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Edição Nº 225 Director: Mário Lopes Quarta, 2 de Outubro de 2019
Câmara Municipal delibera medida por unanimidade
Pedreira do Caramulo vai ser classificada como Sítio de Interesse Municipal da Batalha
   
    Pedreira do Caramulo serviu para restaurar o Mosteiro
                  da Batalha após o terramoto de 1755
A Câmara da Batalha vai avançar com o procedimento administrativo relativo à classificação da Pedreira Histórica do Caramulo, localizada na Freguesia de Reguengo do Fetal, como Sítio de Interesse Municipal, incluindo a proposta de fixação de uma Zona Especial de Proteção.

   Na proposta apresentada no dia 30 de setembro, que mereceu a concordância dos vereadores, o presidente da Câmara da Batalha, Paulo Santos, defende que “as evidências científicas existentes, permitem sustentar sem margem para dúvida que a pedreira em causa corresponde a um dos locais de onde foi extraída a pedra que serviu para a construção do Mosteiro da Batalha e para os trabalhos de recuperação do monumento, após o terramoto de 1755”.

   De acordo com informações técnicas, a pedreira do Caramulo encontra-se me excelente estado de conservação e constituí um bom exemplar do longo e árduo processo construtivo do Mosteiro da Batalha, no qual foram usados de forma intensiva os recursos minerais da região do Reguengo do Fetal, onde, recorde-se, já foram identificadas e classificadas as Pedreiras de Valinho do Rei e de Pidiogo.

  Com a decisão tomada esta segunda-feira, a Câmara Municipal da Batalha vai instruir o processo técnico junto da Direção Regional de Cultura do Centro, atendendo à necessidade da sustentação da classificação da pedreira em causa como Sítio de Interesse Municipal e que, nos termos da legislação em vigor, carece de parecer prévio favorável da Direção Geral do Património Cultural.

   Entende ainda o autarca que, “a partir da abertura do procedimento de classificação, os bens imóveis em vias de classificação beneficiam automaticamente de uma zona geral de proteção provisória (ZEPP) de pelo menos 50m em torno dos seus limites externos, cujos efeitos persistem até à publicação da respetiva zona especial de proteção (ZEP), destinada a salvaguardar o enquadramento paisagístico e condições de preservação e fruição e do bem imóvel classificado”.
 
    Fonte: MB
02-10-2019
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