| Vieira de Leiria, Marinha Grande |
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Primeiro-ministro inicia nova estratégia e planta sobreiros no Pinhal de Leiria |
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 António Costa acompanhado de uma criança durante a plantação do sobreiro O primeiro-ministro António Costa participou no dia 22 de janeiro, em Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande, na plantação de cerca de 300 sobreiros, iniciativa integrada na estratégia de recuperação do Pinhal de Leiria. Recorde-se que no dia 15 de outubro de 2017 ardeu mais de 85% da área do Pinhal do Rei, ou seja cerca de 9 mil e 500 hectares. A iniciativa decorreu junto à Escola Loureiro Botas, onde os alunos do Agrupamento de Escolas da Vieira de Leiria também plantaram árvores, nos talhões que o ICNF dedicou ao voluntariado, apadrinhados por diferentes instituições. No total, irão ser plantadas 1500 árvores num total de 4,5 hectares, que funcionarão como área de protecção à povoação de Vieira de Leiria.
 Entrega do donativo de Aga Khan Além de António Costa, participaram nesta iniciativa, o ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas, Capoulas Santos; o secretário de Estado das Florestas, Miguel Freitas; o presidente do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Rogério Rodrigues e o director regional do Centro, Rui Passarinho; a presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Cidália Ferreira, além de outras entidades locais e regionais.
A ocasião foi aproveitada também para apresentar os talhões dedicados ao voluntariado, patrocinados pelo BCP Paris, EuropCar, Siemens e Aga Khan, os quais comparticiparam nos custos do corte de árvores e preparação do terreno para replantação. Na ocasião, o presidente do ICNF apelou a que mais instituições sigam o exemplo das restantes e possam apadrinhar a reflorestação de outros talhões do Pinhal. Na mesma sessão, a Fundação Aga Khan entregou ao ICNF um donativo de 100 mil euros para apoio à reflorestação do Pinhal do Rei.
 António Costa, Capoulas santos, Rui Rosmaninho e Rogério Rodrigues Depois da plantação dos sobreiros, António Costa e a restante comitiva dirigiram-se em autocarro para a Marinha Grande. Durante o percurso, puderam observar a área ardida e o corte de árvores já afetuado, numa faixa de 25 metros ao longo das vias principais que percorrem o Pinhal, que colocavam em segurança a circulação de pessoas e bens.
Na ocasião, António Costa destacou a importância do Pinhal do Rei para a economia da região e do país e a necessidade de “começar já a replantar este pinhal” mas alertou que “agora temos a oportunidade de ao fazer, fazer diferente e fazer melhor” e “ter a coragem de cortar o que tem que ser cortado para termos um território mais seguro”, o que implica também a plantação de espécies florestais mais resistentes ao fogo, como os sobreiros.
 Abate de árvores queimadas junto à estrada António Costa salientou a importância da envolvência da sociedade civil neste que é “um trabalho que não se faz em dois ou três anos, irá durar décadas” mas onde “queremos que a floresta seja uma fonte de riqueza para as gerações vindouras e não uma ameaça.”
Mónica Alexandre
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| 23-01-2018 |
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