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Edição Nº 238 Director: Mário Lopes Quinta, 5 de Novembro de 2020
No ano onde regista o maior número de sempre de estudantes matriculados
Universidade Europeia arranca em novembro liderada pelo Politécnico de Leiria
   
  Projeto RUN começa formalmente este mês de novembro
A aprovação da Universidade Europeia – Regional University Network (RUN), liderada pelo Politécnico de Leiria, «é um dos grandes marcos alcançados em 2020» e reforça a afirmação do Politécnico «como uma instituição que cumpre cada vez mais em pleno o seu papel e responsabilidade de instituição de ensino superior pública, quer na dimensão nacional, quer na dimensão internacional», afirmou Rui Pedrosa, presidente do Politécnico de Leiria. No discurso proferido na Sessão Solene de Abertura do Ano Académico 2020/2021, que decorreu no dia 3 de novembro, no Teatro José Lúcio da Silva, Rui Pedrosa avançou que o projeto RUN começa formalmente este mês de novembro, integrando estudantes, professores, investigadores e técnicos de todas as instituições envolvidas.

   Aprovada pela Comissão Europeia em julho último, a Universidade Europeia – Regional University Network é constituída por sete instituições de ensino superiores parceiras: o Politécnico de Cávado e do Ave, de Portugal; o Limerick Institute of Technology e o Athlone Institute of Technology, ambos da Irlanda; a Széchenyi István University (SZE), da Hungria; a Häme University of Applied Sciences HAMK, da Finlândia; a NHL Stenden University of Applied Sciences, da Holanda; e a FH Vorarlberg University of Applied Sciences, da Áustria.

   O projeto vai permitir a criação de três hub de inovação (indústria do futuro e desenvolvimento regional sustentável; bioeconomia; e inovação social) e a criação do Future and Advanced Skills Academies. No âmbito do RUN serão igualmente criados os European Center for Mobility Innovation e European Degrees, suportados por SAP’s, isto é, cursos avançados de curta duração que vão não só permitir aos estudantes a possibilidade de os realizar e de os creditar nas suas formações, mas também assegurar a mobilidade de curta duração de estudantes internacionais, de professores e investigadores, e a requalificação e qualificação avançada de profissionais.

  Após dar as boas vindas aos mais de 5.500 novos estudantes dos diferentes ciclos de estudo do Politécnico de Leiria, Rui Pedrosa realçou que, apesar do contexto pandémico, a instituição teve este ano o maior número de sempre de colocados no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, e hoje, pela primeira vez na sua história, tem mais de 13.000 estudantes matriculados. «Continuar a ter os estudantes no centro da nossa atividade e dar cada vez melhores respostas neste contexto em que vivemos é um desafio diário e permanente», afirmou o presidente, apontando o investimento que tem sido feito para que, em 2022, de modo transversal as cinco Escolas do Politécnico de Leiria tenham 75% do corpo docente de carreira.

   Perante uma plateia reduzida a 10% da capacidade do Teatro José Lúcio da Silva, face às recomendações da DGS, Rui Pedrosa destacou igualmente a criação do doutoramento em Fabrico Digital Direto para as Indústrias dos Polímeros e Moldes, constituído numa parceria entre o Politécnico de Leiria e a Universidade do Minho, e que se tornou o primeiro doutoramento criado em Portugal em associação entre uma Universidade e um Politécnico.

   Ainda no âmbito dos marcos distintivos da instituição em 2020, o presidente afirmou que, «com muita resiliência e persistência», o Politécnico de Leiria viu os 6.000 metros quadrados de fibrocimento da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) serem considerados prioridade número um pelo Governo, o que significa 100% de financiamento para a sua remoção e substituição. «Estamos a ultimar o projeto de arquitetura e especialidade para apresentar a candidatura ao Ministério das Finanças, com o objetivo de no ano letivo 2021/2022 já termos este problema resolvido. Esta importante melhoria que está a ser projetada em nada muda a ambição e necessidade de construirmos uma nova ESECS que, em si, seja transformadora e indutora de criatividade e inovação nas suas áreas de intervenção principais», reiterou Rui Pedrosa.

   Numa sessão que comemorou igualmente o 40.º aniversário do Politécnico de Leiria, Rui Pedrosa recordou o «subfinanciamento crónico» da instituição, «facto que se agravou neste ano onde a despesa aumentou significativamente e a receita, particularmente nos serviços de ação social, diminuiu». «Este ano, o Politécnico de Leiria, ao dia de hoje, tem mais 537 novos estudantes quando comparado com o ano anterior, sendo o quinto ano consecutivo de crescimento. Curiosamente, este esforço para atrair e reter talento para a região resultará em mais constrangimentos financeiros, caso não existam correções estruturais que hoje devem ser feitas em sede de discussão orçamental na especialidade», referiu o presidente.

   Neste âmbito, Pedro Lourtie, presidente do Conselho Geral do Politécnico de Leiria, salientou a importância da iniciativa legislativa de cidadãos liderada pelos presidentes dos Conselhos Gerais dos Politécnicos, que requer a alteração da designação destas instituições de ensino superior para Universidades Politécnicas, e que apela à possibilidade de os politécnicos outorgarem o grau de doutor.

   Por sua vez, Tânia Santos, representante dos estudantes do Politécnico de Leiria, apontando 2020 como um «ano desafiante que obrigou a adaptar as formas de aprendizagem e de acolhimento», deixou uma mensagem aos novos caloiros: «Adiram às novas formas de integração, façam amigos, frequentem as aulas e lutem pelos vossos sonhos».

  Francisco George, ex-diretor da Direção-Geral da Saúde, foi o orador convidado da sessão solene, cuja oração de sapiência refletiu sobre “A Saúde dos Portugueses: Desafios”.

    Politécnico de Leiria atribui quatro títulos honoríficos a personalidades e instituições

   Na cerimónia foram entregues dois títulos honoríficos Professor Honoris Causa, a Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional Ciência Viva, pelo seu contributo para a cultura científica nacional e para a comunicação de ciência, e a Ana Paula Laborinho, diretora nacional da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura, pelo seu contributo para a internacionalização e cooperação para o desenvolvimento.

  O Politécnico de Leiria reconheceu ainda a Fundação Calouste Gulbenkian, com a distinção de mérito científico e tecnológico, e de mérito cultural e artístico, pelo contributo para a cultura, ciência e coesão social regional, nacional e internacionalmente; e a Fórum Estudante, com a distinção de mérito socioprofissional, pelo contributo para a promoção do ensino superior e valorização da importância da formação qualificada.

   A Sessão Solene de Abertura do Ano Académico 2020/2021 do Politécnico de Leiria contou ainda com a homenagem aos seus colaboradores com mais de 25 anos de serviço, e com a entrega de prémios, bolsas e distinções a atuais estudantes, diplomados, professores e investigadores do Politécnico de Leiria, nomeadamente: Prémios Politécnico de Leiria – Mérito Ensino Secundário; Prémio Ensino Magazine; Distinção Alumni Politécnico de Leiria; Prémios I&D+i Politécnico de Leiria. O evento terminou com uma atuação musical de Cláudia Pascoal.

Fonte: Midlandcom
05-11-2020
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