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Congresso internacional em Alcobaça marca os 50 anos da morte de Virgínia Victorino |
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 Luís Peres Pereira, Inês Silva e Isabel Lousada Os 50 anos da morte da alcobacense Virgínia Victorino, considerada na década de 20 a poetisa mais popular de Portugal, são comemorados em Alcobaça com o congresso internacional “Virgínia Victorino na cena do tempo”. Durante dois dias, um painel de historiadores abordarão as diferentes facetas da poetisa, procurando segundo Isabel Lousada, coordenadora do congresso, “lembrar e evocar a memória, vida e obra de Virgínia Victorino”. O congresso é uma organização da Câmara Municipal de Alcobaça e a ADEPA – Associação para a Defesa do Património da Região de Alcobaça, com o apoio de CICS.NOVA, CHAM e CLEPU.
Marcaram presença na cerimónia de abertura do congresso, na Biblioteca Municipal de Alcobaça, no dia 21 de setembro, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça, Inês Silva; o presidente da ADEPA, Luís Peres Pereira e coordenadora Científica do Congresso, Isabel Lousada.
Na ocasião, Inês Silva referiu que “este encontro de Virgínia Victorino com os alcobacenses, mais do que celebrar os 50 anos da sua morte é celebrar a sua vida” pelo que o objectivo é “manter os laços entre a sua obra e os novos públicos que a descubram ou redescubram”. Por seu turno, Luís Peres Pereira salientou que o congresso está integrado no projecto da ADEPA “Alcobaça escrita e escritores”, que pretende dar a conhecer figuras alcobacenses que contribuíram para a cultura alcobacense.
 Público presente na Biblioteca Municipal de Alcobaça Já Isabel Lousada lembrou a importância de trazer estas iniciativas “para fora da capital” através da “colaboração interinstitucional”. A coordenadora científica referiu que o congresso tem como objectivo “lembrar e evocar a memória, vida e obra de Virgínia Victorino” mas também “é um espaço de questionamento onde, à distância, se podem debater questões ideológicas”.
A finalizar, Isabel Lousada salientou que “é no contributo de todos que reside a riqueza deste congresso, que nos irá permitir depois mais tarde publicar as suas conclusões”.
Programa do dia 22 de setembro:
Sábado, 22 Setembro de 2018
14,00h – Amizades, Artes e Letras
Moderação de Rui Vieira Nery (INET_MD, Universidade Nova de Lisboa)
- Virgínia Victorino e Fernanda de Castro, uma amizade para além do tempo – Mafalda Ferro (Fundação António Quadros);
- Virgínia Victorino, Medina, Almada, Malta, Adelaide Lima Cruz, Teixeira Lopes e outros – Emília Ferreira / Joana d´Oliva Monteiro (IHA/FCSH/NOVA);
- Virgínia Victorino e Ana de Gonta Colaço. A Poética na "Pensão dos Remexidos" – Inês Borges / Ana Campos.
15,30h – Sociabilidades, vocações e determinações ao tempo de Virgínia Victorino Ii
- Sondagem à Poesia de Virgínia Victorino: uma questão de forma – António Carlos Cortês (CLEPUL);
- Virgínia Victorino e o armário português – Fernando Curopos (Sorbonne/Paris 4);
- Conformismo ou rutura? Mulheres escritoras no primeiro terço do século XX – Paulo Guinote (CICS NOVA).
17,30h - Virgínia Victorino, impacto internacional
Moderação de Martina Mattozzi. - Virgínia Victorino: a presença da poesia e do teatro na imprensa do Brasil – Angela Laguardia;
- Virgínia Victorino Revisitada – Holley Waughn (Universidade Norte do Texas).
18,30h – Conferência de Encerramento
- Virgínia Victorino (1895-1967): eslabonen el mapa de las relaciones literárias peninsulares en el período de entreguerras – Maria Victoria Navas Sánchez-Élez (Professora honorífica da Universidade Complutense de Madrid).
19h - Sessão de Encerramento
- Presidente da ADEPA – Luís Peres Pereira
- Representante da Família de Virgínia Victorino – José Guilherme Victorino
- Coordenação científica do Congresso – Jorge Pereira de Sampaio
- Comissão de Honra – Marco Galinha
- Conclusões do Congresso – Isabel Pires de Lima (a confirmar)
- Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça - Paulo Inácio
- Ministro da Cultura – Luís Filipe Castro Mendes
19,30h – Apresentação do livro "Virgínia Victorino, Antologia Poética" Com estudo introdutório de António Carlos Cortez, Editora Caleidoscópio.
Mónica Alexandre
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| 21-09-2018 |
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