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Edição Nº 223 Director: Mário Lopes Sexta, 5 de Julho de 2019
Trabalho efetuado pelo Município e diferentes agentes educativos que atuam no território foi reconhecida
Alcobaça passa a integrar a Rede das Cidades de Aprendizagem da UNESCO
  
  Logótipo da Rede das Cidades de Aprendizagem da UNESCO
Após uma candidatura elaborada durante o 1.º trimestre de 2019, que defendia e demonstrava o trabalho efetuado pelo Município e pelos diferentes agentes educativos que atuam no território, Alcobaça foi reconhecida no passado dia 28 de junho, pela UNESCO, como Membro da Rede das Cidades de Aprendizagem.

  Nas palavras da UNESCO, a Rede integra cidades capazes de responderem às necessidades de aprendizagem dos seus cidadãos de utilizar os recursos de forma mais eficaz e assim proporcionar oportunidades de aprendizagem, de promover a igualdade, a justiça social, manter a coesão social e de criar uma prosperidade sustentável. Visa promover o diálogo e a aprendizagem partilhada entre as cidades que a integram, estabelecendo laços e parcerias, na perspetiva da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis.
 
    O que fazem as cidades de aprendizagem?
 
· Promovem uma aprendizagem inclusiva desde a educação básica ao ensino superior
· Revitalizam a aprendizagem nas famílias e no local de trabalho
· Melhoram a qualidade e a excelência na aprendizagem
· Fomentam uma cultura de aprendizagem ao longo da vida

     A Rede das Cidades de Aprendizagem foi aprovada em 2013, na Declaração de Pequim sobre Aprendizagem ao Longo da Vida para todos: promover a inclusão, a prosperidade e a sustentabilidade nas suas cidade, com o objetivo de fortalecer uma visão pioneira da aposta na educação como caminho para a igualdade; incentivar o ambiente criativo propício à partilha de conhecimento, cooperação e resolução coletiva de desafios; promover a melhoria do sucesso educacional através do desenvolvimento de atividades culturais (parceria com educação formal e não formal); desenvolver, por um lado, o espírito competitivo (individual e institucional) num mercado global através da aprendizagem e inovação e criar conjuntamente ferramentas para novos desafios e, por outro lado, as competências do público, gerando um crescente e crítico sentido e reflexão sobre o ambiente que envolve isto; contribuir para o crescimento da democratização cultural; envolvendo os diferentes públicos no processo de construção de projetos de intervenção foram as principais motivações para a adoção e defesa do conceito de cidade de aprendizagem.

     Fonte: GRPG|CMA
05-07-2019
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