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Edição Nº 80 Director: Mário Lopes Quarta, 13 de Junho de 2007
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Jorge Custódio deixa Convento de Cristo

      Jorge Custódio deixou de ser director do Convento de Cristo no dia 31 de Maio. Em carta de despedida, Jorge Custódio anuncia o seu regresso ao Palácio da Ajuda, para “continuar a servir a causa do Património e do País.” Sem indicar os motivos da sua saída, o professor refere que “independentemente da minha vontade pessoal, da motivação e do meu desempenho como director do Convento de Cristo, decidiu o senhor director do IGESPAR não renovar a minha Comissão de Serviço.” Iria Caetano, que deixa a direcção do Panteão Nacional, é a nova directora do Convento de Cristo.

      Na sua carta, o ex-director sublinha que “o Convento de Cristo não é um monumento qualquer. A sua complexidade histórica, artística, arquitectónica, arqueológica, simbólica, documental, técnica e patrimonial requer o desenvolvimento de um paradigma moderno para o património em Portugal, uma figura de conhecimento, de estratégia, de organização da valorização e da conservação e restauro que confira unidade de acção em prol dos valores inerentes à herança cultural.”

      Jorge Custódio espera que “continuem a encontrar no Convento de Cristo a vossa casa e o vosso motivo de orgulho, tanto como valor insubstituível, como recurso cultural. Embora, o Convento de Cristo seja um recurso cultural não renovável, existe para servir a comunidade, para ser vivido e fruído por todas as classes e faixas etárias, gerar memórias, transmitir e criar conhecimentos, melhorar a relação dos públicos com a arte, a história e a cultura, fazer ciência, desenvolver Portugal e o seu património.”

       Além disso, apela a todos aqueles que de alguma forma são amigos do Convento que “continuem em encontrar nesta casa um alento para as vossas convicções e esperanças numa mais profunda qualificação do Convento de Cristo e dos monumentos e conjuntos que o integram (Ermida da Conceição, Castelo de Gualdim Pais, Aqueduto e Cerca dos Sete Montes).”

      Jorge Custódio termina referindo que a classificação do Convento de Cristo como Património Mundial em 1983 se inscreveu “no horizonte da sua autenticidade, integridade e excepcionalidade. A sua diversidade patrimonial requer que essa universalidade lhe seja conferida à totalidade do seu espaço e à integridade do seu espírito do lugar (o "genius loci").”

13-06-2007
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