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Edição Nº 213 Director: Mário Lopes Sexta, 28 de Setembro de 2018
Projeto foi um dos vencedores da edição de 2017 do Orçamento Participativo de Portugal
Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos deverá abrir em abril de 2019
  
Maria João Domingos, Humberto Marques e Ana Rita Martins
O Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos deverá abrir portas em abril de 2019. A informação foi avançada por Ana Rita Martins, da LPN - Liga para a Proteção da Natureza, entidade promotora do projeto, durante uma sessão de apresentação pública do projecto que decorreu no dia 25 de setembro, no Auditório da Casa da Música em Óbidos. O Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos foi um dos projetos vencedores da edição de 2017 do Orçamento Participativo de Portugal, tendo sido cotado com uma verba de 97.800 euros para o seu desenvolvimento e implementação.

   O Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos surge de uma parceria entre os municípios de Caldas da Rainha e Óbidos, da associação “Conselho da Cidade” e da LPN - Liga para a Proteção da Natureza. Marcaram presença na sessão a vereadora do Ambiente do Município de Caldas da Rainha, Maria João Domingos; o presidente do Município de Óbidos, Humberto Marques, e a representante da LPN - Liga para a Proteção da Natureza Ana Rita Martins.

   Na sua intervenção, Humberto Marques destacou o trabalho conjunto das duas autarquias ao longo dos anos, porque “o que importa é aquele território” e “tudo temos feito para que aquele ecossistema continue vivo e bem vivo, mas nem sempre as notícias são as melhores”, afirmou. Para garantir a continuidade do ecossistema têm sido efetuadas dragagens desde 1995, de forma a evitar o fecho da ligação ao mar. .

   O presidente da Câmara Municipal de Óbidos recordou que existem “dezenas de estudos com um diagnóstico tão bem feito da Lagoa de Óbidos”, questionando então “porque é que o paciente continua doente?” Segundo o edil, “é necessário dar vida e potenciar aquele espaço do ponto de vista turístico sem esquecer os que vivem daquele ecossistema”. Humberto Marques defendeu que se deve “apostar no turismo, mas não num turismo de massas”, admitindo que este Centro pode ser “o alicerce a partir do qual podem nascer outros projectos”.

   Segundo Ana Rita Martins, o projecto teve início em maio de 2018, pelo que “esperamos que a inauguração do Centro Interpretativo possa ter lugar em abril de 2019”, sendo certo que “ficará localizado na freguesia da Foz do Arelho”, em instalações cedidas pelo município das Caldas da Rainha, entidade que será responsável, depois do prazo de terminar, em outubro de 2019, pela implementação do centro e manutenção do edifício. Por sua vez, o Município de Óbidos, será responsável pela divulgação das ações a desenvolver ao longo do projecto.

   Segundo Ana Rita Martins, o Centro de Interpretação será o resultado de “um conjunto de estruturas, equipamentos e outras valências informativas e interativas disponíveis ao redor da lagoa” visando “implementar um conceito inovador, dinâmico e de proximidade”, mas também promover ações educativas, debates, visitas, estudos académicos, ações dirigidas ao turismo de natureza e experiências com ligação ao centro interpretativo.

   Na reunião realizada em Óbidos, onde participaram mais de meia centena de pessoas, a preocupação principal é a “sobrevivência da Lagoa” bem como “a resolução do problema da poluição”. Muito do público presente mostrou-se “esperançado” com a criação do Centro e espera que este “se mantenha em funcionamento muito para além da duração do projeto”.

   O Centro de Interpretação para a Lagoa de Óbidos foi um dos projetos vencedores da edição de 2017 do Orçamento Participativo de Portugal na área da Ciência e conta com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, contando com um orçamento de 97.800 mil euros.

   O Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos será constituído por um edifício onde estará presente uma exposição permanente alusiva à Lagoa, um espaço para encontros e debates e um quiosque digital. Além disso, serão colocados ao longo da Lagoa painéis informativos que “servirão de pontos de encontro e locais de atividades”, explicou Ana Rita Martins.

   Mónica Alexandre
28-09-2018
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