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| 50 produções atraíram mais de 8500 espetadores |
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| Cistermúsica em edição “erudita e popular” bate recorde de público |
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 Cuarteto Casals Foram 32 dias de intensa programação, numa edição marcada por grande afluência de público e que registou muitos concertos esgotados, contabilizando-se mais de 8500 espetadores em 50 produções, quase o dobro do público registado na edição passada. Para a organização, “é o espelho de um trabalho ao longo de muitos meses que permitiu manter a grande qualidade artística de programação de música erudita, mas também introduzir propostas diversificadas como jazz e fado” que cativaram novos públicos. De relevar também “a melhoria muito significativa nas condições de acolhimento, que proporcionou excelentes condições, amplamente elogiadas pelo público e pelos artistas nacionais e internacionais”, acrescenta o diretor-executivo Rui Morais.
Os 50 programas artísticos fizeram jus ao mote deste ano, “Erudito e Popular”, e agradaram a públicos bastante diversificados, com uma notória assistência de espetadores de origem estrangeira. O grande palco da Cerca do Mosteiro de Alcobaça recebeu grandes concertos que ficarão na memória coletiva, como o do norte-americano Kronos Quartet ou a Gala Lírica pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, que arrebatou uma calorosa plateia na noite do último sábado.
É possível afirmar que o Festival aproximou o grande público, não só à música clássica, como também ao património. Ao longo do mês, outros espaços do Mosteiro receberam dezenas de espetáculos que fizeram de Alcobaça local de peregrinação e de celebração da música, da dança e de outras artes. O encerramento desta edição deu-se com um magnífico e inesquecível concerto pelo Cuarteto Casals, no domingo, dia 28.
Festival deixa marca em mais 13 concelhos e angaria cada vez mais reconhecimentos
 Orquestra Filarmónica Portuguesa A programação cultural de excelência aliada ao património e baseada, não só em Alcobaça, mas também numa rede nacional cada vez mais descentralizada e acessível, é já uma marca distintiva do Festival, que tem percorrido outros territórios, de norte a sul do país. Com a Rota de Cister, o festival esteve, este ano, presente em monumentos cistercienses como o Mosteiro de Lorvão (Penacova), o Mosteiro de São Bento de Cástris (Évora), o Mosteiro de Arouca e o Convento das Bernardas (Lisboa).
Pela primeira vez, o Cistermúsica também chegou a outros territórios com que Alcobaça tem afinidade, como é o caso de Coimbra e Batalha, cidades que também integram a lista de Sítios Património Mundial da UNESCO na região Centro, o que permitiu dar palco e virar os holofotes para o património histórico, no caso, da Universidade de Coimbra e do Mosteiro da Batalha, potenciando a sua fruição em contexto cultural.
Na senda desta descentralização cultural, o Festival também levou programação artística diferenciadora a outros municípios da região Centro e Oeste, como Batalha, Porto de Mós, Marinha Grande, Peniche, Caldas da Rainha e Leiria, territórios que, no âmbito da Candidatura de Leiria a Capital da Cultura, integram a Rede Cultura 2027 e consideram favorável esta partilha de criações e de recursos artísticos e culturais.
O mérito do Cistermúsica tem sido amplamente reconhecido pelos relevantes parceiros, dos quais se destacam a Direção-Geral do Património, a Turismo do Centro e a OesteCIM, mas também pelo público, pela crítica especializada e, particularmente, pela concessão do Alto Patrocínio da Presidente da República, uma prova do efetivo contributo do Festival para o desenvolvimento cultural, económico e social desta região.
Fonte: GC|AMA
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| 31-07-2019 |
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