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Edição Nº 80 Director: Mário Lopes Quarta, 6 de Junho de 2007
“O Esplendor das Árias de Ópera do Barroco”
Grupo “Músicos do Tejo” em estreia mundial
no 2º aniversário do Centro Cultural do Cartaxo

     


Marcos Magalhães

O Centro Cultural do Município do Cartaxo comemora, no dia 9 de Junho (sábado) às 21h30, o seu segundo aniversário com o espectáculo “O Esplendor das Árias de Ópera do Barroco”, interpretado pelos “Músicos do Tejo”, grupo de música antiga liderado pelo cravista Marcos Magalhães. Como solistas estarão a soprano Ana Quintans e o cravista Marcos Magalhães. A entrada é livre. 

          A proposta para o 2º aniversário do Centro Cultural passa pela música barroca. Violinos, cravo e a voz da consagrada soprano Ana Quintans irão transportar o público para uma das épocas musicais mais fecundas, revolucionárias, influentes e importantes da música ocidental.

       "Músicos do Tejo" é um novo agrupamento de música antiga, que integra músicos de craveira internacional dirigidos por Marcos Magalhães, um dos cravistas com maior curriculum em Portugal. Este grupo irá trazer belas árias de ópera que continuam a conquistar, tantos anos passados, todos os amantes de música.

Músicos do Tejo:
Violino 1 - Álvaro Pinto
Violino 2 -  Luís Santos
Viola - Paul Wakabayashi
Violoncelo – Paulo Gaio Lima
Oboé - Luís Marques
Fagote – Carolino Carreira
Cravo e direcção - Marcos Magalhães

Soprano - Ana Quintans

CURRICULUM ANA QUINTANS

    Ana Quintans nasceu em 1975 e concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas - Escultura (FBAUL) em 1998. Estudou Canto na EMCN na Classe de José Manuel Araújo que terminou em 2004. No Atelier de Ópera desta escola interpretou o papel de Belinda na ópera "Dido and Aeneas" de Henry Purcell; Pamina na ópera "A Flauta Mágica" (versão cantada em português) de Mozart; excertos do papel de Anne Truelove na ópera "The Rake's Progress" de Stravinsky e interpretou Lisetta na ópera "Il Mondo della Luna" do compositor português António Avondano.

       Em 2001, participou no Workshop de Música e Artes Plásticas La Musique des Mémoires com a compositora Claire Renard na Fundação Calouste Gulbenkian. Desde 2002 colabora como solista no projecto Orquestra do Real Conservatório de Lisboa (ORCL) dirigido pelo violinista Álvaro Pinto e orientado para a interpretação de Música Antiga, tendo participado em diversos concertos em Portugal e também no Festival Culturel Européen de Rouen (França) em Março de 2003.

    Tem participado desde 1999 em "masterclasses" com Mercè Obiol, Maria João Serrão, Jill Feldman, Ketil Haugsand (ORCL), Chiara Banchini (ORCL), Sarah Walker, Verena Wachter, Tom Krause, Elisabete Matos e Graham Johnson. Frequentou o Curso de Verão OPERAPLUS em 2002, 2003 e 2004 (Siew-Tuan com diversos maestros, pianistas e encenadores (David Miller, Christopher Gould, Jeff Clarke, Ronny Lawers entre outros). Ganhou em 2003 o Vera Rozna Scholarship Award e em 2004 o Temple Square Concert Award juntamente com a Mezzo-soprano Inês Madeira e o tenor Christopher Turner.

      Apresentou-se na qualidade de solista na Fantasia Coral de Beethoven (2002) dirigida por Cesário Costa com a Orquestra do Algarve em Tavira; no "Stabat Mater" de Domenico Scarlatti (2003) dirigido pelo Maestro Paulo Brandão na Basílica da Estrela em Lisboa; e no Festival Internacional de Orgão 2004 num programa dedicado a Carlos Seixas dirigido por Teresita Marques Gutierrez.

      Foi membro-reforço do Teatro Nacional de São Carlos na temporada 2003/2004. Interpretou Pamina na ópera "A Flauta Mágica" de Mozart com direcção de José Manuel Araújo e encenação de Jorge Listopad, na Quinta da Regaleira (2002); interpretou no Festival Musicatlântico 2003 nos Açores os papéis de Primeira Dama e Primeiro Rapaz na ópera "Die Zauberflöte" de Mozart, dirigida por José Manuel Araújo e encenada por Jorge Vaz de Carvalho.

      Interpretou o papel de Scoiattolo na ópera "Lo scoiattolo in gamba" de Nino Rota - uma produção inserida no âmbito do Curso de Encenação de Ópera da Fundação Calouste Gulbenkian, sob a direcção de João Paulo Santos e com encenação de Erica Guimarães. Em Janeiro de 2005, interpretou em Lyon o papel de Amore na ópera "L'Incoronazionne di Poppea" de Claudio Monteverdi, numa produção da Opera de Lyon dirigida pelo Maestro William Christie e pelo encenador Bernard Sobel.

CURRICULUM MARCOS MAGALHÃES

       Nascido em 1973 em Lisboa, é diplomado pela Escola Superior de Música de Lisboa e pelo "Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris" onde obteve, em 1999, o Premier Prix, tanto em cravo como em Baixo-contínuo. Tendo iniciado o estudo do cravo com Cremílde Rosado Fernandes aos l0 anos de Idade, Marcos Magalhães veio a estudar com Ketil Haugsand, Kenneth Gilbert, Christophe Rousset, Kenneth Weiss e Françoise Marmin. Foi bolseiro do Governo Francês (de 1995 a 1998) e da Fundação Gulbenkian (de 1998 a 2000).

      Tendo feito a sua estreia profissional, a solo, por convite do Maestro Atalaya em 1994, Marcos Magalhães tem desenvolvido intensa actividade concertística tanto em Portugal como no estrangeiro: com o Ensemble Barroco do Chiado na Temporada Gulbenkian, Festa da Música - CCB, nos festivais de Espinho, Mafra, Encontros com o Barroco do Porto e no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém; com outros agrupamentos ("Orphée et Caetera") - concertos em Paris, Bratislava, festival "les Baroquiales" em Nice e no festival dos Capuchos.

    Participou em várias produções de ópera e integrou a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Barroca da União Europeia em variadas ocasiões. Recentemente, tocou com o Ensemble Barroco do Chiado a convite da Fundação Oriente na Índia (Nova Deli, Goa e Bangalore) e Sri Lanka (Colombo). Desde Janeiro de 2004 é membro associado da Orquestra Metropolitana.

06-06-2007
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