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Edição Nº 215 Director: Mário Lopes Sábado, 8 de Dezembro de 2018
Valor de 0,75 para empresas com um volume de negócios anual inferior a 150 mil euros
PSD contesta aplicação da derrama a pequenas empresas e comerciantes tomarenses
  
            Paços do Concelho de Tomar
A maioria socialista do executivo camarário de Tomar aprovou a introdução de uma taxa do imposto municipal derrama em 2019 com um valor de 0,75 para empresas com um volume de negócios anual inferior a 150 mil euros, ou seja, a esmagadora maioria das empresas instaladas no concelho. O PSD manifesta, em comunicado, o seu desacordo com o fim da isenção até agora em vigor, pois “para além do impacto financeiro que terá junto das PME e comerciantes tomarenses, é um sinal que contraria aquela que deveria ser a atuação municipal junto do tecido empresarial: incentivar e apoiar.”

   Além disso, não nos podemos esquecer que Tomar compete com outros municípios à escala regional e nacional para atrair empresas para o concelho. Municípios esses que desenvolvem uma política ativa de crescimento económico, empresarial e de empreendedorismo”, recorda a Comissão Política de Secção de Tomar do Partido Social Democrata, dando os exemplos de Ourém, que investirá 2,6 milhões de euros em 2019 para a instalação da StartUp-Ourém; Abrantes e Torres Novas com espaços de incubação de empresas, TagusValley e StarUp Torres Novas, respetivamente; ou Vila Nova da Barquinha que está prestes a iniciar a construção do seu ninho de empresas tecnológicas.”

   O PSD lamenta que no concelho de Tomar a governação socialista decida “castigar as empresas locais”, claramente em contraciclo, perdendo-se assim “oportunidades que não voltam. Esta aplicação de mais uma taxa às pequenas e microempresas do concelho, muitas delas familiares, é mais um obstáculo para quem já tem que lidar com vários custos, a começar no custo insustentável dos combustíveis, promovido pela governação nacional socialista.”

   Segundo a Comissão Política de Secção de Tomar do Partido Social Democrata, “custa ainda mais compreender a aplicação de mais este imposto às empresas quando o valor que se estima de receita poderia ser facilmente poupado em gastos desmedidos da gestão corrente do Município.”
08-12-2018
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