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Edição Nº 123 Director: Mário Lopes Quinta, 13 de Janeiro de 2011
Opinião
Com Fernando Nobre a Presidente, Portugal será Diferente
    


Henrique Pinto

O Dr. Fernando Nobre tem hoje quase garantida a entrada na segunda volta eleitoral à presidência da República. O que é tanto mais relevante quanto foi silenciado pelos aparelhos, de Estado e partidários, em boa parte da comunicação social, impedindo que o país o conheça melhor. Nem a última sondagem foi publicada, porquanto reflectia a queda abrupta dos candidatos «vedetas», «promovidos a principais» nos dez meses antecedentes! 

   O Dr. Fernando Nobre ganhou os debates televisivos com todos os opositores. Fê-lo sem nunca recorrer a ataques pessoais ou ao insulto. Fê-lo sempre de olhos nos olhos, com respeito e autoridade, e um sorriso de serenidade confiante.

   A minha bandeira como Mandatário Distrital desta candidatura presidencial é a do abandono das «experiências» que fizeram do país um trapo – e que ora estão aí em campanha - e a aposta em alguém jovem com provas dadas no mundo e créditos firmados no respeito pela cidadania, na solidariedade, como o é o Professor Fernando Nobre. 

   Aliás, o Dr. Fernando Nobre é o político emergente mais importante dos últimos trinta anos em Portugal. Mundo fora e cá dentro, sem anúncio prévio, já fez tudo o que os outros ora dizem querer fazer e nunca fizeram. 

   A sua candidatura é a de um homem livre e independente, diplomata, culto, com ideias para o país capazes de suscitarem o aperfeiçoamento dos mecanismos democráticos, hoje maioritariamente caducos e perniciosos, e que nenhum partido quer mudar. O estado real do país, a desesperança, é disso a prova. Mas fá-lo-á promovendo a equidade e sem menosprezo pelos partidos de menor expressão. 

   Se um presidente da República em exercício faz campanha eleitoral a anunciar uma grave crise nacional, ou seja, a capitalizar o descontentamento em relação ao governo, e a configurar já a dissolução do parlamento, em que medida pode, conhecendo-se o seu percurso autoritário, ser um factor de estabilidade no futuro ou em período de crise mais aberta!?

   Ser «político» não é estar mais de trinta anos no parlamento sem nunca ter apresentado um Requerimento sequer, andar a reboque das ideias voláteis e espúrias de Louçã, num marialvismo de pacotilha, banhando-se nas mordomias do Estado, ou estar igual período governando em maré de vacas gordas, perdulário - nunca entrou tanto dinheiro em Portugal sem que se saiba bem para quê! – e sem nunca ter previsto tão pouco uma chuvada na área em que se arroga especialista, a das finanças, alguém com mais seguranças que conselheiros (ajudantes, como se explicou há anos). Isso é «politiqueira», coisa bem diferente do fazer política, de vivo participante na res pública. 

   O Dr. Fernando Nobre já dirimiu questões com mais primeiros-ministros e chefes de Estado que 4 em 6 dos restantes concorrentes a Belém. E fê-lo com garantido sucesso e respeito das comunidades no mundo.

   Um país doente e empobrecido, mais do que dum político «engelhado» em fim do prazo de validade, ou dum «jovem turco» de filosofias políticas caducas e contra natura, precisa dum médico competente. Fernando Nobre, fundador e dirigente dos Médicos Sem Fronteiras, na Bélgica, mais do que um bom cirurgião é professor de medicina.

   A demagogia e o populismo, quando o embrulho é bem feito, requerem habilidade. Sempre renderam dividendos eleitorais. Para Fernando Nobre só há uma ética. O respeito que esta lhe suscita impede-o de seguir por essa via, a que alguns chamam «experiência política», rebolando-se no «sopro» do 25 de Abril e nas suas memórias felizes (como se tal os ungisse), ou apregoando um passado de suposto fomentar de desenvolvimento e coesão nacional, inexistente nos últimos cinco anos.

   O apoio que a candidatura de Fernando Nobre – abertamente transversal, da esquerda à direita, dos pobres aos ricos, dos jovens aos velhos, dos iletrados aos intelectuais, mas sobretudo entre os que desesperam – tem merecido dos jovens, é a prova mais eloquente de o futuro não se lhes afigurar tranquilo com o eventual sucesso de qualquer das restantes candidaturas. Os frequentadores das redes sociais sabem que assim é. O Facebook, onde está à frente dos opositores, tem sido uma ferramenta de esclarecimento extraordinária.

   E os jovens partem deste país numa média de cem bons crânios em cada mês, para engrandecimento do património intelectual doutros países. Aliás, em termos mais globais, o país atravessou na última década uma perda migratória superior à dos anos sessenta. Quem poderá apaziguar tal desespero revendo-se nas «políticas do nada» próprias da trajectória dos restantes candidatos a Belém?

   Fernando Nobre estará no distrito de Leiria na tarde do dia 19 de Janeiro, passando por Nazaré e Caldas da Rainha.

   Por todas estas razões e por muitas mais, repetimos com plena consciência, em coerência, «Com Nobre a Presidente Portugal será diferente». Porque cada um é dono do seu voto e pode gerar essa diferença. Se alguém com lucidez deixa de votar num momento assim, de grandes dificuldades para o presente e o futuro da sua Pátria, do mundo, que participação cívica teria em momentos de bonança ou fartura?

   Henrique Pinto
Mandatário Distrital por Leiria
da candidatura de Fernando Nobre
13-01-2011
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Comentário de José Peixoto Henriques
14-01-2011 às 18:13
" Um país doente e empobrecido, mais do que dum político «engelhado» em fim do prazo de validade, ou dum «jovem turco» de filosofias políticas caducas e contra natura, precisa dum médico competente". Sr. Doutor, já que da Medecina tambem fez o seu mister, posso compreender o seu entusiasmo. Mas, e desculpe a pergunta de um simples cidadão, como se faz para resolver o problema do desemprego? Receita-se ácido acetil-salicílico? E quando se refere às " ideias voláteis e espúrias de Louçã" não sente alguma nostalgia dos tempos em que comunhavam dos mesmos propósitos. Louçã, embora sendo "volátil", o senhor o diz, mantem coerentemente o seu percurso. Nada de importante, suponho, para quem defende que todos os que andam na política são iguais. Opiniões...
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