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Edição Nº 70 Director: Mário Lopes Domingo, 27 de Agosto de 2006
Victor Camoezas
Eu e o Lopes
  Chegou ao meu conhecimento que num café do centro de Figueiró comentando-se a presença de Inspectores da Polícia Judiciária numa investigação de suspeita em corrupção, peculato e abuso do poder, relacionado com financiamentos da campanha eleitoral ao P.S. nas últimas autárquicas do qual o deputado Lopes, cá da paróquia é o principal visado, houve logo conterrâneos ( poucos ) que apontaram o dedo como tivesse sido eu o denunciante.

A massa cinzenta do cérebro das pessoas é delas , a sua capacidade de ajuizar é livre, mas englobo nestes meus pressupostos alguns pormenores, pelo facto de não me conhecerem verdadeiramente como sou perante a sociedade, terem  ideias de  má fé, uma grande falta de pensar ( raciocínio ) , adorarem as questiúnculas entre conterrâneos e a metáfora – olha para o que eu digo mas não olhes para o que eu faço .

A minha actuação nas últimas eleições autárquicas foi somente como cidadão e socialista em resumir-se apenas a um passo – VOTAR .

Desconheço portanto frontalmente a matéria que está a ser investigada.

Todavia se tivesse chegado ao meu conhecimento o mais leve rumor desta situação, fazia o que habitualmente tenho feito . Peço informações ao Presidente da Comissão Política da Secção Local do Partido Socialista e daria conhecimento, como o faço noutras ocasiões, aos Dirigentes e Estruturas Nacionais e Distritais do P.S. de que sou filiado – 115 dias antes do 25 de Abril – 01.01.1974 pormenor este que já tive ocasião de mencionar num apontamento crítico que fiz ao Lopes, portanto 8 meses e meio após o congresso da Associação Socialista Portuguesa em 19 de Abril de 1973, na cidade de Bad Munstereifel na Alemanha com a presença de 27 congressistas Portugueses e que deu lugar ao hoje Partido Socialista.    

Mais ainda, seria uma tontaria da minha parte, sem ter provas fundamentadas, ( até porque não tenho acesso ) em fazer queixa a um Departamento policial dependente do Ministério da Justiça, do qual o seu titular Alberto Costa foi o cabeça de lista nas eleições legislativas pelo círculo de Leiria do P.S. donde o deputado Lopes foi eleito.

Existem como é do conhecimento geral dos Figueiroenses há mais de 10 anos divergências políticas muito graves e discordâncias pela forma como via a actuação do deputado Lopes pois este tudo fez para me achincalhar até se tornar o “ testa de ferro “ da secção socialista de Figueiró descambando ao ataque pessoal em levar o meu filho Paulo á barra dos Tribunais por escritos políticos de opinião na comunicação social, processo ainda a correr os seus trâmites .

Mas ao contrário de outros “ democratas “ que estão no poder representando o Partido Socialista como independentes em lugares autárquicos sobretudo no nosso concelho, não os vi quando a 26 de Abril de 1974 abandonei o meu posto de trabalho durante oito meses para estar graciosamente ao serviço do Partido e do sindicato , de que resultou um processo disciplinar e consequente despedimento da entidade patronal onde trabalhava nessa altura há 6 anos, valendo-me a anulação do despedimento graças ao empenho do Secretário de Estado do Ministério do Trabalho Carlos Carvalhas, e acabando por ser reformado ao fim de 25 anos de actividade nesta empresa  .

Mas continuando a dar conhecimento, do que é sabido pelos socialistas, nunca mandei para a comunicação social apontamentos sobre o deputado Lopes, sem que previamente não desse a conhecer  aos Dirigentes e Estruturas Nacionais e Distritais do Partido Socialista, assim como a socialistas de renome e meus amigos pessoais .

Mais ainda quando tive conhecimento da inclusão do Lopes em ser incluído na lista do P.S. a candidato a deputado pelo nosso Distrito , usei dos mesmos meios fazendo um relatório pormenorizado aos possíveis e graves prejuízos que podiam advir da sua eleição .

Mas o deputado Lopes “ grande lutador de protagonismo pessoal “ como recentemente se viu, ao fazer publicitar com fotografias de “artista “, e de forma ridícula no meu entender, dar conhecimento na comunicação social não ser um dos mais de metade parlamentares que faltaram naquela célebre quinta-feira de Páscoa na Assembleia da República .

Actualmente a profissão do Lopes é ser deputado com vencimento, subsídios, senhas de presença, ajudas de custo e outras benesses pagas pelo orçamento do Estado em que todos os portugueses contribuem, por isso estar no trabalho não é mais do que a sua obrigação.

Mas mais recente vem com cartas dirigidas aos jornais carpindo a birra em dizer não ter sido convidado para o içar da bandeira azul na praia fluvial de Aldeia de Ana de Avis o que se veio a comprovar ser mentira da sua parte, pois recebeu um ofício da Presidência da Câmara, esteve presente embora optando pelo esconde – esconde, o que á partida pressupõe querer arranjar um facto político e protagonismo   .

 O deputado Lopes cá da paróquia até se provar as suspeitas que nele recaem é inocente, mas não se livrou do tal protagonismo que tanto desejava,  infelizmente  de forma negativa , com notícias na comunicação social escrita e on-line, diária com destaque de uma página e chamada de atenção na 1ª página do jornal de maior circulação na imprensa portuguesa - o Jornal de Notícias que foi o 1º. a noticiar este caso, jornal este do qual em tempos o Lopes foi correspondente, em semanários e regionais, nas três estações de televisão  em rádios nacionais e locais, atingindo um lugar de autentica VEDETA .

 Aguardamos pois, os próximos capítulos.

 VICTOR CAMOEZAS
Figueiró dos Vinhos

27-08-2006
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