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Edição Nº 95 Director: Mário Lopes Domingo, 21 de Setembro de 2008
Com a instalação “O Bairro”
Alberto Vieira vence Grande Prémio da 7ª Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande
   


Allberto Vieira junto à sua obra premiada

Alberto Vieira, com a instalação “O Bairro”, foi o vencedor do Grande Prémio da 7ª Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande- Prémio Pintor Fernando de Azevedo. O artista plástico de Braga é um participante habitual no maior mostra de arte da região, tendo já alcançado uma Menção Honrosa na 4ª Bienal, em 2002 e o Prémio Especial do Júri na 6ª Bienal, em 2006. A sessão de atribuição dos prémios teve lugar durante a cerimónia de inauguração, no dia 19 de Setembro, tendo o júri atribuído ainda quatro menções honrosas e um Prémio Especial do Júri ao artista algarvio Miguel Cheta, com a instalação "Annealing Point".

   As menções honrosas atribuídas pelo júri, constituído pela pintora Emília Nadal e pelo escultor José João Brito, presidente e vice-presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes, respectivamente, pelo pintor Jaime azinheira, professor aposentado da Faculdade de Belas Artes do Porto, pela escultora Luísa Gonçalves, presidente da direcção da Cooperativa Árvore e pelo consultor técnico vidreiro António Noivo, foram as seguintes:

1º Menção Honrosa - Simão Matos, com “Mística Criação”.
2ª Menção Honrosa – Catarina Machado, com a obra “Rafael Side”
3ª Menção Menção – Teresa Almeida, com “Amorfismos Metafísicos”
4ª Honrosa Honrosa – Nélson Solas, com a obra “Sem título”.

 
   


 “Sem título” de Nélson Solas

Estiveram presentes na cerimónia de entrega de prémios o director regional de Cultura do Centro, António Pedro Pita, o governador civil de Leiria, Paiva de Carvalho, o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Alberto Cascalho, o representante do patrocinador, a empresa Gallo Vidro, SA., Álvaro Nobre e a professora da Faculdade de Belas artes de Lisboa, Cristina Azevedo Tavares, filha do pintor Fernando Azevedo, a quem coube que proferiu a conferência inaugural. Presentes na plateia estiveram ainda os embaixadores da Bulgária, Timor-Leste e arábia Saudita e o encarregado de negócios do Senegal.

   Inauguração ensombrada pela ausência do artista homenageado

   


Alberto Vieira com as individualidades
presentes na cerimónia de inauguração

A inauguração foi ensombrada pela ausência do homena- geado desta 7ª Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande, o pintor marinhense Guilherme Correia, devido à morte do filho na véspera, vítima de doença prolongada.  Paulo Correia era, como o pai, também pintor. A homenagem a Guilherme Correia foi assim adiada para o dia 19 de Outubro. 

   O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande sublinhou que “sendo a expressão artística, nas suas diversas áreas, a mais elevada forma de realização do ser humano, contém esta Bienal múltiplos significados para a comunidade marinhense. Desde logo, constitui uma forma de afirmação e partilha da nossa identidade colectiva, a qual é indissociável da história da indústria vidreira da Marinha Grande, da extrema dureza do trabalho do trabalho do vidro, da constante luta pela sobrevivência e dignidade desta arte. Este tem sido o terreno em que sucessivas gerações de marinhenses têm moldado os traços fundamentais da nossa matriz cultural.”

   


Alberto Cascalho entregando o Prémio
Especial do Júri a Miguel Cheta

Alberto Cascalho sublinha que “a Bienal é, assim, uma forma de homenage- armos e preservarmos a memória de todos aqueles que, desde tenra idade, percorreram os difíceis caminhos da arte de trabalhar o vidro, mas é também uma forma de desbravar novos caminhos.”

   O autarca lembrou que “ao ter como lema “O Vidro na Arte, a Arte no Vidro”, a Bienal visa incentivar a criação artística, não só na abordagem simbólica do vidro, mas, mais do que isso, na incorporação física deste material de enorme plasticidade nas obras dos novos artistas, tanto na pintura como na escultura. Tal objectivo tem dado lugar tanto à apresentação de um número crescente de trabalhos que incorporam o vidro como à realização de belíssimas experiências de artistas portugueses e de outros países, algumas das quais têm decorrido na Marinha Grande com a valiosa colaboração de diversas entidades, às quais dirigimos o nosso agradecimento, nomeadamente, CRISFOR e EPAMG.”

   


Obra de Guilherme Correia retratando o filho

Alberto Cascalho conclui que “tem sido desta forma possível realizar a simbiose entre a tradição e a inovação, o trabalho e a arte, condição indispensável para assegurar a continuidade, não só da Bienal como da própria arte de trabalhar o vidro.”

   No entanto, o autarca deixou também uma mensagem de preocupação sobre as extremas dificuldades que o sector vidreiro atravessa. “às entidades que superiormente tutelam a área da Cultura, pedimos a atenção e especial apoio à Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande” e “às entidades que superiormente conduzem os destinos do País e da nossa economia, apelamos para que mobilizem os meios e adoptem as medidas necessárias à preservação e fortalecimento deste sector, do qual depende parte importante da economia local e regional. 

   A inauguração da 7ª Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande- Prémio Pintor Fernando de Azevedo contou ainda com a estreia nacional do espectáculo de teatro de sombras “Tempestade”, pelo Theatre of Glass, uma parceria entre a companhia inglesa PuppetLink e os SA Marionetas, de Alcobaça. A Bienal, que tem como director artístico o artista plástico João Luiz Costa, prossegue até 19 de Outubro, no Parque Municipal de Exposições da Marinha Grande. 

   Consulte aqui o programa da Bienal 
21-09-2008
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