 Cartaz Uma lebre alimentada a biberão, um melro branco, um cão que falava, entre muitos outros acontecimentos, deram origem à expressão Terra dos Fenómenos. "Este é o tempo de escrever o que deve ser contado” é a ideia que deu mote à publicação do livro “Fenómenos do Entroncamento – A História das Estórias”, com o apoio da Câmara Municipal do Entroncamento, sob a coordenação de Paula Carloto de Castro. O livro vai ser apresentado no dia 30 de novembro, pelas 18h00, no renovado Cineteatro S. João, no Entroncamento. A obra, que contou com a colaboração de Manuela Poitout e de Manuel Fernandes Vicente, explica como surgiram os primeiros fenómenos no Entroncamento, na década de 50 do século XX. Os relatos e as notícias, que se tornaram virais a nível nacional e nos EUA, garantiram fama mundial numa época em que as redes sociais eram simplesmente as tertúlias, as conversas de café e os jornais em papel. Da colaboração entre jovens artistas locais, envolvendo as associações e clubes da cidade, nasceu a ideia de contar a história das estórias dos Fenómenos do Entroncamento através da música. A canção inédita, assinada por Pedro Dionísio, músico que coordenou a iniciativa, já tem um videoclipe oficial que será apresentado durante o evento.
O ator Carlos Cunha, dos Comédia à la Carte, vai ser o anfitrião desta festa que pretende criar momentos de contacto entre diferentes gerações unidas no mesmo propósito: conhecer melhor o passado para entender o presente e projetar o futuro dos “Fenómenos do Entroncamento”.
Esta é a oportunidade de conhecer melhor os “Fenómenos do Entroncamento”, de que muitos falam, mas poucos se lembram, e que constituem uma parte importante da história e memória coletiva de Portugal. Um ex-libris que perdura até aos dias de hoje, através dos textos dos jornalistas Eduardo O. P. Brito e Antero Fernandes, perpetuados nos desenhos gravados na louça, em peças de vidro e cerâmica, graças ao génio empreendedor de António Carloto. No dia 30 de novembro, vamos saber como tudo aconteceu.
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