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Edição Nº 221 Director: Mário Lopes Sexta, 12 de Abril de 2019
Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras
Ministério Público acusa Carlos Bernardes
de plágio em tese de doutoramento
   
                       Carlos Bernardes
O Ministério Público requereu o julgamento em Tribunal Singular de Carlos Bernardes, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, pela prática de um crime de contrafação. Carlos Bernardes doutorou-se em Turismo em 2015 com a tese “As linhas de Torres Vedras: um destino turístico estratégico para Portugal”, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa, mas, segundo o Ministério Público, em muitos dos excertos usados na tese não foram citados os autores, pelo que se presume serem da autoria do doutorando, o que configura o crime de plágio. A pena pode ir até 3 anos de prisão.

    Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, no essencial, ficou suficientemente indiciado que o arguido, em setembro de 2015, com vista à obtenção do Grau Académico de Doutor, apresentou, numa Universidade em Lisboa, uma tese de Doutoramento, tendo realizado publicamente a defesa perante o respetivo Júri, onde ficou aprovado.

     No entanto, apurou-se que esta tese de doutoramento foi criada a partir de textos publicados ou divulgados em data anterior e de outros autores, tendo o arguido procedido à introdução de ligeiras modificações como alterações para conformação com o novo acordo ortográfico, substituição de palavras por sinónimos, substituição de verbos por expressões nominais, alterações de géneros gramaticais de palavras ou substituições de verbos, alteração da ordem das palavras e supressões de partes dos textos originais, que o arguido utilizou como se fossem próprios e da sua exclusiva lavra.

    Segundo o jornal Público, o alerta foi lançado num artigo de opinião publicado no jornal local Badaladas, a 20 de Janeiro de 2017, assinado pelo antigo vereador socialista Jorge Ralha.

   O arguido encontra-se sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência.

    O inquérito foi dirigido pelo MP da 5ª secção do DIAP de Lisboa.
12-04-2019
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