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Edição Nº 215 Director: Mário Lopes Segunda, 12 de Novembro de 2018
Colóquio Ibero-americano de Património Cultural do Vinho
Especialistas internacionais focam importância do enoturismo no Museu do Vinho de Alcobaça
  
   Colóquio Ibero-americano de Património Cultural do Vinho
Uma das conclusões extraídas do Colóquio Ibero-americano de Património Cultural do Vinho, no dia 10 de novembro, no Museu do Vinho de Alcobaça, sob o tema “Enomemórias & Enoturismo: Os Territórios Culturais do Vinho. Paisagem, Museus, Comunidade” foi que os diversos agentes envolvidos no setor (entidades governamentais, produtores e operadores turísticos) devem saber trabalhar em concertação para valorizar e rentabilizar o chamado enoturismo, dado ser o vinho um dos maiores patrimónios nacionais. Outra conclusão foi que esta vertente do setor turístico, em exponencial crescimento a nível global, depende da capacidade e no investimento na preservação do património vinhateiro que cada região consegue realizar.

   O colóquio contou com cerca de 40 participantes entre os quais especialistas no setor oriundos de Portugal, Espanha e Brasil, nomeadamente Ivane Fávero, Presidente da Associação Internacional de Enoturismo, Joaquin Fernandez, vice-Presidente da Associação de Museus do Vinho de Espanha e José Arruda, secretário-geral da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV).

   Durante o debate destacou-se a grande diversidade de projetos relacionados com o património cultural do vinho que estão a aparecer a uma escala internacional, desde museus, centros interpretativos, espaços temáticos, paisagens interpretadas (percursos e vinhas), entre outros.

   Para garantir a sustentabilidade de todos estes projetos, é necessária uma grande solidariedade entre os mesmos. Neste contexto, as experiências no Brasil e em Espanha, que foram apresentadas durante o colóquio, são um bom exemplo de conduta a ter em conta pela Rede de Museus Portugueses do Vinho, cuja coordenação, recorde-se, está a cargo do Museu do Vinho de Alcobaça desde fevereiro de 2016.

   Os próximos desafios da RMPV passam pela criação de uma estrutura única de informação e de apoio técnico aos diversos espaços museológicos pertencentes à rede, com vista ao alargamento desta a uma escala ibérica e internacional.

   Para o presidente da Câmara de Alcobaça Paulo Inácio, presente na sessão de abertura do colóquio, “o Museu do Vinho tem percorrido um trajeto de evolução muito positivo e representa bem o grande potencial enoturístico do concelho de Alcobaça. Uma vez que pertencemos à Região de Vinhos de Lisboa, temos aqui uma boa oportunidade para afirmar cada vez mais a nossa tradição vitivinícola junto do turismo de massa da capital, cuja capacidade, afirmam os especialistas, poderá entrar em ponto de saturação.”
 
   Fonte;: GRPP|CMA
12-11-2018
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