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Edição Nº 196 Director: Mário Lopes Domingo, 5 de Fevereiro de 2017
Portugueses dão nota acima da média a estes tipos de motorização
Quota dos veículos híbridos e 100% elétricos
já chega a 2%
  
     Nissan Leaf 100% elétrico fez em Novembro o percurso
                    de 1300 km entre Lisboa e Marraquexe
Em Portugal, a quota de mercado dos veículos 100% elétricos já chega aos 0,7%, um valor bastante próximo de França (1%), país que se destaca na venda deste tipo de viaturas. No caso dos veículos híbridos, a quota de mercado em Portugal é de 1,3%. Estes valores vão ao encontro da opinião positiva que os portugueses têm destes dois tipos de motorização – híbridos (7.4/10) e 100% elétricos (7.1/10) – aos quais atribuem uma nota superior à média dos 15 países analisados no mais recente estudo do Observador Cetelem.

   Ainda assim, são os veículos com motor a diesel que reúnem a nota mais alta atribuída pelos automobilistas portugueses (7.8/10), um valor bastante superior ao da média dos 15 países que fazem parte do estudo (6.6/10).

   De acordo com o estudo, a questão da autonomia e as limitações das infraestruturas de carregamento são um dos principais motivos que impedem os modelos elétricos de ultrapassarem completamente as energias tradicionais (gasóleo e gasolina).

   Para os portugueses, os veículos a gasolina ocupam a quinta posição (6.3/10), atrás dos veículos movidos a biocombustível e flex-fuel (6.4/10), evidenciando como os condutores nacionais têm uma pior opinião dos automóveis a gasolina do que os restantes quinze países analisados (6.6/10). Por fim, posicionam-se os veículos a gás (GLP/GNV), aos quais os portugueses atribuem a classificação mais baixa (6.2/10).

   «As preferências em relação aos tipos de motorização amigos do ambiente já se começam a manifestar no crescimento das quotas de mercado dos veículos total ou parcialmente elétricos e tudo indica que estão a influenciar o futuro do parque automóvel nacional. Surge aqui uma dupla vantagem: por um lado, a poupança no consumo, muito importante para os consumidores, por outro, os benefícios ambientais», comenta Pedro Ferreira, diretor da área automóvel do Cetelem.

   As análises e previsões deste estudo foram realizadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos quantitativos aos consumidores foram conduzidos pela TNS Sofres, em junho de 2016, em quinze países – África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos da América, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia. No total, foram inquiridos mais de 8.500 proprietários de automóveis.

   Para mais informações: www.cetelem.ptwww.oobservador.pt
 
   Fonte: Multicom 
05-02-2017
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