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Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça inaugura novas instalações |
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 Novo edifício e anterior edifício matriz requalificado As novas instalações da Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça vão ser inauguradas no dia 29 de Janeiro, às 11h, com a presença de um representante do Governo, que poderá ou não ser a ministra da Educação. A requalificação de 10 milhões de euros da escola quase centenária, agora com quatro edifícios distintos, as suas valências, os recursos humanos, os cortes nos vencimentos dos professores, a atribuição de bolsas de mérito, foram alguns dos assuntos abordados nesta entrevista concedida pelo director da escola, professor Gaspar Vaz.
A escola, que foi crescendo à medida das necessidades ao longo das nove décadas de existência, é composta agora por quatro edifícios. O primeiro, cuja autoria é atribuída ao arquitecto Raul Lino, foi inaugurado em 1925 para acolher a Escola Agrícola Feminina Vieira Natividade e resultou de um projecto do ilustre alcobacense Manuel Vieira Natividade. Encerrada durante alguns anos, foi requalificada há cerca de 10 anos e acolhe actualmente o Centro de Novas Oportunidades (CNO) e o Centro de Formação do Agrupamento de Escolas de Alcobaça e Nazaré (CEFAE).
O segundo edifício, agora requalificado, foi inaugurado em 1961 e destinou-se a acolher a Escola Técnica de Alcobaça.
O terceiro edifício, então designado de Bloco Novo e actualmente rebaptizado de Cubo, foi inaugurado em 1997 para substituir diversos pavilhões pré-fabricados, instalados no pós-25 de Abril para acolher o aumento da população escolar resultante da democratização do ensino.
O quarto e último edifício foi construído de raiz em 2010 e destina-se a acolher as salas especializadas, como laboratórios, salas de trabalho para professores, salas de informática, gabinete da direcção, biblioteca, refeitório, bar e secretaria, todas já em funcionamento.
Pela escola passaram figuras ilustres, nomeadamente, o ilustre alcobacense e engenheiro silvicultor Joaquim Vieira Natividade, o cantor Zeca Afonso e o actual deputado José Miguel Medeiros, como professores, e Fernando Santo, ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Pinto de Abreu, presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados e advogado dos pais de Maddie, João Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós e Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, como alunos da escola.
Gaspar Vaz: "Com esta intervenção, a escola deixou de ser um conjunto de edifícios dispersos, passou a estar centrada"
 Gaspar Vaz Tinta Fresca - Quantos alunos frequentam a escola? Gaspar Vaz - Em termos de alunos diurnos, temos cerca de 700 alunos, dos quais 83 pertencem aos cursos profissionais, mais 46 alunos que frequentam dois cursos vocacionais de desporto. No ensino nocturno, temos cerca de 100 alunos a nível de Educação e Formação de Adultos (EFA) e 491 alunos no Centro de Novas oportunidades (CNO).
Tinta Fresca - E quantas turmas tem actualmente a escola? Gaspar Vaz - A nível de turmas ensino regular diurno, temos 8 turmas de 10º ano, 8 turmas de 11º, 8 turmas de 12º e 6 turmas de cursos profissionais.
Tinta Fresca - Quantas salas vão passar a funcionar na escola? Gaspar Vaz - Há um aumento significativo de salas, mas sobretudo ao nível da melhoria das instalações específicas, como laboratórios, gabinetes de trabalho, salas de informática, oficinas de electricidade. Para além da qualidade das salas de aula que é incomparável e sem contar com as salas do chamado Bloco Novo, a escola ganhará, sobretudo, em termos de instalações específicas. Todo o anterior Bloco Matriz vai ser quase integralmente destinado a actividade lectiva, enquanto até agora tinha os serviços administrativos, a direcção e o ginásio, que continua como sala polivalente.
A secretaria, o conselho executivo e a reprografia transitaram para este edifício novo, assim como os laboratórios. Os laboratórios de Física e Química e as salas de laboração, que estavam muito desactualizados, transitaram para este edifício novo. Assim, no antigo edifício matriz teremos quase só actividade lectiva pura, são 26 salas. No edifício novo temos quatro laboratórios, de Química, Física, Biologia e Geologia, três salas de informática, uma oficina de electricidade, salas de desenho, oficinas de traço, para além de três gabinetes de trabalho de docentes.
Tinta Fresca - Quantos professores leccionam na escola? Gaspar Vaz - Neste momento, 82 ou 83 professores.
Tinta Fresca - E qual o número de funcionários? Gaspar Vaz – Neste momento, temos 20 assistentes operacionais e 7 assistentes técnicos, o que é minimamente insatisfatório.
