Google
Mantenha-se actualizado.
Subscreva a nossa RSS
Twitter Tinta Fresca
Como classifica o nível da pandemia em Portugal?
Normal que haja surtos pontuais
Anormal e a culpa é do Governo
Anormal e a culpa é do comportamento das pessoas
Não sei
Edição Nº 234 Director: Mário Lopes Domingo, 19 de Julho de 2020
Nos concelhos de Leiria e Marinha Grande
PJ realiza buscas no distrito de Leiria por fraude em subsídio, fraude fiscal e branqueamento
   A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, no âmbito de três diferentes inquéritos titulados pelo Ministério Público – Departamento de Investigação e Ação Penal de Paredes (Porto-Este), realizou uma operação policial para cumprimento de mandados de buscas domiciliárias e não domiciliárias, pela presumível prática de crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento, sendo que uma das investigações se desenvolve no âmbito de uma Equipa Mista entre a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), através da Direção de Finanças do Porto e a Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte.

   Foram levadas a cabo nove buscas domiciliárias e vinte e três buscas não domiciliárias (que incluíram instalações de empresas e gabinetes de contabilidade), realizadas nos Concelhos de Porto, Gondomar, Paredes, Oliveira de Azeméis, Aveiro, Espinho, Leiria, Marinha Grande e Lisboa.

   De acordo com o apurado até ao momento estará em causa o uso e emissão de faturação fictícia, com recurso ao empolamento dos respetivos montantes e simulação de operações, entre diversos operadores económicos do setor metalomecânico que agiam concertados entre si, com vista ao duplo efeito de obtenção indevida de subsídios e dedução indevida de gastos fiscais em sede de IRC e IVA.

  Em causa estão apoios comunitários concedidos no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e Portugal2020, projetos que dizem respeito aos anos de 2014 a 2017, com um total global de incentivos atribuídos na ordem dos quatro milhões e setecentos mil euros.

  Em termos fiscais, a vantagem patrimonial ilegítima estima-se em cerca de 1.2 milhões de euros em sede de IVA de 1.1 milhões de euros de IRC.
A operação policial envolveu cerca de 70 Inspetores e Peritos da Polícia Judiciária, 14 Inspetores Tributários da Direção de Finanças do Porto e 6 peritos do Núcleo de Informática Forense da AT.

  No decurso da referida operação policial, de consolidação da prova, foi apreendida documentação diversa e acervo informático relativo à prática dos factos, maquinaria diversa e viaturas automóveis.
 
   Fonte: GIC|PJ
19-07-2020
« Voltar

Comentários

Nome:*
Email:*
Comentário:*

* Obrigatório
Ao comentar aceita automaticamente a
política de utilização deste portal.
Para que o seu comentário seja válido deve preencher todos os campos acima indicados como obrigatórios. O email é usado apenas para efeitos de verificação e não será exibido com o comentário. Os comentários deste portal são moderados, pelo que são sujeitos a verificação antes de serem publicados. Não serão aceites comentários de carácter insultuoso, discriminatório, racista ou spam.
Pesquisar
Ed. Anteriores
Contactos
Newsletter
 
Cartas ao Director
Blogue Tinta Fresca
Blogues
Sítios Úteis
 
OPINIÃO
O CEPAE e o Museu Nacional da Floresta
Adélio Amaro
Estatuária, Memória e Democracia
Leonor Carvalho
As grandes epidemias da História
Joaquim Vitorino
Dever de informar
Carlos Bonifácio
A Pandemia… dos ignorados
Dr. Joaquim Brites
 

Projecto Co-Financiado por  Promotor  Desenvolvimento
Acessibilidade [Alt + D seguido de ENTER] D  POS_Conhecimento
FEDER União Europeia
FEDER
Associa��o de Munic�pios do Oeste Makewise - Engenharia de Sistemas de Informa��o