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Edição Nº 72 Director: Mário Lopes Domingo, 1 de Outubro de 2006
Panteão Nacional
Cavaco e Sócrates juntos na comemoração do centenário do nascimento de Humberto Delgado
      O Panteão Nacional será palco, no dia 4 de Outubro, às 11 horas, da Comemoração do Centenário do Nascimento de Humberto Delgado, sob o alto patrocínio e com a presença do Presidente da República. Estarão ainda presentes o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e o primeiro-ministro José Sócrates, sendo o discurso do Centenário proferido por José Pacheco Pereira. O actor Diogo Dória encarnará o papel de Humberto Delgado, proferindo o célebre discurso do Liceu Camões durante a campanha eleitoral de 1958. Trata-se da primeira vez que a figura de Humberto Delgado é recriada por um actor. 
 
            A cerimónia e espectáculo têm entrada livre e contam com a participação de vários artistas convidados. Num momento musical, Miguel Ângelo, o vocalista dos Delfins, interpretará o tema “Liberdade”. Os actores Irene Cruz, Teresa Faria e Renato Godinho recitarão poemas de Alexandre O’Neill, Sophia de Mello Breyner, Bocage, entre outros, incluindo o poema “Humberto Delgado” de Manuel Alegre. O Hino Nacional será executado pela Banda de Música da Força Aérea. 
 
            Cavaco Silva tomará a palavra no final da cerimónia, na qual estarão presentes os embaixadores de países fortemente ligados a Humberto Delgado: Estados Unidos da América, Inglaterra, Brasil, Argélia e Espanha. No mesmo dia será aberta ao público, no coro alto do Panteão Nacional, a exposição “Humberto Delgado - O General Sem Medo”. Recorde-se que os restos mortais de Humberto Delgado repousam no Panteão Nacional desde 5 de Outubro de 1990, altura em que foi elevado a título póstumo à dignidade honorífica de Marechal da Força Aérea.

           Poema “Humberto Delgado”

 Vivia junto ao risco e junto ao perigo
E onde outros eram sim ele era não
E onde outros eram cinza ele era chama.

 Combatia de frente o inimigo
E os matadores sabiam que viria
Porque por si ele nunca deu ninguém
Nem tinha sina de morrer na cama.

 De peito para a bala ele corria
Do alto da sua morte ei-lo que vem
De cada vez que Portugal o chama

             (Manuel Alegre)

 

 

01-10-2006
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