| Com Mangorrinha, Cristina Ramos e Horta e Rui Gonçalves |
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| Movimento Viver o Concelho promove debate “Que memória para a SECLA?” |
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 Cartaz A Associação MVC – Movimento Viver o Concelho realiza o evento “21 às 21”, convidando Jorge Mangorrinha (moderador) e Cristina Ramos e Horta e Rui Gonçalves (oradores) para fazerem uma reflexão e promoverem o debate: “Que memória para a SECLA?”. A iniciativa desenrolar-se-á no dia 21 de outubro, às 21h, na sede da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, na Rua Almirante Cândido dos Reis, junto à Praça da República.
A incerteza quanto ao futuro do património cerâmico da SECLA que ainda subsiste e o recente projeto de transformação da área da Fábrica 1 que está em análise na Câmara Municipal justificam um debate sobre o tema.
Nesta sessão, estarão na mesa dois arquitectos e uma museóloga. Jorge Mangorrinha é doutorado em Urbanismo, com pós-doutoramento em Turismo, professor universitário e quadro da Câmara Municipal de Lisboa e Rui Gonçalves exerce como profissional liberal, depois de ter sido funcionário da SECLA até ao seu encerramento. Ambos foram vereadores da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, o primeiro com os pelouros do Planeamento Urbanístico, Património e Termalismo, entre 2002 e 2005, o segundo sem pelouro, durante o mandato passado. Cristina Ramos e Horta é doutorada em História (especialização em História da Arte) e ex-directora do Museu da Cerâmica.
A SECLA, Sociedade de Exportação de Cerâmica Lda - Faianças Artísticas, foi uma das principais produtoras e exportadoras da cerâmica caldense. Criada, em 1947, por Joaquim Alberto Pinto Ribeiro, a SECLA afirmou-se, desde o início, como uma empresa inovadora, apostando numa produção moderna e dando primazia ao design. Os seus produtos foram exportados, tanto a louça de uso doméstico, como a louça decorativa. Perfazem, neste ano, 10 anos sobre o seu encerramento (2008).
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| 20-10-2018 |
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