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Edição Nº 220 Director: Mário Lopes Terça, 5 de Março de 2019
Vereadora Sónia Colaço contesta decisão da Junta de Freguesia
Os Verdes chocados com novo abate de árvores em Almeirim
    
                   Sónia Colaço
No mês em que se assinala o Dia Mundial da Árvore, Os Verdes depararam-se com o que consideram “mais uma situação chocante de um abate incompreensível de árvores em Almeirim.”

    Este abate a eito, ocorrido na rua Canto do Jardim onde se localiza o centro de saúde da cidade e a Escola Básica da P3 vai deixar o acesso de entrada na escola e no centro de saúde e o parque de estacionamento, completamente desprotegidos do sol. Mesmo que as árvores venham a ser substituídas de imediato, o ensombramento desta rua não existirá no próximo verão, pois as árvores levam o seu tempo de crescimento até darem sombra.

    Logo que tomou conhecimento da situação e depois de verificar no local, a vereadora ecologista, eleita pela CDU, Sónia Colaço, confrontou de imediato a maioria PS na reunião pública de Câmara Municipal com a situação. A resposta foi mais do que insatisfatória, tendo a causa apontada para este “massacre” sido as raízes das árvores e a responsabilidade da decisão e do ato atribuída à Junta de Freguesia de Almeirim.

   Para Os Verdes, mesmo que o abate fosse imprescindível, o que não parece pois a razão evocada não se justifica do lado do centro de saúde e da escola, o abate nunca deveria ser feito a eito, mas sim progressivamente, dando tempo a que as novas árvores crescessem.

    A vereadora ecologista ainda questionou para quando a execução da replantação das árvores que foram abatidas na EN 114, no troço entre Almeirim e Alpiarça. No relatório elaborado pelo ICNF e transmitido à autarquia é referido que o melhor período para a replantação das árvores situa-se entre final de 2018 e início de 2019. Ora, Sónia Colação recorda que “estamos em março e não há quaisquer sinais de se estar a proceder à replantação das árvores na EN 114.” Também constatou que as espécies a replantar são as mesmas que foram abatidas, pelo que o problema das anteriores não era a sua espécie mas sim as más práticas realizadas com podas muito acentuadas que trouxeram consequências para o estado fitossanitário das árvores.

    Este é um assunto importante, até porque têm sido várias as recomendações aprovadas na Assembleia Municipal de Almeirim, apresentadas pelos eleitos da CDU, para que a Câmara promova um melhor ambiente e qualidade de vida para os seus cidadãos, através da aposta das espécies autóctones, mais adequadas e adaptadas ao nosso clima, para a plantação de jardins, espaços verdes ou como neste caso, em alinhamento de estradas.

   Fonte: GI|PEV
05-03-2019
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