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Edição Nº 223 Director: Mário Lopes Quarta, 3 de Julho de 2019
Em carta dirigida ao ministro do Ambiente e da Transição Energética
Câmara da Batalha exige do Governo avanços na despoluição da bacia hidrográfica do Lis
  
      João Pedro Matos Fernandes
O presidente da Câmara Municipal da Batalha, Paulo Batista Santos, em ofício dirigido ao ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, reclama a urgente apresentação de um modelo de execução do projeto de tratamento dos efluentes suinícolas (ETES) e de despoluição da bacia hidrográfica do Lis, como tinha sido garantido às autarquias da região até março de 2018.

    “Volvidos mais de 15 meses face à data inicial apresentada pelo Governo, afigura-se-nos incompreensível a ausência de respostas por parte do Ministério do Ambiente, sobre o modelo de gestão do projeto de tratamento dos efluentes suinícolas com recurso às ETAR existentes no subsistema do Lis, porquanto o problema ambiental persiste e dispomos de registos recentes de descargas ilegais de afluentes suinícolas que confirmam o agravamento da situação”, pode ler-se na missiva dirigida esta semana ao titular da pasta do Ambiente.

    O autarca da Batalha preconiza que a construção de uma ETES constitui um projeto-chave para a despoluição dos cursos de água da bacia hidrográfica do Rio Lis, bem como representa um investimento indispensável para a sustentabilidade da atividade suinícola na região.

    Recorda ainda que já existe um projeto considerado viável pelo setor, de “Conceção, Construção e Exploração da Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas na Região do Lis”, com uma estimativa orçamental inicial de cerca de 10 milhões de euros, suscetível de revisão em baixa e suportado pelas tarifas a cobrar junto das explorações que produzem afluentes.

   “O Ministério do Ambiente tem conhecimento que subsiste um elevado caudal de efluentes suinícolas que não conhece qualquer tratamento e invariavelmente a região de Leiria é fustigada pelas descargas ilegais, com graves consequências ambientais para os recursos hídricos, mas também do ponto de vista da saúde pública e do bem-estar das populações, pelo que ninguém compreende ou aceita que a situação persista sem uma enérgica atuação das entidades públicas e até judiciais”, acrescenta o edil da Batalha.
 
    Fonte: MB
03-07-2019
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