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Edição Nº 80 Director: Mário Lopes Quarta, 30 de Maio de 2007
Estreia Absoluta
Companhia Olga Roriz abre 25.º Festival Música em Leiria

     


"Paraíso", da Companhia Olga Roriz

A Companhia Olga Roriz apresenta, no dia 31 Maio e 1 de Junho, às 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, em estreia absoluta, o bailado “Paraíso”, uma encomenda do Teatro Nacional de São Carlos em co-produção com o Festival Música em Leiria. A direcção e selecção musical estarão a cargo de Olga Roriz. Com o lema Perpetuum mobile - Celebrar a Continuidade, a 25ª edição do Festival Música em Leiria decorre de 31 de Maio a 24 de Julho, em Leiria, Batalha, São Pedro de Moel e Pombal.
 
       “Paraíso” não é um musical nem pretende ser uma sátira aos casais modelo na cultura das sociedades ocidentais do século XX.
Não transmite nenhum ideal de felicidade ancestral à volta de uma utopia do universo amoroso.
Não aborda o poder, a competitividade, a adaptação ou a relação de dependência entre os sexos.
Não se dança nem se canta.
Não se utilizam microfones, cabeleiras ou plumas.

Olga Roriz (Foto de Danilo Pavone)
As mulheres não têm saltos altos e os homens não têm nada para dizer.
Não existem vampes nem vampiros.
As músicas não têm memórias.
Os pés não se soltam do corpo e as mãos não tocam em nada.
No ar não ecoam frases como: «Non! Je ne t’aime pas.»
As bocas não têm risos nem assobios.
Não se rezam beijos nem abraços, nem se ouve nenhuma canção do Zeca Afonso numa voz em Dó de porco.
A Catarina não tem nenhum discurso absurdo em fato de banho e saltos altos dos anos 40.
O Pedro não exibe a sua tristeza com um “toutou” em papel de jornal a tocar uma concertina.
A Maria e a Sylvia não arrebatam corações num tango perfeito.
O Danilo não veste a sua pele de italiano sedutor e solitário.
E sobretudo nunca se fala de amor.
O espectador nada tem para ver a não ser que descubra as palavras falsas deste texto.
Olga Roriz

Apoio: Companhia Nacional de Bailado

25º Festival Música em Leiria
Programação

Quinta, 31 Maio – 21h30
Sexta, 1 Junho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

Estreia absoluta
Paraíso*
COMPANHIA OLGA RORIZ
Olga Roriz Direcção e selecção musical

Selecção musical Rocio Jurado / George Gershwin / Nino Rota / Boris Vian / Patsy Cline / Chavela Vargas / Dean Martin / Bem Webster / Pascale Comelade / Edith Piaf / Leonard Bernstein / Frank Sinatra / Orquestra Universitária de Tangos / Cármen Miranda.

Cantado ao vivo “Je ne t’aime pas” de Kurt Weil – Sylvia Rijmer / ”My Funny Valentine” de Rogers and Hurt - Maria Cerveira / “Cantigas de Maio” de Zeca Afonso – Pedro Cal / “Milonga del mono” de Alejandro Dolina – Catarina Câmara / “Le Déserteur” de Boris Vian – Maria Cerveira / “Homens e Mulheres” de Ana Carolina – Sara Carinhas / “Bang Bang” de Nancy Sinatra – Sara Carinhas / “Delilah” de Tom Jones – Bruno Alexandre

Cenário e Figurinos Olga Roriz / Pedro Santiago Cal
Desenho de Luz, montagem e operador Celestino Verdades
Arranjos Musicais Renato Júnior
Direcção Vocal Carlos Coincas
Operador de Som e Pós-Produção Áudio Sérgio Milhano
Assistente da Direcção Artística André Louro
Assistente de Guarda-Roupa Maria Ribeiro
Costureira Fátima Ruela
Director de Produção Pedro Quaresma
Produtor Executivo José Madeira
Intérpretes: Catarina Câmara, Maria Cerveira, Sara Carinhas, Sylvia Rijmer, Bruno Alexandre, Pedro Santiago Cal

Estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Instituto das Artes
Apoio: Companhia Nacional de Bailado

* “Uma encomenda do Teatro Nacional de São Carlos em co-produção com o Festival Música em Leiria”

Paraíso é a mais recente criação da coreógrafa Olga Roriz, figura emblemática da Dança portuguesa. Trata-se de uma encomenda do Teatro Nacional de São Carlos em co-produção com o Festival “Música em Leiria”, dada aqui em estreia absoluta.

