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Edição Nº 197 Director: Mário Lopes Quarta, 1 de Março de 2017
Município apresentou dados estatísticos do concelho referentes a 2016
Taxa de desemprego no concelho de Alcobaça baixa para 6,4%
     
                         Milton Dias, Paulo Inácio e Nélio Gomes
O Município de Alcobaça apresentou no dia 15 de fevereiro os dados estatísticos do concelho de Alcobaça relativamente a áreas como a balança comercial do concelho, a natalidade e a distribuição de riqueza. Os dados apresentados fazem parte do observatório social do concelho e tem como base números de entidades oficiais como o INE. Estiveram presentes na conferência de imprensa que se realizou no pequeno-auditório do Cine Teatro de Alcobaça, o presidente da autarquia Paulo Inácio e os técnicos Nélio Gomes e Milton Dias.

   Na ocasião Paulo Inácio referiu que “não somos um oásis maravilhoso, mas os alcobacenses têm que ter orgulho por exemplo na taxa de desemprego baixa do concelho que se situa nos 6,4% enquanto a nacional é de 11%”, além de “ser um concelho que bate recordes em termos de exportação”. Portanto, “se estamos bem, é porque estamos a fazer alguma coisa, mas o mérito é sobretudo dos nossos empresários.”

   Alcobaça: Balança comercial com saldo positivo de 81 milhões de euros

   Segundo os dados recolhidos pelo observatório social do concelho, as empresas com sede no concelho de Alcobaça terminaram o ano de 2015 garantindo um novo máximo no saldo comercial. Segundo os dados, a diferença entre exportações e importações em dezembro de 2016 atingiu os cerca de 81 milhões de euros, cerca de 152% na taxa de cobertura de exportações sobre as importações. De realçar que o concelho de Alcobaça é responsável por 22,1% das exportações do Oeste, quando em termos de população residente representa apenas 14%.

   Mas para manter o crescimento sustentado destes números, Paulo Inácio, considerou que são necessários investimentos em novas zonas industriais, aumentando a capacidade para instalação industrial. Segundo o autarca, “faltam zonas industriais” instrumento necessário para o crescimento da economia local.

   Sobre a atuação do município, Paulo Inácio considerou que a Derrama, imposto municipal, está “a um nível aceitável”, destacando ainda a “celeridade processual” da autarquia, admitindo “isenções pontuais de taxas para alguns casos estratégicos” e a aprovação de novos regulamentos referentes as empresas.
Alcobaça destaca-se na Região Oeste

   No contexto da região Oeste, Paulo Inácio considerou que “falta industrialização no Oeste”, pelo que o concelho de Alcobaça sendo mais industrializado destaca-se em 2016, com especial realce para os cerca de 15 milhões de euros de exportações nas categorias de “calçado, chapéus e artefactos de uso semelhante”, 58 milhões na área “máquinas e aparelhos e instrumentos mecânicos” e 25 milhões em “metais comuns e suas obras”.

   Além do destaque nas exportações, as empresas do concelho lideram destacadas o acesso a fundos comunitários na região. Dos 84 projetos aprovados para empresas do concelho de Alcobaça, o valor elegível de fundos ao dispor das empresas totaliza mais de 26 milhões de euros. O segundo concelho na região Oeste é Torres Vedras, apenas com 8,8 milhões de euros. Segundo Paulo Inácio “estamos a informar e a bater recordes. Somos o concelho com mais candidaturas apresentadas até este momento. E estamos em crescimento económico”.

   Alcobaça: Natalidade é uma preocupação para o concelho

   Segundo Paulo Inácio, a quebra de natalidade no concelho de Alcobaça na última década e a distribuição de riqueza são as principais notas negativas de um retrato do concelho elaborado pela autarquia. O autarca lembrou que “o problema da natalidade é um problema de todo o país”, e no combate a este problema, a autarquia lançou recentemente novas medidas de apoio às famílias, que incluem apoios para famílias com três filhos ou mais e a atribuição de um subsídio de 250 euros para cada criança nascida no concelho. De salientar que em 2016 nasceram no concelho de Alcobaça 342 crianças, sendo a maioria raparigas.

   Desemprego de 6,4% muito abaixo da média nacional

 
 Paulo Inácio junto do gráfico referente à taxa de desemprego
Paulo Inácio destacou a baixa no número de desempregados registada de forma consecutiva nos últimos anos – de 3172 no final de dezembro de 2013 para 1679 no mesmo mês de 2016. Segundo o edil, a baixa do número de desempregados inscritos nos centros de emprego é também um sinal positivo da “boa saúde” que o concelho atravessa. Segundo os dados apresentados, Alcobaça termina 2016 com uma taxa de desemprego muito abaixo da média nacional, com 6,4%, que compara com os 11,1% da média nacional, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

   Outro dado que pode também ajudar à redução da taxa de desemprego é o crescimento do turismo na ordem dos 24% entre 2014 e 2015 e uma variação positiva de 11% do número de dormidas, no mesmo período.

   Alcobaça: área ardida foi menor em 2016


   Em 2016 foram registadas no concelho de Alcobaça 88 ocorrências sendo a área ardida de 21,7 hectares. Segundo Paulo Inácio, “são dados que contrastam claramente com o preocupante panorama nacional de incêndios vivido no ano transato e que se justificam pelo trabalho de organização, prevenção e vigilância que tem vindo ser efetuado pelo Serviço Municipal de Proteção Civil”.

   Alcobaça registou em 2016 um número de ocorrências de incêndios acima da média distrital, mas a área ardida situa-se significativamente abaixo da média do distrito de Leiria, o que, afirmou Paulo Inácio “atesta a eficiência e rapidez de ação de todos os agentes de Proteção Civil.” Além disso, o autarca destaca o papel importante que o município tem desenvolvido na prevenção e sensibilização para os incêndios quer através dos GIPS, quer da Proteção Civil Municipal.

   Mónica Alexandre
01-03-2017
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