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Edição Nº 226 Director: Mário Lopes Quinta, 17 de Outubro de 2019
Com apoio de fundos europeus através do Centro 2020
Sinagoga de Tomar abre Núcleo Interpretativo após obras de requalificação do edifício
   
Inauguração Núcleo Interpretativo da Sinagoga de Tomar
             e Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto
O Núcleo Interpretativo da Sinagoga de Tomar e Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto foi inaugurado esta terça-feira, dia 15 de outubro. Monumento nacional classificado desde 1921, o templo hebraico é um dos mais visitados de Tomar, apenas suplantado pelo Convento de Cristo. Há muito, porém, que necessitava de obras de reabilitação, sobretudo devido aos efeitos da humidade na sua estrutura, tendo o Município submetido uma candidatura a fundos comunitários através do Centro 2020, que permitiu a intervenção naquele espaço. Paralelamente, a autarquia candidatou a intervenção no espaço anexo, para instalação do núcleo interpretativo, ao mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants), que financiou o equipamento e os conteúdos em formato digital.

   Assim, os visitantes, para além de um espaço com renovada dignidade, passam a ter acesso ao espaço adjacente que reúne um vasto conjunto de informação sobre a presença sefardita em Tomar, particularmente em suporte digital, incluindo, por exemplo, dados sobre todos os judeus locais envolvidos em processos da Inquisição. O espaço apresenta ainda peças do espólio do museu.

  
                          Montra do Núcleo Interpretativo
A Sinagoga de Tomar deve ter sido construída no final da primeira metade do século XV, tendo sido o único edifício construído de raiz para o efeito em Portugal que chegou aos nossos dias. Financiada por uma elite de judeus, próximos da Ordem de Cristo e da família real que a administrava, a sua construção seguiu de muito perto o estilo gótico e estava perfeitamente integrada nos sítios usuais para as casas de oração dos judeus: um local recolhido a meio da judiaria.

   Após o édito de expulsão dos judeus, o edifício foi transformado em cadeia do concelho e, mais tarde, em ermida da invocação de S. Bartolomeu. No Séc. XIX chegou a funcionar como celeiro e armazém de mercearias.

  
                                       Peça do Museu
Apesar da classificação como monumento em 1921, só dois anos depois é que Samuel Schwarz, judeu polaco investigador da Cultura Hebraica, a salvaria do estado caótico em que se encontrava, adquirindo-a e recuperando-a, tendo vindo a doá-la, em 1939, ao Estado Português para a instalação do Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto.
 
   Fonte: GCI|CMT
17-10-2019
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