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Edição Nº 121 Director: Mário Lopes Terça, 23 de Novembro de 2010
Abertas as inscrições para o concurso
Concurso Internacional de Música de Câmara Cidade de Alcobaça volta a premiar talentos
    


Rui Morais, Paulo Inácio e António Rosa

   A cidade de Alcobaça vai receber de 10 a 15 de Abril de 2011 o II Concurso Internacional de Música de Câmara “Cidade de Alcobaça”. As inscrições já se encontram abertas, até 15 de Fevereiro de 2011, sendo o anúncio dos grupos escolhidos para as meias-finais comunicado no dia 1 de Março. O CIMCA é organizado de forma conjunta pela Câmara Municipal de Alcobaça e pela Academia de Música de Alcobaça (AMA). 

   As linhas gerais do II Concurso Internacional de Música de Câmara “Cidade de Alcobaça” foram apresentadas no dia 22 de Novembro em conferência de imprensa que se realizou no pequeno Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça João d'Oliva Monteiro, e que contou com a presença de Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, António Rosa, director artístico do concurso e Rui Morais, director da Academia de Música de Alcobaça.

   O CIMCA será dividido em duas categorias: a categoria “Sénior”: para grupos que não excedam em média os 30 anos de idade e a categoria “Júnior”: para grupos que não excedam em média os 20 anos de idade. O Concurso consiste em três fases: pré-selecção por DVD, prova eliminatória e prova final. O valor da inscrição é de 85 euros por cada membro do escalão “Sénior” e de 60 por cada membro do escalão “Júnior”.

   Relativamente aos prémios, os vencedores da categoria “Júnior” receberão o Prémio Fundação Inatel, no valor de 3000€ + Concerto no Cistermúsica (2012) e Centro Cultural de Belém (2012); o 2º prémio será 1500€ e o 3º prémio de 1000€. Na categoria “Sénior” o 1º Prémio será de 5000€ + Concerto no Cistermúsica (2012), Centro Cultural Belém e “Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura”; o 2º prémio será de 2500€ e o 3º prémio de 1500€. Todos os concorrentes receberão um diploma de participação e os premiados certificados correspondentes à sua classificação.

   Na edição de 2011 o júri do CIMCA será constituída pelos seguintes elementos: António Rosa (Director Artístico), Hugo Assunção, Pedro Burmester, Alexandre Delgado, António Oliveira, Gunter Pfitzenmaier (Staatliche Hochschule für Musik – Karlsruhe) e Luis Fernando Pérez Herrero (Escuela Superior Reina Sofia, Madrid).

   O CIMCA tem como objectivos, por um lado, divulgar a Música de Câmara e por outro colmatar uma lacuna nacional no que se refere a eventos que premeiem o mérito de músicos e grupos nacionais e também estrangeiros capazes de encarar o nosso País como uma possibilidade de lançarem a sua carreira, celebrando ainda o talento, a criatividade e a capacidade dos jovens músicos.

   Segundo a organização do CIMCA, a credibilidade do Concurso assenta num conjunto de virtudes que começam pela tradição histórica que a Música tem no Concelho de Alcobaça, mas, essencialmente, pela qualidade e distinção do júri que tem a árdua missão de avaliar as prestações de todos os grupos.

   Após “o sucesso” da primeira edição, “acreditamos que é possível consolidar o projecto, pelo que apresentamos novos parceiros e patrocinadores que nos ajudaram na manutenção dos prémios que achamos de grande relevância artística e financeira”, referiu o director artístico. António Rosa realçou e agradeceu ainda “a continuidade da aposta e o apoio neste projecto único em Portugal”, que “vai superar a primeira edição em termos artísticos.”

   O director artístico referiu também que o II Concurso Internacional de Música de Câmara “Cidade de Alcobaça” sofreu pequenas alterações no sentido de melhorar a competição. O CIMCA sofre assim alterações no tempo de duração das provas, que diminuem alguns minutos; no número máximo de elementos de cada grupo que passa de 12 para 8 e no júri que este ano conta com nomes internacionais como o alemão Gunter Pfitzenmaier e o espanhol Luis Fernando Pérez Herrero

   Por sua vez, Rui Morais referiu que a primeira edição do CIMCA “superou as expectativas” e que o objectivo da organização é “melhorar edição após edição”. O responsável da AMA salientou que inicialmente o concurso seria anual, mas que, por várias circunstâncias, se decidiu que passaria a bienal.

   Rui Morais admitiu que não foi possível crescer em termos orçamentais, pelo que a organização manteve os prémios monetários. O responsável adiantou que a AMA passou a receber cerca de 27.900 euros do Ministério da Cultura, ao contrário dos 36 mil euros que recebia anteriormente para a realização deste evento, do Cistermúsica e das actividades do serviço educativo, pelo que a verba estatal atribuída este ano ao concurso será de 10 mil euros. Segundo Rui Morais, só com “o apoio da Câmara foi possível que os cortes que sofremos não se reflectissem no concurso.”

   Por sua vez, Paulo Inácio reconheceu que estamos com sinais dos tempos difíceis e em resultado disso houve uma diminuição das verbas atribuídas pelo Ministério da Cultura, pelo que “a CMA não é alheia a essa verdade e os cortes vão ocorrer em todas as áreas.”

   Apesar da crise, o autarca referiu que “já havia compromissos do município” pelo que “tínhamos que assegurar este evento com qualidade”, pois a autarquia “assume claramente a música em Alcobaça como um sector estratégico para o município. Segundo Paulo Inácio, “se há algo que nos orgulha é a qualidade dos nossos músicos e das instituições que contribuem para a qualidade desses músicos.”

   Paulo Inácio considerou que “seria quase criminoso não continuar este trabalho e se não mesmo melhorá-lo”, por isso a “Câmara não pode ser alheia a todo este esforço e vai continuar a olhar a música como sector estratégico”, apesar de ser necessário “optimizar mais os recursos”, através da procura de parceiros de forma a “aumentar a qualidade com menos recursos económicos.” Para isso, o Município irá tentar candidatar o concurso ao QREN ou mesmo ao programa da Associação Rota do Património da Humanidade.

   Organizado de forma conjunta pela Câmara Municipal de Alcobaça e Academia de Música de Alcobaça, o Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça -CIMCA tem um orçamento de 40 mil euros, sendo 10 mil euros da AMA, 10 mil euros da Câmara Municipal, além de apoio logístico, 3 mil euros da Fundação Inatel e os restantes 17 mil euros provenientes das inscrições e dos restantes apoios privados. 

   Para mais informações sobre o concurso consulte www.cimca.eu
23-11-2010
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