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Edição Nº 84 Director: Mário Lopes Segunda, 15 de Outubro de 2007
Caldas da Rainha
Núcleo Oeste da Amnistia Internacional promove encontro contra discriminação homossexual

     


Cartaz

O Núcleo do Oeste da Amnistia Internacional, sensível ao que fundamentou um ano europeu para a igualdade de oportunidades para todos, e no âmbito da campanha da Amnistia Internacional ‘Discriminar não é Humano’, vai promover uma reflexão sobre uma das formas de discriminação ainda existente, a discriminação relativa à orientação sexual na sua forma de homossexualidade. A sessão terá lugar no dia 20 de Outubro (sábado), às 21h30, na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha.

       “O que nos orienta é um princípio básico universal e elementar (consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos): somos todos iguais em direitos e deveres. Discriminar, separar, desconsiderar são acções e pensamentos que não encontram fundamento nenhum. Podemos fazer um exercício de busca desse tal fundamento que não o encontraremos”, refere o Núcleo do Oeste da Amnistia Internacional que pretende com esta reflexão fazer o levantamento das supostas “razões” que levam a essa discriminação e mostrar que são tudo menos razões.

      “É fazer algo que é fundamental par uma melhor cidadania, partilhar ideias e perceber quais as que têm sustentabilidade e quais as que não têm. É correr o risco (positivo)  de descobrir que podemos estar enganados ou encontrar nessa partilha mais razões fortes para sustentar as boas ideias”, sublinha.

      O Núcleo do Oeste da Amnistia Internacional sublinha ser também importante “delinear o que cada um de nós pode efectivamente fazer (no sentido práxico) para acabar com isto que não é humano – a discriminação. A discriminação enferma a humanidade, traz infelicidade, pobreza, revolta, vai contra a dignidade que todos temos por direito. Não podemos ser coniventes com ela, nem meramente agir por omissão. É preciso saber como e lutar para acabar com ela. Como é possível vivermos descansados sabendo que há pessoas que estão a ver a sua dignidade sob as mais diversas formas posta em causa? Quando um dos seus direitos mais básicos- o direito ao amor – lhes é negado?, questiona, lembrando que “cada um de nós tem tanto a fazer nesta luta e não é difícil descobrir o quê.”

      Assim, o Núcleo do Oeste da Amnistia Internacional convida as pessoas a ouvir  e conversar com um grupo de jovens que ajuda outros que já foram alvo de discriminação. “Vamos pensar juntos, vamos construir um mundo melhor”, conclui.

15-10-2007
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