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Edição Nº 79 Director: Mário Lopes Segunda, 14 de Maio de 2007
Reunindo obras de 40 nomes primeiros da arte nacional
Armazém das Artes abre ao público primeira exposição de escultura em Alcobaça

    


José Aurélio na visita à exposição

O Armazém das Artes inaugurou, no dia 12 de Maio, a exposição “Escultura com Afectos”. Esta mostra representativa da melhor arte portuguesa dos últimos 50 anos, irá ficar patente ao público no período da tarde, até ao dia 16 de Setembro, estando previstas conferências e debates com a participação de autores e críticos de arte. No final, teve lugar um concerto com o grupo Opus Ensemble. A pianista Olga Prats, a violetista Ana Bela Chaves, o contrabaixista Alejandro Erlich Oliva e o oboísta Pedro Ribeiro,  interpretaram com mestria obras de Haydn, António Vitorino de Almeida, Beethoven e Fernando Lopes-Graça.  

     


"Meninas rabo de cavalo", executado a partir de desenho de Cruzeiro Seixas (1998)

Algumas centenas de pessoas passaram nesta tarde pelo magnífico espaço do Armazém das Artes, na inauguração da sua primeira exposição de escultura. Entre os presentes, esteve o presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, Manuel Freire, e o escultor José João Brito, membro do júri da Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande. Coube a José Aurélio e a Sara Matos, também escultora e membro da Direcção do Armazém das Artes, apresentarem as obras expostas, cada uma com uma história diferente.

       Os artistas convidados para figurarem nesta exposição com cerca de uma centena de obras representam várias gerações de pintores e escultores portugueses que, ao longo de mais de 50 anos, privaram, das mais diversas formas e intensidades, com o escultor José Aurélio.

     


"Retratos de amigos", de José João Brito
 (1981/2005)
Nos vários pisos do edifício, estão representadas obras de Alberto Carneiro, Álvaro Carneiro, Ana Vieira, Ângelo de Sousa, António Areal, António Viana, Armando Alves, Artur Rosa, Carlos Barreira, Clara Meneres, Cruzeiro Seixas, Eduardo Nery, Espiga Pinto, Francisco Tropa, Graça Costa Cabral, Gustavo Bastos, Helena Almeida, Irene Vilar, Isabel Garcia, Joana de Vasconcelos, João Charters de Almeida, João Cutileiro, João Hogan, João Vieira, Jorge Pinheiro, Jorge Vieira, José Aurélio, José João Brito, José Rodrigues, Júlio Pomar, Lagoa Henriques, Marcelino Vespeira, Martins Correia, Os 4 Vintes, Paulo Neves, Quintino Sebastião, Rogério Ribeiro, Rui Chafes, Rui Vasquez, Sérgio Vicente, Virgílio Domingues, Virgínia Fróis e Zulmiro de Carvalho.  

      


"Tocadora de Ocarina",
de Jorge Vieira (1985)

Instado a pronunciar-se sobre a colecção, o escultor José João Brito considera tratar-se de “obras de nomes primeiros da arte nacional”, dentro do grupo de amigos de José Aurélio, embora admita estarem ausentes alguns “nomes de muito mérito que têm representado Portugal em exposições no estrangeiro.” Entre os nomes expostos, destacou os de Jorge Pinheiro, Zulmiro de Carvalho, Rui Chafes, Eduardo Nery, Martins Correia, Irene Vilar, Alberto Carneiro, Armando Alves e Rogério Ribeiro.

      


Trabalho em renda de Joana Vasconcelos
 sobre cabeça de touro de Bordalo Pinheiro
Relativamente à abertura ao público deste centro cultural, José João Brito enalteceu a “obra de um artista que muito prezo e respeito”, criticando, ao mesmo tempo, os poderes públicos por não assumirem estes projectos e caírem no marasmo.  “É uma grande carolice e só por um grande amor à arte se faz uma coisa destas”, observou.  

     


"Memória recuperada (Eduardo Luís) "
de Lagoa Henriques (1975)

O escultor lembrou a presença na inauguração do Armazém das Artes do secretário de Estado da Cultura, do ex-Presidente da República Mário Soares e de diversos professores das escolas de Belas Artes de Lisboa e do Porto, lamentando que “nas autarquias e nos partidos políticos não haja pessoas com vistas largas” e não dêem habitualmente continuidade aos projectos culturais. O facto da direcção da Fundação ser composta apenas por artistas é, na opinião de José João Brito, uma boa aposta porque “os artistas é que têm os sonhos e conhecem os problemas.”  

     


"Escultura", de Alberto Carneiro (1967)

No final, José Aurélio não quis adiantar o programa do centro cultural para os próximos meses devido ao facto de ter muitas actividades previstas em agenda e não querer sobrepô-las com outras actividades culturais que se realizem em Alcobaça. No entanto, garantiu que a sua divulgação está para breve.

       Mário Lopes

14-05-2007
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17-02-2011 às 08:44
Conseils tres interessants. A quand la suite?
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