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Edição Nº 213 Director: Mário Lopes Sexta, 31 de Agosto de 2018
Segundo o Perfil Regional de Saúde 2017
42% dos bebés nascidos em Portugal em 2016 são da região Lisboa e Vale do Tejo
    
   35.080 bebés vieram aumentar a população de Lisboa
                                 e Vale do Tejo em 2016
Na Região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) nasceram 9,7 nados-vivos por cada 1.000 habitantes em 2016, valor superior à média nacional e que está associado a outro indicador: o índice sintético de fecundidade recuperou e atingiu valores semelhantes aos registados em 2010. Seguindo a tendência nacional, o índice de envelhecimento também tem vindo a aumentar, mas ainda assim na Região há menos idosos por cada 100 jovens do que no somatório nacional.

   Apesar da taxa bruta de natalidade estar em queda em todo o País, em 2016 a Região de LVT teve valores superiores à taxa nacional: dos 83.005 bebés (nados-vivos) que nasceram em Portugal em 2016, 35.080 (42%) vieram aumentar a população de Lisboa e Vale do Tejo. Traduzindo estes números para a taxa bruta de natalidade, verificamos que na Região nasceram 9,7 nados-vivos por cada 1.000 habitantes – contra os 8,4/1.000 habitantes da taxa nacional.

   Os dois Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) que congregam grande parte do concelho lisboeta (ACES Lisboa Central e ACES Lisboa Norte) registam a maior taxa bruta de natalidade da Região, com 11,9/1.000 hab. Seguem-se os ACES da periferia da capital: ACES Loures/Odivelas (11,3), ACES Amadora (10,7) e ACES Sintra (10). O ACES Médio Tejo foi aquele onde nasceram menos bebés – 6,8/1.000 hab.

   Da mesma forma, o índice sintético de fecundidade está em recuperação, com 1,55 crianças por cada mulher em idade fértil. Recorde-se que apenas um índice igual ou superior a 2,1 assegura a substituição das gerações. Desde 2010 (1,58) que o valor não era tão elevado, tendo-se mesmo registado um “pico invertido” que se situou em 1,38, no ano de 2012. A subida regional acompanha a tendência nacional, mas consegue ser-lhe superior – 1,55 versus 1,37.

   Relativamente aos nascimentos em mulheres em idade de risco, no triénio 2014/2016, por cada 100 partos 2,9 ocorreram em jovens com menos de 20 anos. Este fenómeno é superior em Lisboa e Vale do Tejo do que a nível nacional (2,6%), mas salienta-se o progressivo decréscimo deste indicador: em 2004/2006, a Região registava 4,6% de nascimentos em adolescentes.
Já no que diz respeito aos nascimentos em mulheres com idade igual ou superior a 35 anos, a tendência de crescimento das últimas décadas mantém-se na Região – com 31,6% no triénio de 2014/2016. Esta realidade acompanha a tendência nacional, que no mesmo período registou 30%.

   O ACES com maior número de jovens mães é o da Amadora, que por sua vez possui o menor número de parturientes com 35 ou mais anos. Precisamente o inverso acontece com o ACES Lisboa Ocidental e Oeiras: tem a maior proporção de mães mais velhas e a menor quantidade de adolescentes a dar à luz, o que indicia que os dois fenómenos podem estar interligados e relacionados com diversos fatores socioeconómicos.

   Por sua vez, o índice de envelhecimento da Região revela que por cada 100 jovens existem 141 idosos. Este valor traduz-se numa menor proporção de idosos em Lisboa e Vale do Tejo comparativamente com o resultado nacional: 154 idosos por cada 100 jovens. O ACES Médio Tejo é o mais envelhecido, com o máximo regional de 205 idosos por cada 100 jovens. O ACES de Sintra é o mais jovem, pois apresenta um menor índice de envelhecimento, com 99,8 idosos por cada 100 jovens.

   Na Região, a esperança de vida à nascença para ambos os sexos é igual à nacional – 81,4 anos. Verifica-se igualmente que as mulheres vivem mais 6 anos, em média, do que homens – 84,3 anos versus 78,2 anos.
Estes dados constam do “Perfil Regional de Saúde 2017”, recentemente divulgado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

   O “Perfil Regional de Saúde 2017” é um documento elaborado pelo Departamento de Saúde Pública da ARSLVT, que assim se assume como Observatório Regional de Saúde Pública. É um instrumento de apoio à tomada de decisão técnica, político/estratégica e organizacional, uma ferramenta orientada para a ação, no sentido da melhoria da saúde das populações e redução das desigualdades em saúde. Baseia-se na melhor evidência disponível e assenta em critérios de qualidade que lhe conferem rigor e robustez.

   Fonte: AC|ARSLVT
31-08-2018
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