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Edição Nº 123 Director: Mário Lopes Segunda, 17 de Janeiro de 2011
Opinião
Um Candidato a Presidente da República e Dois Candidatos à Segunda Volta
    


Jorge Esteves de Carvalho

O discurso de ano novo do Senhor Presidente da República, não iludindo os portugueses em relação à conjuntura económica, financeira e social dificílima, na qual continuaremos a viver nos próximos anos, foi capaz de transmitir a todos nós uma mensagem de esperança e de mobilização.
Só o Professor Cavaco Silva, neste momento, possui as competências necessárias - adquiridas quer como governante, quer enquanto Presidente da República, que lhe permitem estar à altura das dramáticas circunstâncias que Portugal atravessa. 

   Com o País à deriva, precisamos de um Presidente da República que ofereça segurança aos mercados. 

   Com a sociedade Portuguesa a passar por um período de mal-estar, traduzido na degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, no sentimento de insegurança entre os cidadãos, no aumento do desemprego e dos impostos, na diminuição dos apoios sociais, a antevisão de uma crise social de contornos difíceis de prever, precisa de um Presidente da República que, como garante da unidade do Estado, esteja preparado para eventuais crises políticas.

   Cavaco Silva é o candidato que melhores garantias pode oferecer aos Portugueses.

   Nestas eleições, mais do que em qualquer Eleição Presidencial anterior, o sentido de voto é decisivo. É da maior importância a mobilização de todos os Portugueses, no sentido de exercerem o seu direito de voto, no próximo dia 23 de Janeiro. 

   Todos temos a noção de que o professor Cavaco Silva já demonstrou nos últimos cinco anos que tem sido muitas vezes um factor de estabilidade junto dos vários parceiros políticos e ser, no momento, a pessoa certa para derrotar o candidato apoiado por bloquistas e socialistas. 

   São, principalmente, estas as razões que levaram o CDS-PP a apoiar a recandidatura presidencial do Professor Cavaco Silva.

   Todas as esquerdas têm o seu candidato, mas nenhum deles se apresenta como alternativa credível na situação em que o País se encontra e que é reconhecida. As ideias novas são raras e de dúbia qualidade e os seus discursos sobre os poderes do Presidente da República mostram um profundo desconhecimento do que são as suas funções.

   O discurso do candidato presidencial do PCP é igual ao discurso dos anteriores candidatos do Partido, nada de novo, não há luz. Ouvir falar hoje Francisco Lopes é recordar as intervenções de Jerónimo de Sousa, cinco anos atrás, na sua candidatura a Belém.

   Manuel Alegre lançou a sua candidatura apoiado pelo Bloco de Esquerda, o partido que de uma forma extremista mais criticou a governação socialista, partido de que é militante, o que levou muito socialista a não se identificar com a candidatura e a dizer que é uma candidatura não desejável.

   O Partido Socialista viu-se forçado a fazer o mesmo, a apoiar Manuel Alegre, o candidato que em 2006 concorreu contra o próprio Partido. O segundo lançamento da sua candidatura foi tão mau como o primeiro, sem mobilização para poder vencer.

   O que tem Manuel Alegre para oferecer aos Portugueses? A experiência de anos de actividade parlamentar? O que conhece do País real? Ser presidente de todos os Portugueses, só porque se auto-proclama portador do legado de presidentes como Mário Soares, quando em 2006 concorreu contra ele?

   O que os Portugueses vêm e sentem, é um homem só entre Francisco Louçã e José Sócrates e sem um projecto, que faz do ataque pessoal a sua principal arma de combate político.

   O ano em que acabámos de entrar será o ano da sobrevivência soberana. O mercado manterá uma elevada desconfiança sobre Portugal. 

   Será o ano da execução orçamental. Os planos de consolidação do Governo vão ter um papel fundamental para restaurar a confiança no País, permitir baixar os custos de financiamento, permitir o crescimento económico, privilegiando as exportações em detrimento do consumo interno. 

   Portugal tem de entrar na via da consolidação ou a derrapagem será definitiva. O défice da conta corrente mantém-se muito perto dos dez por cento do PIB e tanto o Banco de Portugal como as agências de rating, prevêem para 2011 uma contracção da economia Portuguesa de cerca de um por cento do PIB.

   O Presidente da República não governa, mas pode pronunciar-se sobre a governação, pode vetar as normas que Executivo e Parlamento apresentam, tem assim um papel crucial, ainda que reactivo, sobre os destinos da Nação ao poder exercer, em certos termos, uma verdadeira influência indirecta sobre o conteúdo dos diplomas.

   Para tal, só um Presidente com uma sólida preparação, adquirida por experiência vivida, profissional e política, conhecimento do país, do relacionamento externo e do funcionamento dos mercados.

   Este perfil só um candidato o tem. O Professor Aníbal Cavaco Silva.

   Jorge Esteves de Carvalho
Director Distrital Campanha CDS-PP
Eleições Presidenciais 2011
17-01-2011
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