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Edição Nº 84 Director: Mário Lopes Sexta, 5 de Outubro de 2007
Marinha Grande
Barros Duarte não comparece na reunião de Câmara para apresentar renúncia ao mandato

   


Reunião de Câmara de 4 de Outubro

O ainda presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, João Barros Duarte, não compareceu à reunião de Câmara do dia 4 de Outubro, marcada para as 9h30, para a qual estava prevista a apresentação da sua renúncia ao mandato autárquico. A ausência deixou embaraçado todo o Executivo, admitindo-se agora a hipótese da renúncia, anunciada pelo PCP, não acontecer. Segundo informações da autarquia, o actual presidente encontra-se a gozar um período de férias, que termina no dia 5 de Outubro. A reunião foi presidida pelo vice-presidente Alberto Cascalho.

     Alberto Cascalho confirmou aos jornalistas que estava prevista nesta reunião a apresentação da renúncia do ainda presidente da Câmara Municipal, desconhecendo o motivo da ausência de Barros Duarte, uma vez que este permanecia incontactável nessa manhã. Oficialmente, o presidente esteve de férias.

    A situação no interior do Executivo é volátil, com Alberto Cascalho, que esteve presente da conferência de imprensa do PCP da Marinha Grande em que se anunciou a intenção de Barros Duarte de renunciar ao mandato, a admitir desconhecer se a decisão teve o aval da direcção do PCP nacional.

    A eventual saída de João Barros Duarte implicará a entrada do nº 4 da lista da CDU, Sérgio Moiteiro, presidente do Sindicato dos Vidreiros. Alberto Cascalho informou que, a concretizar-se a renúncia do presidente, terá que ser convocada uma reunião extraordinária, dado que os pelouros terão de ser redistribuídos. 
 
    João Paulo Pedrosa considerou o facto do presidente não ter aparecido na reunião de Câmara um “espectáculo triste.” O vereador do PS voltou a falar de fraude eleitoral, uma vez que “o Partido Comunista apresentou um candidato que assumiria o mandato até ao fim e, ao fim de pouco mais de um ano, decidiu substituí-lo por outro. Do meu ponto de vista, não o candidataram porque tinham medo de perder”, afirmou João Paulo Pedrosa, acrescentando que “se o sucessor indigitado pelo Comité Central do Partido Comunista respeitar as leis da democracia, deve convocar eleições.”

05-10-2007
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