Tinta Fresca - Os recursos humanos que têm são adequados? Gaspar Vaz - Não. O pessoal docente necessário é justificado pelo número de turmas existente. Em relação ao pessoal não docente, os números são insuficientes tanto de assistentes operacionais como de assistentes técnicos e ficam aquém daquilo que a própria portaria regulamentar informa.
 Escola Velha Tinta Fresca - Quais seriam os recursos adequados para o normal funcionamento da escola? E quais seriam os recursos aceitáveis? Gaspar Vaz - É muito difícil dizer isso, porque a própria portaria está desajustada, como já foi reconhecido pela Tutela. Há uma série de serviços e valências que a escola tem, desde CNO, a CEFAE, a ensino profissional e ensino nocturno que obrigam a uma maior atribuição de funcionários do que a própria portaria prevê. Além disso, temos muito pessoal que está há muito tempo em baixa prolongada. Para estarmos de acordo com a portaria, que já é draconiana em termos de meios, nós teríamos que ter mais dois ou três assistentes operacionais e um ou dois assistentes técnicos, sem contar com aqueles casos de doença crónica prolongada. Hoje, temos metade dos efectivos que a escola tinha em 2002.
Tinta Fresca - Os funcionários reformados entretanto foram substituídos? Gaspar Vaz - Não. E além dos funcionários que se foram reformando, ainda cedemos funcionários a várias instituições de ensino vizinhas, de Pataias, de Alcobaça (Frei Estêvão Martins e EPADREC) e Batalha porque há alguns anos veio transferido para a escola pessoal não docente oriundo de uma série de proveniências que não tinham muito a ver com a escola. Essas dispensas para outras escolas justificaram-se porque o número destes funcionários (indiferenciados) começou a ser excessivo. Apesar destes fazerem tudo o que era preciso fazer, não tinham de modo nenhum o perfil indicado para desempenhar as suas tarefas. De modo que quero prestar homenagem a todos os meus colaboradores não docentes que fizeram o que podiam e o que não podiam para desempenhar funções para as quais não estavam minimamente preparados.
Tinta Fresca - A requalificação da escola proporcionou também uma aposta em energias renováveis, nomeadamente, de painéis solares? Gaspar Vaz – Estava prevista uma pequena central fotovoltaica, que por questões de natureza financeira acabou por não ser possível, mas mesmo assim o aquecimento de água vai ser completamente assegurado por uma bateria de cerca de 100 painéis solares, que estão colocados no pavilhão gimnodesportivo.
Tinta Fresca - Outra questão importante é também o apoio que a escola dá aos alunos, nomeadamente através de uma psicóloga, que nos últimos anos tem estado ao serviço de várias escolas do concelho. Como está a situação actualmente? Gaspar Vaz – Nesse aspecto somos privilegiados, porque efectivamente temos uma psicóloga que esteve o ano passado repartida entre nós e a Escola Frei Estêvão Martins, mas que este ano está colocada nesta escola. Obviamente, sabendo nós que o Agrupamento de Escolas Frei Estêvão Martins bem como o D. Pedro têm necessidades, que se calhar são maiores e diferentes das nossas, nós de uma maneira voluntária vamos continuar a apoiá-las também.
 Interior do novo edifício Tinta Fresca - Sabemos que a escola tem contratos com empresas exteriores que asseguram a limpeza e a jardinagem. Esses contratos são feitos pela própria escola ou pelo Ministério da Educação? Gaspar Vaz – Eram feitos, nomeadamente até ao ano passado, pela escola. Este ano o Ministério da Educação achou, e mal, fazer os contratos, e não é só a minha interpretação os dados corroboram completamente a minha opinião. Basta dizer o seguinte: as empresas de limpeza contratadas pela escola custavam cerca de 30 mil euros/ano e este ano vão custar cerca de 42 mil euros/ano. O que quer dizer um aumento brutal, que ainda por cima vai ter de ser suportado pela escola.
Talvez tenha havido alguma parte menos conseguida da escola no processo porque a determinada altura nós demos como adquirido que íamos ter aquela empresa e era-nos pedido uma declaração de compromisso daquela verba, mas não nos tinha sido dito de maneira clara que essa declaração tinha de ser feita pelo Gabinete de Gestão do Ministério da Educação. Peguei nessa declaração de compromisso, de que aquela verba ia ser inscrita no orçamento de Estado para este ano, e enviei-a para o aprovisionamento do Ministério da Educação e, com muito espanto meu, afinal a declaração devia ser cabimentada pelo Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação. Este afinal não deu cabimento a tudo e fez o que era razoável que era aumentar a participação que já tinha na limpeza, mas o remanescente a escola vai ter que suportar. Pelo menos até agora, temos menos serviços e menos limpeza, esta empresa está a fazer menos do que a empresa anterior.
