CartazEm novembro, o Museu de Leiria festeja 101 anos de vida e o 3.º aniversário desde a abertura das suas novas instalações com quatro dias de festa. Os festejos abrem dia 10, com a conferência ‘Comceptcon 2018: Na fronteira”, que decorre entre as 10 e as 19 h. No dia 15, às 18h30, o Museu abre para uma visita guiada, seguindo-se, às 21h30, ‘showcases’ com a associação Why Portugal. No dia 16 de novembro, às 18 h, é feita a apresentação da coleção Boneco Rebelde. Finalmente, dia 17 de novembro, às 16 h, realiza-se a oficina pedagógica O Rebelde do Lapedo.
O Museu
 Cartaz Ano após ano, a qualidade do Museu de Leiria tem sido reconhecida com sucessivos prémios, de que são exemplos a conquista do Prémio de Marketing Cultural, atribuído pela APOM - Associação Portuguesa de Museologia em 2018, Prémio Siletto do Fórum Europeu dos Museus em 2017, o prémio de Melhor Trabalho sobre Museografia na cerimónia de atribuição dos Prémios Nacionais de Museologia 2016, uma menção honrosa no prémio de Melhor Museu e outra menção honrosa no domínio da Acessibilidade Física entregue pela associação Acesso Cultura.
Ideia surgida ainda em tempos da monarquia liberal, o museu ficou a dever a sua concretização aos esforços persistentes de Tito Larcher (1865-1932), que tomaram forma no Decreto de 15 de novembro de 1917, com a criação do Museu Regional de Obras de Arte, Arqueologia e Numismática de Leiria.
Em 2006 iniciou-se o processo que devolve à vivência da Cidade o Convento de St.º Agostinho, monumento construído a partir de 1577 (a igreja) e 1579 (o complexo conventual), e agora habitado pelo novo Museu de Leiria, desde 15 de Novembro de 2015. O programa museológico, que se procurou participado, enquadra para além do acervo do antigo museu, as coleções artísticas municipais e a reserva arqueológica, constituindo o fulcro da rede de museus concelhios, aberta à Cidade e ao seu território.
O Museu de Leiria organiza-se em dois espaços expositivos. No primeiro apresenta-se uma exposição de longa duração que faz uma leitura geral da história do território, propondo um caminho, necessariamente sumário, por entre a rica e densa floresta de objetos, acontecimentos e mitos, que definem uma identidade central do País. No segundo espaço, que lhe é complementar, são apresentadas exposições temporárias que permitem aprofundar temáticas e coleções específicas.
Este espaço constitui uma autêntica janela aberta sobre a memória de um território longamente habitado que, à entrada do século XXI, se revela com um novo olhar sobre uma realidade complexa. Fonte: GRPG|CML
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