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Edição Nº 102 Director: Mário Lopes Sexta, 24 de Abril de 2009
Opiniao
Cavaco
   


Rui Alexandre

Certamente, os problemas, nunca os resolveremos a todos! Por mais que tentemos, haverá sempre um novo problema que, por uma razão naturalmente justificável, surgirá.

   Em política, como aliás em tudo na vida, há sempre duas possibilidades distintas para fazer face aos problemas. Uma é olhá-lo, compreende-lo e conseguir uma solução. Outra, a seguida pela oposição ao Governo PS, encabeçada pelo PSD, é olhá-lo e multiplicá-lo retirando daí dividendos políticos.

   O programa desenvolvido por este Governo para fazer face à actual Crise Internacional, vai desde um alargamento dos apoios sociais aos mais carenciados, a programas de forte investimento público catalisadores da economia e do mercado. Apoios sociais aos desempregados, programas de obras públicas que revitalizarão a economia quer ao nível local quer nacional.

   Como resposta às medidas apresentadas pelo Governo, essenciais para aguentar a economia nacional, assistimos a um PSD nitidamente em pânico, incapaz de reagir. Um partido simplesmente aturdido.

   Zeloso do seu partido de sempre, caímos no ridículo de assistir a declarações públicas do Presidente da República em que, da rigidez da sua pose de guardião do Estado (da arte), lança gritos de bafienta memória, de um paternalismo que Portugal quer esquecer, especialmente enquanto comemoramos Abril e a Liberdade.

   Cavaco, estando consciente da limitação dos seus poderes Constitucionais, não está menos convicto da dimensão que tomam as suas palavras. De palavras de Presidente, depressa passam a ser palavras, doutas, da oposição, que se sustenta na credibilidade “soberana” do Chefe de Estado. O Chefe de Estado que, recorde-se, pedia, “Deixem-nos governar!” O mesmo que hoje não se abstém de criar os primeiros burburinhos de uma longa entropia de soundbites, devolvendo-se em seguida à sua pose magistral de “monarca” eleito, tradicionalista, conservador e, agora, imobilista.
24-04-2009
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Comentário de Lúcia Duarte
28-04-2009 às 15:20
Caro senhor Estranho as suas palavras em relação ao Presidente da Republica. Certo é que ele não condorda nem dá o amén a tudo o que o Ps diz ou a medidas que tenta tomar mas, qualificálo de imobilista? Então o que diria se ele não falásse no que o preocupa, aliás preocupa todos os que estejam atentos aos graves problemas com que nos confrontamos hoje? Penso que o Presidente da Républica deve até ser mais interventivo, tal como o foi, o Presidente PS que viu em Santana Lopes um perigo. Qual é o receio do Ps? Que se critique o que não está bem? Se não o fizermos não podemos crescer como partido nem adaptar o partido às necessidades reais do país. Pena que alguns ainda pensem apenas em simbolos e não em lutas baseadas em propostas concretas de resolução dos problemas do povo, dos comerciantes, dos empresários, enfim.... do mundo real! talvez seja hora de recordar as palavras de Mário Soares ontem no programa prós e contras, que espero tenha assistido
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