| Câmara Municipal pretende ampliar a base de forma a incluir um centro de formação |
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Porto de Mós já tem Centro de Meios Aéreos e pode ter a primeira escola nacional do fogo |
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 Helicóptero tipo B2 vai atacar a primeira fase dos incêndios A Base de Reserva de Alcaria passou, no dia 3 de julho de 2018, a ter a denominação de Centro de Meios Aéreos de Porto de Mós, tendo a partir desta data e até 30 de setembro um meio aéreo no local, em permanência. A cerimónia de receção do helicóptero B2 contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, Jorge Vala, do Comandante Operacional Distrital da ANPC, Carlos Guerra e do capitão João Fernandes, dos GIPS. O meio é de primeira intervenção, ou seja, atua numa primeira fase do incêndio, visando a sua extinção antes que tome proporções maiores, é de tipologia "B2", tem um balde com capacidade de cerca de 800 litros de água e pode transportar uma equipa helitransportada, neste caso cinco elementos do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR.  Carlos Guerra, João Fernandes e Jorge Vala O responsável da Proteção Civil distrital destacou, ainda, que a presença deste meio aéreo em Alcaria "permite também a sobreposição em freguesias, em zonas mais críticas, quer com o helicóptero de Pernes [distrito de Santarém], quer com o helicóptero de Pombal", podendo fazer-se uma 'task force' de dois helicópteros em simultâneo no ataque inicial aos incêndios. O agora Centro de Meios Aéreos de Porto de Mós está certificado para qualquer tipo de voo, de modo que, é objetivo da Câmara Municipal de Porto de Mós ter um meio aéreo durante todo o ano em Alcaria e permitir que a helipista seja usada como centro de apoio a outro tipo de viaturas aéreas para apoio à proteção civil ou emergência médica, pois a localização geográfica justifica esta situação.  Autarquia quer o meio aéreo todo o ano em Alcaria O presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, Jorge Vala, referiu, ainda, que pretende ampliar a base de forma a incluir um centro de formação e criar condições para a instalação da primeira escola nacional do fogo, estando em estudo um projeto de cerca de 500 000,00€ que permitirá criar as condições necessárias para a criação deste centro de formação. Fonte: GC|CMPM
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| 11-07-2018 |
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