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Edição Nº 234 Director: Mário Lopes Segunda, 27 de Julho de 2020
PCP reclama manutenção dos direitos dos trabalhadores
SPAL continua em lay-off e prepara redução significativa do número de trabalhadores
   
 Maioria dos trabalhadores da SPAL são
    dos concelhos da Nazaré e Alcobaça
A SPAL – Sociedade de Porcelanas de Alcobaça, S.A. – com sede em Valado dos Frades, concelho da Nazaré, está a preparar uma “grande transformação” na empresa.

   O PCP recorda que tem vindo a afirmar que “a crise de saúde pública provocada pela COVID-19 iria servir de pretexto para todos os atropelos aos trabalhadores, tentando o grande capital, com tais manobras, tornar intactas as suas pretensões de aumentar a exploração dos trabalhadores e ao mesmo tempo aumentar os seus lucros.”

   A SPAL, como milhares de outras empresas em Portugal, está neste momento a viver à conta dos trabalhadores por via dos apoios estatais através do recurso ao lay-off penalizando os trabalhadores com tal medida.

   Nos últimos dias mais de 180 trabalhadores (num universo de 300) têm recebido a informação de que a suspensão do seu contrato de trabalho se prolongará até final de agosto, podendo esta suspensão ser prorrogada.

   A SPAL sustenta esta opção com as quebras nas vendas, com os resultados negativos acumulados, que só em 2019 foram superiores a 2 milhões de euros. Justifica-se com a enorme dívida à Segurança Social e com a urgência de renegociação de crédito junto da banca. Entende o PCP que os trabalhadores em nada contribuíram para este cenário, nem podem ser penalizados por responsabilidades que só podem ser acercadas à administração da empresa e às consequências do surto epidémico.

   A SPAL vai mais longe e afirma que só com uma diminuição significativa do número de trabalhadores poderá tornar a empresa viável. O PCP não entende como é que, num quadro em que o que é necessário é apostar na reindustrialização do País e no fortalecimento da produção nacional, tudo isso se fará reduzindo o número de trabalhadores.

   O PCP garante, “pela experiência que tem, que esta suspensão em massa de contratos de trabalho é apenas o início de uma caminhada que tentará colocar muitas dezenas de trabalhadores no desemprego livrando-se a empresa de cumprir escrupulosamente com os direitos consagrados dos trabalhadores.”

    O Partido Comunista Português assegura, em comunicado de 27 de julho, que a luta pela defesa dos trabalhadores, pela sua valorização, pelo reforço da produção nacional e pelo progresso do país, mesmo em pleno verão, não irá de férias.
27-07-2020
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