| Autarquia agradece acompanhamento do projeto de proteção ambiental do Mosteiro da Batalha |
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| Câmara da Batalha agenda reunião de trabalho com deputados do PS eleitos por Leiria |
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 Margarida Marques No decurso da pergunta dirigida ontem aos ministros do Planeamento e das Infraestruturas e da Cultura pelos deputados do Partida Socialista eleitos pelo Círculo de Leiria e suscitada devido à intervenção ambiental que se encontra em execução na zona frontal do Mosteiro da Batalha, a Câmara Municipal vem, uma vez mais, expressar o seu reconhecimento pelo empenhamento dos parlamentares na preocupação quanto aos evidentes sinais de desgaste e de deterioração de alguns elementos do monumento, no decurso de diversos estudos científicos publicados e que, atendendo ao arrastar do problema durante décadas, entende-se da máxima importância resolver.
Uma preocupação urgente, de resto, já partilhada pela própria Assembleia da República que unanimemente aprovou em 2015, a Resolução n.º 7/2015 em que os parlamentares reconheciam a urgência na resolução do problema, recomendando ao Governo a concretização de medidas mitigadoras dos impactos do ruído gerado pelo tráfego de veículos sobre o Mosteiro. A mesma resolução suscitava, complementarmente, a consignação de instrumentos comunitários de apoio para salvaguarda de ações de valorização e preservação do Património.
Mais recentemente, em 19 de outubro de 2016, os deputados do Partido Socialista José Miguel Medeiros, António Sales e Odete João questionaram o ministro do Planeamento e das Infraestruturas sobre a urgência da construção da barreira acústica prevista na intervenção em curso, tendo obtido como resposta do governante que a referida estrutura obteve parecer positivo da Infraestruturas de Portugal, “nomeadamente no que respeita a redução de níveis de ruído ambiental e melhoria dos níveis de poluição atmosférica na área envolvente”.
A Autarquia está a promover uma reunião de trabalho com os parlamentares, com o objetivo de apresentar o projeto em curso que inclui a implantação de um jardim vertical que integramente irá cobrir as placas de betão agora visíveis, e que comtempla a plantação de milhares de árvores e diferentes espécies arbustivas, com o intuito de preservar o monumento do ruído, das vibrações e do dióxido de carbono diariamente libertado pelos 14 mil automóveis que circulam na EN1.
Fonte: MB
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| 10-01-2018 |
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