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Edição Nº 207 Director: Mário Lopes Sábado, 6 de Janeiro de 2018
O destaque vai para a inauguração oficial da remodelada Escola Básica do Painho
Feriado Municipal do Cadaval vai ter dois dias de atividades comemorativas
  
                       Bandeira do Concelho do Cadaval
O Município do Cadaval promove, nos dias 13 e 14 de janeiro, as comemorações do 120.º Aniversário da Restauração do Concelho (Feriado Municipal – 13 de janeiro). Entre os diversos eventos de âmbito cultural e desportivo que compõem o programa festivo, o destaque vai, este ano, para a inauguração da requalificada Escola Básica do Painho.
  
   O Feriado Municipal, ocorrendo este ano ao sábado, voltará a iniciar-se com o Hastear da Bandeira, pelas 09h30, com acompanhamento musical pela Banda da Associação Filarmónica e Cultural do Cadaval. Acontecendo junto aos Paços do Concelho, reúne habitualmente a presença de diversos representantes autárquicos e de outras entidades locais.

   Uma hora depois, tem lugar a Prova de Atletismo – Corta-mato, a decorrer no Parque de Lazer (junto à Biblioteca Municipal do Cadaval). As inscrições para participação decorreram nas respetivas escolas, para alunos do 1.º e 2.º Ciclos, envolvendo os escalões Petizes, Traquinas e Benjamins. A Câmara Municipal atribuirá troféus aos três primeiros classificados de cada escalão, assim como medalhas de participação aos restantes participantes.

   Para as 11h00, está agendada a Inauguração da Exposição de Rua "Vida e Obra de Rafael Bordalo Pinheiro”, na Biblioteca Municipal do Cadaval.

   Trata-se de uma mostra itinerante, proveniente do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, que integra quatro painéis acerca da vida e obra do ceramista. A exposição poderá ser visitada até 29 de janeiro, no horário habitual da Biblioteca (08h30-17h30, segunda a sexta).

   Segue-se, no cartaz comemorativo, pelas 12h00, a Eucaristia pelos Beneméritos do Concelho, a ter lugar na Igreja Matriz do Cadaval.

   Pelas 16h00, acontece a inauguração da recém-remodelada Escola Básica de 1.º Ciclo com Jardim de Infância do Painho, cujas aulas arrancaram já dia 3 de janeiro, para cerca de meia centena de crianças. A cerimónia, aberta ao público em geral e presidida por José Bernardo Nunes, presidente da Câmara, contará com a especial presença do delegado regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, Francisco Neves.

   A remodelação e ampliação da antiga escola primária teve como meta a sua adequação às exigências contemporâneas de um edifício escolar, bem como a junção, àquele complexo escolar, do jardim-de-infância, que se encontrava em instalações da sede da Junta de Freguesia de Painho e Figueiros.

   No dia seguinte (domingo), pelas 15h00, a Biblioteca Municipal recebe a apresentação do segundo livro de poesia de António Belo, intitulado "Os meus Olhares". O autor cadavalense, de 73 anos, (reformado bancário e natural de Alter do Chão) estreou-se em 2015, com o lançamento, também na biblioteca, do livro “Foi por ti”, coleção de poemas dedicados à já desaparecida esposa, Ilda Belo.

   O programa festivo do Feriado Municipal terminará nessa tarde, pelas 16h30, na Igreja Matriz do Cadaval, com nova edição do Concerto de Natal, iniciativa do Grupo Coral do Cadaval.
  
   O porquê da celebração da Restauração do Concelho

   A 26 de Setembro de 1895, por decreto do Governo, era extinto o concelho do Cadaval, sendo as então nove freguesias que o compunham anexadas aos quatro concelhos limítrofes: Alenquer, Azambuja, Óbidos e Rio Maior.

   Ao concelho de Alenquer couberam as freguesias de Cadaval e Vilar; ao concelho de Azambuja acoplaram-se as freguesias de Cercal, Lamas e Peral; ao de Óbidos foram unidas as freguesias de Pêro Moniz e Vermelha; e ao concelho de Rio Maior atribuíram-se as freguesias de Alguber e Figueiros (que incluía Painho).

   Após muitas disputas, algumas ações populares e diversos atos políticos, o concelho do Cadaval foi finalmente restabelecido a 13 de Janeiro de 1898.

   A última década do século XIX constitui, portanto, um período marcante na história do concelho do Cadaval já que, em apenas três anos, o município do Cadaval viu-se desfeito e restaurado, com todas as freguesias que antes lhe pertenciam.

   Fonte: SC|CMP
06-01-2018
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