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Edição Nº 197 Director: Mário Lopes Segunda, 13 de Março de 2017
Em carta ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa
JSD Lisboa - Área Oeste exige requalificação
do terminal rodoviário do Campo Grande
  
  Militantes da JSD no terminal rodoviário do Campo Grande
A JSD Lisboa - Área Oeste enviou uma carta ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa a exigir a requalificação do terminal rodoviário do Campo Grande. Este terminal, local de passagem para tantos habitantes da região Oeste (e, nomeadamente, para jovens) em deslocações de trabalho, estudo, lazer ou outros, encontra-se actualmente, de acordo com a JSD, num estado de conservação altamente negativo, com nível de degradação evidente e que exige mesmo que os utentes recorram a chapéus-de-chuva para se protegerem da chuva, dos "pombos" ou até (se tiverem sorte) de partes da cobertura do terminal (onde ela ainda existe) que por vezes cedem.

   Dados esses sinais de degradação clara, e ainda outros aspetos de insuficiência do local, a JSD Lisboa - Área Oeste procurou expor junto da Câmara Municipal de Lisboa a necessidade urgente de requalificar o espaço, se se pretende oferecer verdadeira qualidade de vida às pessoas, apostar seriamente na mobilidade e nos transportes e precaver danos na saúde dos utentes do terminal.

   Carta endereçada à CML

"Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Não está a chover e o dia nem é dos piores de inverno, mas nem assim seria uma boa ideia estar no Terminal Rodoviário do Campo Grande desprevenido de um chapéu-de-chuva. É que, não obstante não ser o fator condições climatéricas (vulgarmente, o “tempo”) que nesta ocasião para nós poderia constituir-se prejudicial, a ausência dos ditos chapéus poderia levar a que o dia de algum dos jovens da fotografia começasse com o infortúnio de sofrer com aquilo de que os inocentes pombos culpa nenhuma têm. E, imagine-se, o cenário fosse diferente: chuva, muita ou pouca; pois bem, nessa situação, além do especial cuidado com os amigos animais que Lisboa tão bem conhece, esperar pelo autocarro exigiria destes jovens uma de duas opções: apanhar chuva, ou fugir dali! E, acrescente-se finalmente, num dia de “tempo” mesmo mau, nem os chapéus, nossos melhores amigos nesta conversa, seriam suficientes para deter uma eventual queda ou projeção de (mais) uma parte da estrutura do terminal.

O terminal rodoviário do Campo Grande, em Lisboa, é um dos polos mais importantes ao nível dos transportes e mobilidade na cidade de Lisboa. O dito terminal, é centro de mobilidade dos próprios habitantes da cidade, mas também de muitos outros que, não residindo no Município de Lisboa, aí trabalham, estudam e/ou encontram diversos serviços e outros que satisfaçam as suas necessidades correntes ou pontuais; é o caso de milhares de residentes na comummente designada região Oeste. Não descurando nem uns, nem outros, embora movidos pela denúncia da situação por parte dos habitantes dos Municípios cujo território constitui a circunscrição da atividade da secção distrital da Juventude Social Democrata de Lisboa – Área Oeste (são eles: Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras), a referida secção vem, desta forma, alertar para o problema e exigir uma solução para o mesmo que se traduza na requalificação de um terminal altamente degradado, degradação essa que se traduz em prejuízos para o bem-estar, qualidade de vida e saúde das pessoas que o frequentam. Todos esses prejuízos advêm da inexistência de uma cobertura completa e em boas condições sobre todo o terminal (em diversas zonas, ela não existe; noutras, permite infiltrações; noutras ainda, poderá – à semelhança do já ocorrido no passado – vir a ceder).

Mais a mais, além de todas as vertentes negativas associadas ao estado da cobertura do terminal, é igualmente denunciável a inexistência de bancos suficientes e em estado de boa conservação a utilizar pelos passageiros que no local aguardam pelo respetivo transporte, a inexistência de uma casa de banho pública que sirva esses mesmos passageiros (bem como os que sejam utentes do Metropolitano de Lisboa e que por ali passem – estação “Campo Grande”), e o deficiente sistema de informação aos passageiros, nomeadamente, em aspetos como a identificação dos terminais, a exposição dos percursos e horários das operadoras cujas carreiras ali efetuam paragens, entre outros.

Concluindo, salientamos a importância do local em questão numa cidade, numa região, num país e até numa Europa que se quer com elevados índices de mobilidade e prestadora de um bom sistema de transportes públicos à população. Destacamos igualmente as demais consequências gravosas de índole pessoal que qualquer indivíduo frequentador do espaço pode sofrer fruto do estado da infraestrutura (e que explicitámos anteriormente). E, em face disto, requeremos uma resposta que solucione os problemas enunciados, através da requalificação de um dos mais importantes centros de transportes, mobilidade e comunicação de Lisboa, utilizado também por um elevado número de pessoas oriundas da “região Oeste” e, de entre as quais, jovens.”
13-03-2017
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