Tinta Fresca - O que é que a escola vai fazer perante esta situação? Gaspar Vaz – A escola vai junto da DRELVT, tentar fazer valer o seu ponto de vista. É inaceitável que pelos mesmos serviços ou menos serviços e, neste caso e neste momento, são menos serviços, se esteja a pagar mais 11 mil euros. Estamos a falar de 35% de aumento!
Tinta Fresca - Foram este mês feitos os primeiros pagamentos de vencimento aos professores, onde já se verificaram os cortes anunciados pelo Ministério da Educação. Considera que essa situação provocou desmotivação nos professores? Gaspar Vaz – Espero que não. Também sou professor e por ser professor dirigente também não fujo a esses cortes e sou cortado ainda mais. A diferença do meu vencimento com as funções desempenhadas como dirigente era até agora, em relação ao professor mais bem classificado de alguma relevância, neste momento de mais ou menos 50 a 60 euros a mais do que os professores que estão no topo da carreira. Eu estou no topo da carreira e desempenho funções de director da escola e a diferença disso neste momento é à volta de 60 euros. Esta é uma questão em que estou totalmente em desacordo, mas a minha motivação para fazer as coisas é a mesma.
Noto a vida mais complicada, a minha mulher também é professora e ainda há pouco tempo fizemos um investimento de mudança de residência a contar com que a carreira de professor fosse progredindo, que não houvesse congelamentos, que não houvesse regressões. Estávamos todos a pensar num cenário que não se verificou. Nenhum português se calhar estava a pensar que fosse acontecer a Portugal o que está a acontecer. Há um estado de espírito em que não posso estar de acordo com determinado tipo de coisas, sobretudo, quando se vê que o mexilhão é sempre da mesma cor e que é sempre mais ou menos do mesmo tamanho e que quem o manda contra as rochas são ondas cada vez maiores. Mas, tirando isso, somos profissionais.
 Praça central com espaços ajardinados Tinta Fresca - Mas não encontra desmotivação entre alguns professores? Gaspar Vaz – Claro que sim, mas nós apesar de tudo temos um emprego, temos uma profissão e acho que, sem ser demagogo, que a gente deve olhar para todos os sentidos: para cima e encontrará sempre figurões que nos dão cabo da vida; para o lado e encontramos os nossos iguais e, se olharmos para baixo, encontramos muita gente que está pior do que nós. Temos que fazer este esforço para não sermos cegos, mas o que me irrita não é ser cortado em 400 ou 500 euros ou mais, é não saber se esse sacrifício serve para alguma coisa. Isso faz-me pensar se vale a pena o luxo tremendo de ser português.
Tinta Fresca - Falando agora das obras que foram realizadas na escola. O que foi efectivamente feito? Gaspar Vaz – Esta é uma questão que me dá optimismo porque mostra que em Portugal se fazem coisas bem feitas. Esta remodelação é efectivamente uma coisa muito bem feita e é preciso que as pessoas saibam que quem está numa escola destas tem um privilégio enorme, porque está numa escola que não deve nada às melhores escolas espalhadas pela Europa e pelo mundo inteiro.
Só em termos tecnológicos, quase todas as nossas salas vão ser equipadas com quadros interactivos. Mas além disso há uma concepção de escola completamente diferente. A escola D. Inês de Castro era um conjunto de construções sem nenhuma matriz, sem nenhuma unidade, sem nenhum centro, sem nada. Com esta intervenção, a escola centra-se efectivamente. Quem aqui entra percebe que há uma unidade do espaço, que há uma unidade simbólica. O que havia até aqui era primeiro uma ruína da Escola Velha, depois uma escola a degradar-se, depois umas instalações muito aceitáveis no Bloco Matriz e um Bloco Novo feito um pouco longínquo do restante.
O mais importante era fazer um centro, porque o problema de centrar uma escola é muito importante e nós agora temos um conjunto edificado que converge para este espaço (novo edifício). De um lado a matriz, do outro lado um pavilhão gimnodesportivo a ver-se no seu todo e que até agora estava escondido e um Bloco Novo que vai ficar fora do plano funcional da escola, e depois a escola propriamente dita, centrada na recepção, na biblioteca, nos serviços administrativos e na direcção.
Tinta Fresca – Qual é o prazo de garantia do edifício novo? Gaspar Vaz – Isso são pormenores que me escapam, mas o importante é que até agora havia obras na escola, fazia-se um auto de entrega, os empreiteiros iam-se embora e a escola ficava praticamente entregue a si própria. Neste momento, tal não acontece, além do projecto e do plano de , há também um plano de conservação e isso é muito importante. Nomeadamente vai haver a figura de um zelador, que é uma pessoa que vai ficar encarregue de zelar pelo bom funcionamento dos equipamentos, das instalações e fazer pequenas reparações ou convocar as garantias que não deixarão de ser exercidas se se justificar.
