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Edição Nº 141 Director: Mário Lopes Terça, 17 de Julho de 2012
Opinião
Poupar … Nas férias
       


Inês Tristão Ouro

   Quando chega o calor e a palavra de ordem é a crise, o primeiro passo é ponderar e analisar muito bem o estado do orçamento familiar e o rendimento disponível para as férias e não se esquecer que tem de esticar também para o regresso às aulas.

O ideal é poupar o máximo para pagar as despesas a pronto ou socorrer-se de meios de pagamento sem juros. Para não gastar demasiado nas suas férias há que planeá-las com antecedência, pois se começar a pensar nelas uns meses antes, terá uma maior margem para fazer as escolhas certas. Por outro lado, muitas vezes até podem surgir grandes promoções de última hora, é estar atento. Considere todas as questões importantes, nomeadamente o destino e a época em que pode viajar de acordo com o orçamento disponível. E seja flexível quanto à disponibilidade temporal, pois habitualmente, os meses antes ou depois de Agosto são um pouco mais económicos. Quanto maior for a distância da época alta, maior poderá ser o montante poupado.

   No caso de não recorrer a transporte privado para deslocação e utilizar outro, como o por exemplo o avião, adquira simultaneamente a viagem de ida e regresso, pois geralmente são aplicados descontos.

   No entretanto, os conselhos básicos: evitar almoçar ou jantar fora todos os dias, faça por exemplo uma refeição quente e outra mais leve que pode levar para a praia ou viagem; leve um pequeno kit de medicamentos e primeiros socorros; se levar o carro procure gasolineiras com um preço mais baixo e ateste; trace o itinerário, contabilize o combustível e portagens com antecedência; controle a mesada dos filhos, deixe claro que têm que a gerir para que dê até ao final das férias e leve alguns mantimentos, em época alta e em destinos muito turísticos pode sair mais caro.

   Se, mesmo assim, não consegue reunir dinheiro para a viagem de sonho e pondera recorrer ao crédito, considere as modalidades de pagamento mais baratas.
   Tenha atenção, sobretudo no Verão, as agências de viagens multiplicam-se em ofertas de pacotes de férias. Se encontrou o que procurava e a agência não cobra juros pelo pagamento em prestações, esta pode ser uma boa opção. Mas fique atento ao preço das viagens com “0% de juros”, pois nem sempre é sinónimo de pacote mais barato. Antes de contratar, pergunte o preço em várias agências e faça contas.

   Alguns bancos e sociedades financeiras também concedem créditos para viagens, mas quase nunca compensam. Regra geral, os prazos, os montantes e as taxas de juro são mais elevados do que nas agências.

   Outra forma de fazer férias sem juros é usar o cartão de crédito e liquidar a dívida nos 20 a 50 dias seguintes. Contudo, esta modalidade fica limitada ao valor do crédito disponibilizado pelo banco (plafond). A maioria associa também pacotes de seguros, que cobrem alguns imprevistos. As coberturas mais importantes são assistência em viagem, despesas de tratamento e acidentes pessoais.

   Antes de recorrer à opção do crédito, calcule muito bem o peso que este novo pedido vai ter no seu orçamento familiar e tenha atenção à sua taxa de esforço ((prestações/rendimentos)x 100) que não deve ultrapassar os 40% do rendimento médio mensal.

   Inês Tristão Ouro
   DECO Santarém

   Para outros esclarecimentos os leitores interessados, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da Delegação Regional de Santarém da DECO na Rua Pedro de Santarém, 59, 1.º Dir.º, 2000-223 Santarém (Tel.: 243 329 950); deco.santarem@deco.pt
17-07-2012
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