunto inusitado de eventos meteorológicos. Reunidos em Conselho no dia 6 de setembro, os municípios da Comunidade Intermunicipal do Oeste deliberaram enviar um ofício ao ministro da Agricultura, Capoulas Santos, alertando para os nefastos efeitos verificados num setor tão decisivo e estratégico para a economia regional e nacional.

   A reunião tem por objetivo analisar os impactos do clima no território e definir estratégias de atuação para minimizar os mesmos, promovendo e generalizando instrumentos eficazes de prevenção e mitigação, especialmente no que à contratação de seguros de colheita diz respeito, face ao previsível aumento das temperaturas atmosféricas nos próximos anos.

   Depois de um inverno atipicamente pluvioso, seguido de um verão inicialmente húmido que obrigou a tratamentos reiterados, mais recentemente (entre 2 e 5 de agosto) as temperaturas máximas bateram recordes em várias localidades e provocaram perdas verdadeiramente inquietantes no sector agrícola, com as produções de pera rocha, maçã e uva a serem as mais afetadas.

   Conselho Intermunicipal do Oeste considera que os prejuízos são avassaladores. Na Pera Rocha contabilizam-se perdas na ordem dos 130 milhões, na uva de mesa superiores a 50% e nas uvas de vinho a 40%. Pela inexistência de histórico deste tipo de fenómenos meteorológicos na região e por se tratar de um custo adicional que estrangula as já reduzidas margens de lucro do sector, muitos agricultores optam por não contratualizar seguros para este tipo de ocorrência, havendo poucas culturas cobertas por seguros de colheita.

   Fonte: OesteCIM
10-09-2018
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