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Edição Nº 196 Director: Mário Lopes Terça, 14 de Fevereiro de 2017
Com exposição de fotografia de António Júlio Duarte
Coleção de arte contemporânea Figueiredo Ribeiro mostra-se ao país a partir de Abrantes
   
    António Júlio Duarte, Maria do Céu Albuquerque e Pedro
Gadanho estiveram presentes na inauguração  da exposição
António Júlio Duarte expõe pela primeira vez em Portugal, na QuARTel da Arte Contemporânea de Abrantes – Coleção Figueiredo Ribeiro, o conjunto integral das fotografias que refletem a síntese de 10 anos de trabalho em Macau, no ambiente luxuoso e exótico dos casinos.

   A exposição “White Noise” foi inaugurada no dia 11 de fevereiro e vai estar patente ao público até 29 de abril de 2017, de terça a sábado, entre as 10h00 e as 12h30 e das 14h30 às 19h00.

   Entre outros convidados, e público, estiveram em Abrantes Pedro Gadanho, diretor do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) e António Cachola, colecionador de Arte Contemporânea, cuja coleção está instalada no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).

   Esta data marcou também a adoção uma nova filosofia da Galeria Municipal de Arte (no antigo Quartel de Bombeiros) que, depois de 20 anos ao serviço da valorização das artes e da qualificação de públicos em Abrantes, passa a acolher permanentemente a Coleção Figueiredo Ribeiro que pela primeira vez é disponibilizada ao público, a partir da cidade de Abrantes.

   O colecionador Fernando Figueiredo Ribeiro explicou que escolheu Abrantes para “residência” permanente da sua coleção de arte, passando a integrar um novo projeto museológico de arte contemporânea em Portugal, motivado pelo “entusiasmo” na valorização dessa arte e “pela dinâmica cultural” que a Câmara Municipal está a fortalecer.

   A presidente da Câmara sublinhou que esta dinâmica vai permitir enquadrar uma ação mais ampla e mais concertada com os projetos educativos das escolas e outras instituições de ensino. Maria do Céu Albuquerque notou ser este um contributo essencial para o desenvolvimento cultural e social, bem como para a formação de diferentes públicos que vão ter oportunidade de contactar com uma coleção de arte contemporânea em permanente renovação.

   Fonte: GC|CMA
14-02-2017
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