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Edição Nº 223 Director: Mário Lopes Sábado, 29 de Junho de 2019
Doces de Alcobaça vão a votos
Pão de Ló de Alfeizerão e Cornucópia são finalistas distritais das 7 Maravilhas Doces
    
                                                         Cartaz
O Pão de Ló de Alfeizerão e a Cornucópia de Alcobaça integram a distinta lista dos 7 finalistas distritais do concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal, uma iniciativa que irá eleger, até à grande final em setembro, quais os sete doces preferidos de todos os portugueses.

    A partir do da 27 de junho e até ao dia 3 de julho, estão abertas as votações via telefone para apoiar as duas candidaturas. No dia 3 de julho, será transmitida na RTP um programa de apresentação das candidaturas onde o Pão de Ló de Alfeizerão e a Cornucópia de Alcobaça serão representados pelos respetivos padrinhos:

• Pão de Ló de Alfeizerão – Cipriano Simão: natural de Alfeizerão e dirigente associativo na Casa da Cultura José Bento da Silva de São Martinho do Porto, Cipriano Simão é colaborador regular com atividades de promoção cultural e turística promovidas pela Câmara Municipal e um autodidata da cultura, da história e da gastronomia do concelho de Alcobaça. Tem ligações familiares à produção e comercialização do Pão de Ló de Alfeizerão

• Cornucópia de Alcobaça – Rui Lopes: investigador e professor na Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister, Rui Lopes é um profundo conhecedor da cozinha tradicional portuguesa com particular interesse pela doçaria conventual de Alcobaça;

    Os padrinhos terão a tarefa de argumentar a favor dos doces que representam, apresentando um pouco da sua história e das suas mais-valias. Se as candidaturas forem bem-sucedidas, passarão a ostentar estatuto de pré-finalistas do concurso. Nesta fase distrital concorrem 140 doces.

   Ambas as candidaturas selecionadas para esta fase da prova foram submetidas pela Câmara Municipal de Alcobaça com o objetivo de “cimentar cada vez mais o estatuto de Alcobaça no panorama da doçaria nacional, dando sequência aos 20 anos de trabalho e na promoção da doçaria conventual, através da nossa Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça Paulo Inácio.

   Participe* e apoie as candidaturas de dois dos maiores símbolos gastronómicos do concelho de Alcobaça através dos seguintes números de telefone – Linhas Abertas de 27 de Junho a 3 de julho

• Cornucópia de Alcobaça - 760 107 011

• Pão de Ló de Alfeizerão - 760 107 013

* Custo da chamada 0,60€ + IVA.

    Sobre o Pão de Ló de Alfeizerão:

    Crê-se que tenha tido origem no Mosteiro de Santa Maria de Coz (Alcobaça) e que seja resultante de receitas ancestrais de freiras, cujo culto culinário fez escola na região, tendo a vila de Alfeizerão sido considerada a herdeira da receita. Sabedor do segredo, o prior de então, Padre João Matos Vieira, por uma questão de sobrevivência durante a Revolução de 1910, iniciou, com a ajuda de familiares e amigos, a confeção e comercialização deste produto. A estrada de ligação Lisboa-Porto passava, então, por Alfeizerão e os motoristas cedo adquiriram o hábito de aí pararem para comprar o tão apreciado bolo. Na gíria dos motoristas, o bolo também se chamava o «Pão de Ló do Preto», porquanto à porta da loja existiam dois bonecos pintados de preto. Se o empregado não estivesse, o cliente pegava no bolo embalado e selado e deixava o dinheiro no balcão, numa demonstração de honestidade já rara nos nossos tempos. (fonte: Produtos Tradicionais Portugueses)

     Sobre a Cornucópia de Alcobaça:

     Embora seja incerta a sua origem, tudo indica que as Cornucópias pertencem ao receituário do Mosteiro de Coz, fundado no século XII, dependente do Mosteiro de Alcobaça. A sua forma inspira-se na de um vaso com feitio de corno, que na Antiguidade simbolizava a fertilidade e a abundância, pois do seu interior jorravam frutos e flores. As de Alcobaça são recheadas de ovos-moles, confecionados com gemas e açúcar, quase os únicos ingredientes que entram no receituário da doçaria conventual portuguesa, depois da utilização das claras com objetivos mais prosaicos. (fonte: Jornal dos Sabores)
 
    Fonte: GRPP|CMA
29-06-2019
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