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Edição Nº 211 Director: Mário Lopes Sábado, 28 de Julho de 2018
Estreia moderna da ópera barroca de marionetas de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira
Guerras do Alecrim e Mangerona voltam à vida no Cistermúsica 2018
    
 Ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Manjerona (1737) é
uma das obras mais raras do património musical português
A 26.ª edição do Cistermúsica apresenta, em co-produção com a Artemrede, a estreia moderna da ópera barroca de marionetas de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira a 28 de julho no Cine-Teatro de Alcobaça. Será um dos grandes acontecimentos da atual edição do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça e a oportunidade única para revisitar uma das obras mais raras do património musical português: a ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Manjerona (1737), da parelha António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira, terá a sua estreia moderna no dia 28 de julho, às 21h00, no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro.

   Esta ópera barroca em língua portuguesa, interpretada pelos Músicos do Tejo e pelas S.A. Marionetas, contará com encenação de Carlos Antunes e um elenco de luxo composto por alguns dos mais conceituados cantores e atores nacionais: Joana Seara, Luísa Cruz, Susana Gaspar, Carla Vasconcelos, Marco Alves dos Santos, André Lacerda, João Fernandes, Tiago Mota e António Machado.

   Refira-se que Guerras do Alecrim e Mangerona de António José da Silva foi representada pela primeira vez no Teatro do Bairro Alto, no carnaval de 1737, com recurso a marionetas, constituindo hoje não só a obra central deste dramaturgo português mas também uma das herdeiras de uma tradição do teatro Ibérico, que tinha nesta época muita presença nos pátios de comédia da cidade de Lisboa.

   É deste mundo que emana a sátira social recorrendo a arquétipos de personagens como criados, baixa nobreza com suas aspirações a riqueza e estatuto, médicos e juízes. No entanto, a indicação de que esta se trata de uma Ópera Joco-Séria por parte do seu autor, põe-na já em relação com a nova corrente da Ópera Italiana que se ia introduzindo nos teatros da Corte. Trata-se assim, não apenas de uma comédia de crítica social, mas também de crítica aos novos padrões de teatro.

   Itinerância

   Depois da estreia em Alcobaça, Guerras de Alecrim e Mangerona será apresentada no dia 29 de julho, às 21h00, no Palácio do Marquês de Pombal, em Oeiras, no âmbito da programação com selo da Artemrede. Este espetáculo integrará ainda a programação do 2º Manobras – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, que terá lugar de 14 de setembro a 31 de outubro em 11 municípios associados da Artemrede. Nessa altura, As Guerras... viajará até mais quatro municípios: Tomar, Pombal, Abrantes e Palmela.

   Espetáculo de encerramento do festival

   Próximo domingo, 29 de julho, às 21h30, teremos a oportunidade de assistir ao bailado Murmúrios de Pedro e Inês com interpretação de Fernando Duarte, que assina igualmente a coreografia, e Solange Melo ao som da música de Bernardo Sassetti e Fernando Lopes-Graça.

Bailado em I Ato
Solange Melo e Fernando Duarte, direção artística e interpretação
Fernando Duarte, coreografia
Bernardo Sassetti e Fernando Lopes-Graça, música

   O novo bailado de Fernando Duarte, coreógrafo e ex-bailarino da Companhia Nacional de Bailado, teve estreia absoluta em abril passado, no Dia Mundial da Dança e, antes de embarcar uma incursão internacional que passa por Nova Iorque, EUA, em outubro próximo, o espetáculo será apresentado no Mosteiro de Alcobaça, último palco dos amores de Pedro e Inês.

   Não pretendendo ser uma transposição literal desta história que nos é tão familiar, o mito e a paixão de Pedro e Inês são a pedra basilar de um bailado intimista que usa os dois corpos como linguagem que materializa a lenda e recorre a duas sonoridades que embalam esta dança - a música de compositores portugueses e o som poético, harmonioso e melódico da língua portuguesa.

   A história de Pedro e Inês é aqui dançada e sentida através de uma combinação original, cativante e representativa da identidade artística contemporânea.
Preço: entrada livre

   Fonte: GC|AMA
28-07-2018
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