Quinta, 7 Junho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

SEQUEIRA COSTA, piano
Apresentação Jorge Rodrigues

Fryderyc Chopin (1810-1849)
Barcarola, em Fá sustenido maior, op. 60
Nocturno, op. 9 nº 2 em Mi bemol maior
Nocturno, op. 27, nº 1 em Dó maior
Balada, op. 47 em Lá bemol maior
Scherzo nº 2 em Si bemol menor, op. 31
24 Prelúdios, op. 28

Universo de eleição de Sequeira Costa, a música de Chopin assinala o retorno deste pianista ao Festival, uma presença recorrente ao longo dos 25 anos de existência que agora se comemoram. Dos prodigiosos Prelúdios à fantasia do Scherzo Op. 31, cruzam-se o virtuosismo e o lirismo românticos em alguns dos mais pungentes exemplos da escrita pianística.

Sexta, 8 Junho – 21h30
Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha)

Sábado, 9 Junho – 21h30
Igreja de S. Pedro (Porto de Mós)

DEJAN IVANOVIC, guitarra e apresentação

Alexandre Tansman (1897-1986)
Inventions (Hommage à Bach) (1967)

Gaspar Cassadó (1897-1966)
Catalanesca (1922)

Ettore Desderi (1892-1974)
Sonata em Mi menor (1955)

Manuel Maria Ponce (1882-1948)
Thème varié et Finale (1926)

Mario Castelnuovo-Tedesco (1895-1968)
Tarantella (1936)

Federico Moreno Torroba (1891-1982)
Sonatina (1932)

É homenageando Andrés Segóvia, figura central da Guitarra do século XX e de quem se assinala em 2007 a passagem dos 20 anos da sua morte, que o guitarrista croata Dejan Ivanovic apresenta um programa inteiramente preenchido com obras dedicadas àquele mestre espanhol, algumas em primeira audição nacional, outras em estreia mundial.

Domingo, 10 Junho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

CORO DA UNIVERSIDADE DE MALMÖ
ORQUESTRA DA UNIVERSIDADE DE MALMÖ
Daniel Hansson, direcção
Michael Axelsson, tenor

Dag Wirén (1905-1986)
Lustspelsuvertyr

Tradicional (arr. Gunnar Eriksson)
Chegou a era da felicidade

Oskar Lindberg (1887-1955)
Pentecostes

Erland von Koch (1910)
Dança escandinava

Wilhelm Peterson-Berger (1867-1942)
(do folclore sueco)
I Quando passeias sózinho na floresta escura
II Entre os escuros troncos de pinheiro da floresta

Magnus Johansson (1975)
Den stora gåtan *
(Obra encomendada pelo Coro e Orquestra da Universidade de Malmö)

Wilhelm Peterson-Berger (1867-1942)
da Suite nº 1 Flores do Frösö
Canção de Verão
Junto da igreja de Frösökyrka
Parabéns

Alexander Öberg (1984)
Nós que nascemos junto ao mar*
(Obra encomendada pelo Coro e Orquestra da Universidade de Malmö)

Gösta Nystroem (1890-1966)
From three SeaVisions

Peter Erasmus Lange-Müller (1850-1926)
Madonna over bølgerne

Gustav Nordqvist (1886-1949)
Ao mar

Anders Öhrwall (1932)
Na suave estação de Verão

Este concerto não tem intervalo

* 1ª audição absoluta

Será a música influenciada pelo ambiente em que é criada? A resposta talvez possa ser apreendida desta proposta do Coro e Orquestra da Universidade de Malmö inteiramente preenchida com obras de compositores do país de origem do agrupamento, a Suécia. Um retrato bem alargado da música daquele país, com referências à música popular e a diversos compositores vividos entre a segunda metade do século XIX e os nossos dias.

Sexta, 15 Junho – 15h00
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

O PIANO E OS SEUS AMIGOS
Uma viagem pelo mundo da música de câmara

uma produção do Projecto Educativo Descobrir a Música na Gulbenkian
(Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian)

Concepção e Direcção Cénica Paulo Matos
Concepção Musical Catarina Molder
Figurinos Rafaela Mapril
Desenho de Iluminação Alexandre Coelho
Videoplasta João Pinto
Programação Interactiva Frederico Pereira, Fp-Lab

Intérpretes:
Flora (soprano) Catarina Molder
Piano Francisco Sassetti
Violoncelo Nelson Ferreira
Clarinete Étienne Lamaison
Flauta Annick Lamaison

Produção Executiva e Direcção de Produção: Vera Herold, VHProduções
Direcção Técnica: Alexandre Coelho

No reino da fantasia não falam apenas os animais. O Senhor Piano, a Menina Flauta, o Senhor Clarinete e outras divertidas personagens contam também as suas histórias nesta verdadeira descoberta dos sons e da música, numa produção do Projecto Educativo Descobrir a Música na Gulbenkian.