Tinta Fresca - A escola foi também equipada com ar condicionado. Esta não será uma factura elevada para a escola? Gaspar Vaz – É uma factura elevada. A escola já tinha aquecimento em todas as salas. O plano que agora é implementado é mais racional que o plano anterior, muito embora tivéssemos feito à nossa custa uma infra-estruturação da rede eléctrica para que fosse centralmente gerido o aquecimento da escola, em vez de ser aparelho a aparelho. O plano de ar condicionado é um plano muito mais racional, pode ser programado e não acontece como no outro, em que o ar só aquecia mesmo que estivesse sol. Este programa é um programa mais racional e é preciso ter muito cuidado com estes equipamentos e isso vai necessariamente trazer uma factura bastante mais considerável.
Tinta Fresca – Vai haver uma maior racionalização dos equipamentos? Gaspar Vaz – Muito, muito, enquanto até aqui se geria a crise e a falta, agora temos que gerir a abundância, porque senão estamos mal.
Tinta Fresca - Ainda estão a decorrer obras no edifício matriz, estarão concluídas aquando da inauguração, no próximo dia 29 de Janeiro? Gaspar Vaz – Sim, estarão, faltam pormenores e acabamentos. As salas do 2º piso e do rés-do-chão estão completamente prontas com excepção dos quadros interactivos que estão a ser instalados. O mobiliário final ainda não veio porque o programa de requalificação da Parque Escolar – EPE foi bastante ambicioso, mas veremos se haverá uma estrutura que aguente isto tudo.
Tinta Fresca - Mas o mobiliário chegará a tempo da inauguração? Gaspar Vaz – Estará em condições de funcionar na altura da inauguração com o mobiliário definitivo ou com outro.
Tinta Fresca - Relativamente a custos, qual o orçamento desta remodelação? Gaspar Vaz – Rondará os 10 milhões de euros.
Tinta Fresca - Qual o valor da comparticipação do QREN? Gaspar Vaz – Não sei o valor nem a nível do plano geral da Parque Escolar nem a nível desta obra em particular.
Tinta Fresca - Qual a empresa que efectuou os trabalhos? Gaspar Vaz – Foi um consórcio formado por duas empresas de Braga: Alexandre Barbosa Borges – ABB e a Britalar.
Tinta Fresca - Quanto tempo demorou esta requalificação? Gaspar Vaz – Decorreu desde Agosto de 2009 até agora. Mas ainda não está tudo concluído, ainda há a passagem pedonal dos alunos coberta que vai ser feita e mais uns arranjos.
Tinta Fresca – Estará concluída até ao final do ano escolar? Gaspar Vaz – Sim.
Tinta Fresca - Falemos agora das Bolsas de Mérito. Concorda com este método de atribuição, em que apenas os alunos já subsidiados são abrangidos? Considera que os valores deveriam ser redistribuídos de forma a abranger mais alunos? Gaspar Vaz – O princípio é muito bom, ou seja, a atribuição de bolsas e dos apoios são entregues a quem prova, bem ou mal, que precisa de apoio. O problema é muitas vezes as pessoas não são completamente honestas nos meios de prova que exibem. Mas o quantitativo da Bolsa de Mérito tem que ter algum significado para puder produzir algum efeito. Se está adequado ou não, não tenho opinião. Não tenho opinião sobre muita coisa e sobre as Bolsas de Mérito é a mesma coisa, eu acho que o quantitativo das Bolsas de Mérito é razoável e é bom.
Estava mais contra determinados apoios que eram dados no âmbito do POPH – Programa Operacional Potencial Humano, para os cursos profissionais, que de maneira cega atribuía subsídios muitas vezes mais e maiores a quem não precisa. Isso sim, são critérios criticáveis, que não aplicaria e não apliquei e que depois a legislação veio dar-me razão. Em relação às Bolsas de Mérito, oxalá que o País tenha capacidade para mantê-las, o que não me parece possível.
Tinta Fresca – O que gostaria de ter mais para que a escola funcionasse melhor? Mais autonomia, mais funcionários, mais professores, mais opções de cursos, mais equipamentos? Gaspar Vaz - Mais equipamentos não, não haverá necessidade de nenhum upgrade nesse aspecto. Mais funcionários, sim. Mais autonomia, também, uma autonomia responsabilizada e responsabilizante, uma autonomia que permitisse fazer equipas, em vez de ter aqui um conjunto de pessoas. Acho que o que faz falta à escola é mais autonomia, a qualquer escola, não só a esta. Assim vai-se fazendo, e acho que se vai fazendo um bom trabalho, temos excelentes profissionais, temos uma grande maioria de professores motivados, mas a escola agora não é ainda uma verdadeira equipa.
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| 28-01-2011 |
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