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Edição Nº 213 Director: Mário Lopes Quarta, 29 de Agosto de 2018
António Costa assinalou a rentrée dos socialistas
Federação Regional do Oeste participa na Festa de Verão do PS em Caminha
  
António Costa quer vencer as eleições europeias, legislativas
                                  e regionais da Madeira
A “Festa de Verão” do Partido Socialista (PS) teve lugar em Caminha, distrito de Viana do Castelo, no dia 25 de agosto e contou com a presença da Federação Regional do Oeste (FRO), representando as concelhias do PS de Alenquer, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, liderada por Carlos Bernardes, numa sessão com lotação esgotada no concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo.

   O PS foi o primeiro partido político a dar início às tradicionais rentrées após as férias de verão e, depois da intervenção do presidente da Federação do PS de Viana do Castelo e autarca de Caminha, Miguel Alves, o secretário-geral do PS, António Costa discursou para muitos militantes que se deslocaram de muito longe, mostrando a mobilização atual para o arranque político após as tradicionais férias.

   No discurso do líder do Partido Socialista salientou-se a prossecução das políticas, o reforço do trabalho já executado mantendo a linha de coerência, com ênfase na «palavra dada, palavra honrada» e algumas novidades a destacar, nomeadamente o aumento do rendimento dos portugueses.

   “É preciso continuar as políticas. Não podemos estragar o que já conseguimos. Não podemos pôr em causa a estabilidade política, nem ter uma estão orçamental irresponsável. Ter uma boa gestão orçamental não é de esquerda nem direita, é governar bem. O próximo OE “vai dar continuidade às boas políticas” adotadas pelo seu Governo, ou seja, procurando continuar a aumentar o rendimento dos portugueses, mas sem colocar em causa as contas públicas. Entre as “boas políticas”, notou que “98% das pensões vão subir porque vamos crescer mais de 2%; Os apoios sociais vão aumentar; vamos continuar a melhorar as condições da função pública com as progressões e vamos dar continuidade ao investimento na saúde, educação e infraestruturas”, prometeu o secretário-geral do PS..

   Outra novidade é a criação de benefícios para o regresso dos novos Emigrantes a Portugal. "Quando falamos de jovens, e mesmo de menos jovens, não podemos esquecer que o país viveu momentos dramáticos, em particular entre 2011 e 2015, muitos portugueses foram obrigados a deixar de novo o país para encontrar emprego. A liberdade de circulação é ótima, mas há uma enorme diferença entre a liberdade de partir e o partir pela necessidade de não ter emprego aqui em Portugal No próximo Orçamento do Estado iremos propor que todos aqueles que queiram regressar, jovens ou
menos jovens, mais qualificados ou menos qualificados, mas que tenham partido nos últimos anos e queiram regressar entre 2019 e 2020 a Portugal, fiquem, durante três a cinco anos, a pagar metade da taxa do IRS que pagariam e podendo deduzir integralmente os custos da reinstalação", referiu António Costa.

   A aposta no investimento na Educação, Ciência e Cultura é também prioridade no próximo Orçamento de Estado. António Costa, em Caminha, na “Festa de Verão” do PS referiu que é muito importante continuar “a investir na Educação desde o pré-escolar ao Ensino Superior com a particular atenção no ensino profissional. Temos que apostar na inovação e apostar na inovação significa investir na Cultura, na Ciência e na Educação. É por isso que o Orçamento do próximo ano vai ser o maior orçamento de sempre na Cultura, entre aquilo que se investe na criação artística, no ensino artístico e na promoção da língua. No próximo ano a Ciência vai ter o maior aumento orçamental, designadamente, vamos permitir cumprir o compromisso de criar cinco mil lugares
de emprego científico, entre setor público e privado, de forma a criarmos mais emprego qualificado para as novas gerações qualificadas que estão a sair dos nossos politécnicos e universidades".

   Outra das bandeiras da política socialista é a prossecução de medidas de desenvolvimento do Interior. Segundo António Costa, as medidas já aprovadas em Conselho de Ministros para desenvolver estes territórios, "ao contrário do que se ouve dizer, investir no interior não é só uma questão de justiça para as populações, mas é poder valorizar um ativo e pô-lo ao serviço do crescimento do país e da nossa economia." Baixa do IRC para empresas que criem emprego no interior, um aumento das verbas comunitárias destinadas ao interior, mas também, salientou, com uma nova descida das portagens naquelas regiões para os veículos comerciais.

   Muitas das delegações socialistas fizeram-se transportar num comboio especialmente fretado para o efeito, entre Pinhal Novo e Caminha e a Ferrovia, o transporte para Caminha e a estratégia futura foi outro dos temas abordados neste comício do PS. ."A direita tem medo dos comboios, quis privatizar os comboios e agora tem medo do comboio que enchemos até Caminha. É o retrato da direita que temos em Portugal, dos casos sem sentido. A luz que a direita vê ao fundo é o comboio do PS que vai levar tudo à frente." António Costa lembrou que “para desenvolver as regiões de fronteira que estamos a fazer o maior investimento ferroviário do século na ligação de Sines a Badajoz”.

   Por fim, António Costa recordou que haverá três momentos eleitorais em 2019, defendendo ser necessário "dar mais força" ao PS em várias mensagens. "É preciso não haver ilusões, não há em Portugal nenhum Governo progressista sem o PS e sem que o PS tenha força para formar esse Governo", avisou Costa que disse "avaliar positivamente" o trabalho durante os mil dias de governação. Os parceiros (PEV, PCP e BE) “têm sido essenciais, mas o PS é e será sempre imprescindível para que haja um Governo de esquerda em Portugal. É, por isso, necessário dar força ao PS para dar continuidade" àquelas que considerou serem "boas políticas", sem desfazer a dúvida sobre se o PS irá pedir ou não uma maioria absoluta aos eleitores. "E, como não gosto de tabus quero deixar muito claro uma coisa, nós só temos uma meta nestas eleições: ganhar. Ganhar as europeias, ganhar as legislativas e pela primeira vez ganhar as eleições regionais na Madeira, é esta a nossa meta", finalizou.

   Fonte: FRO|PS
29-08-2018
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