Terça, 19 Junho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

ARCOLUZ

TRIO RENAUD GARCIA-FONS
Renaud Garcia-Fons, contrabaixo
Pascal Rollando, percussão
Antonio Kiko Ruiz, guitarra
Romain Frydman, técnico de som

Acompanhado por um guitarrista e um percussionista de igual distinção, Renaud Garcia-Fons cria com o seu contrabaixo uma música envolvente e contagiante, onde o Jazz se mistura com a Música do Mundo. Claras influências hispânicas, quer nos ritmos quer nos imaginativos contornos melódicos, aliados a um domínio exemplar do instrumento, contribuem para o sucesso que internacionalmente o contrabaixista e o seu trio vêm granjeando.

 Quarta, 27 Junho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

Florence Couderc, soprano

NeoBarock
Volker Möller, violino
Maren Ries, violino e viola
Claudia Steeb-Engelsmann, viola
Ariane Spiegel, violoncelo
Gregor Hollmann, cravo

Apresentação Filipe Mesquita de Oliveira

Georg Friedrich Händel (1685–1759)
Sonata em Sol maior, op. 5 nº 4

Georg Friedrich Händel
Haec est Regina virginum, HWV 235

Johann Sebastian Bach (1685-1750) / Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788)
Sonata em Sol maior (reconstrução de Klaus Hofmann)

Georg Friedrich Händel
Armida abbandonata, HWV 105

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Concerto em Ré maior, KV 107 nº 1 (a partir da Sonata para cravo, op. 5 nº 2 de Johann Christian Bach)

Georg Friedrich Händel
Ah! che troppo ineguali, HWV 230

Perfeição e virtuosismo por si só não são sinónimos de grande música. Junte-se-lhe o prazer e alegria de a tocar, e um entendimento renovado da prática da música antiga, uma experiência que se cruza com as referências a Reinhard Goebel, ao Música Antiqua de Colónia, ao Concerto Köln e a Akademie für Alte Musik - algo que este recém-formado agrupamento sustenta em cada uma das suas apresentações -, eis a fórmula para o aplauso unânime que o NeoBarock vem conhecendo por toda a Europa.

Sexta, 29 Junho – 21h30
Teatro Cine de Pombal (Pombal)

Sábado, 30 Junho – 21h30
Teatro Miguel Franco – Mercado de Sant’Ana (Leiria)

TRIO MEDITERRAIN
Laura Ruiz Ferreres, clarinete
Bruno Borralhinho, violoncelo e apresentação
Kim Barbier, piano

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Trio nº 4 em Si bemol maior, op.11

Alexander von Zemlinsky (1871-1942)
Trio em Ré menor, op.3

Nuno Côrte-Real (1971)
“Largo Intimíssimo”, op. 35
(obra dedicada ao Trio Mediterrain)

Mikhail Glinka (1804-1857)
“Trio Pathétique” em Ré menor

Encontraram-se em Berlim e resolveram tocar em conjunto. Três jovens instrumentistas de nacionalidades diferentes, têm em comum, para além do enorme gosto de fazer música em conjunto, uma notória energia e qualidade na sua execução. Propõem um programa variado, onde se inclui uma das muitas obras que lhes vêm sendo dedicadas.

Domingo, 1 Julho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

CORAIS DO ORFEÃO DE LEIRIA
Augusto Mesquita, direcção e apresentação
Joana Neto, contralto
Sérgio Brito, piano

Luís B. Tinoco
“Descubro a Voz”
1ª audição absoluta - Composição dedicada aos Corais do Orfeão de Leiria, por ocasião da 25ª edição do Festival Música em Leiria

Fred Mercury
Bohemian Rhapsody
Arranjo coral de Mark Brymer

Claude-Michel Schönberg
Selecção Coral de Miss Saigon
Arranjos corais de Francis Shaw
The American Dream
Bui-Doi

Andrew Lloyd Webber
“The Music of The Night” de O Fantasma da Ópera

Andrew Lloyd Weber
Arranjos de obras de A. L. Weber (Ed Lojeski)
Jesus Christ Superstar
Everything’s Alright
Don’t Cry For Me Argentina
Mr. Mistofellees
Memory
Unexpected Song
Think of Me
Love Changes Everything
The Phantom Of The Opera

George Gershwin
“Summertime” de Porgy and Bess

Arranjos Corais de Porgy and Bess (Clay Warnick)
I got plenty or nothing
Summertime
But it ain’t necessarily so
 Wadoo

É sob o signo do Musical que se assinala a passagem dos 70 anos sobre a morte de George Gershwin, que em muito contribuiu para a difusão e evolução daquele género. Do lendário “Summertime” a outros conhecidos sucessos da Broadway, este concerto percorre o universo do teatro musical e também da sua faceta cinematográfica. E em tempo de efemérides, o compositor Luís Tinoco dedica ao agrupamento uma obra assinalando os 25º aniversário do “Música em Leiria”, que será ouvida em estreia absoluta.

Sábado, 14 Julho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

ORQUESTRA FILARMONIA DAS BEIRAS
ORQUESTRA DE SOPROS DE LEIRIA
Pedro Neves, maestro e apresentação
Pedro Meireles, violino

Félix Mendelssohn (1809-1847)
Abertura “A Gruta de Fingal” (“As Hébridas”), op. 26

Concerto para Violino e Orquestra em Mi menor, op. 64

Sinfonia n.º 4 “Italiana”, op. 90

Entre os mais talentosos instrumentistas portugueses em início de carreira, o violinista Pedro Meireles é certamente um dos que mais atenção tem merecido no circuito musical. Destacado com diversos prémios nacionais e internacionais, apresentará em Leiria uma das mais conhecidas e apreciadas obras para violino e orquestra, de grande exigência técnica e artística.

Sábado, 21 Julho – 21h30
Capela de S. Pedro de Moel (São Pedro de Moel)

Domingo, 22 Julho – 21h30
Mosteiro de Santa Maria da Vitória – (Batalha)

AS SEMENTES DO FADO
As origens do Fado na Modinha portuguesa do Século XVIII e XIX

MÚSICOS DO TEJO
Ana Quintans, canto
Ricardo Rocha, guitarra portuguesa
Marcos Magalhães, cravo e direcção

Apresentação Rui Vieira Nery

Modinhas:
“He somente a minha vida”, de Francisco Xavier Baptista
“Ternas aves”, de José Mesquita
“Os laços do amor”, de José Acuña
“Avezinha”, de Vitorino José Coelho

António de Silva Leite (1759-1833)
3 Peças de instrumentais
Andantino
Tocata do Senhor Francisco Gerardo
Minuete

Modinhas:
“Cosi dolce amante sposo”, de Marcos Portugal
“Desprezar do mundo a glória”, de António da Silva Leite
“Frescas praias do Barreiro” de António José do Rego

Carlos Seixas (1704-1742)
Sonata nº 30, em Fá 

Manoel José Vidigal (fl. 1790-1805)
Minuete nº 3 Lá menor

Modinhas:
“Deuzes do Olimpo”, de José Acuña
“Foi por mim, foi pela sorte”, Anónimo (fim do séc.XVIII)
“Fenece doce esperança”, Anónimo (princípio do séc. XIX)

Carlos Seixas (1704-1742)
Sonata nº 16 em dó menor para cravo

Manoel José Vidigal (fl. 1790-1805)
Minuete em Dó Maior

Modinhas:
- “Que fiz eu à natureza”, de José Maurício
- “Amor concedeum’um prémio”, de António da Silva Leite

Desengane-se quem pensar que vem ouvir a típica fadista de xaile pelos ombros. Muito pelo contrário, é a Modinha, forma musical genuinamente portuguesa que está no centro das atenções. A sua génese, as suas influências, os seus contributos, lançando um novo olhar sobre um importante repertório da história da música portuguesa. Também em destaque, a voz de Ana Quintans, uma das mais recentes e felizes descobertas do canto português.

Terça, 24 Julho – 21h30
Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

SINFONIA VARSÓVIA
Peter Csaba, maestro
Anna Malikova, piano

Apresentação Vanda de Sá

Mikhail Glinka (1804-1857)
Russlan e Ludmilla (Abertura)

Camille Saint-Saëns (1835-1921)
Concerto para Piano nº 5 em Fá maior, op. 103

Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº 2 em Ré maior, op. 73

Sinfonismo romântico na sua verdadeira acessão, com um programa diversificado e altamente exigente. Para executá-lo, um agrupamento que tem vindo a ganhar uma forte projecção internacional e cuja origem se cruza com a visita de Yehudi Menuhin à Polónia em 1984, o seu primeiro maestro convidado que tanto a elogiou. Anna Malikova, vencedora de vários galardões internacionais, entre os quais o lendário Concurso Chopin, será a solista nos dois concertos de intensa e cativante emoção.

INFORMAÇÕES:

Orfeão de Leiria
Av. 25 de Abril
2400-265 Leiria
Telef. 244829550 e 938238700
Fax 244829551
orfeaodeleiria@pluricanal.net
www.orfeaodeleiria.com

 

30-05-2007
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