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Edição Nº 126 Director: Mário Lopes Domingo, 10 de Abril de 2011
Filipe Matias Santos
Tempo de exigência
   


Filipe Matias Santos

Confesso que, até há bem pouco tempo, nunca me tinha passado pela cabeça que o meu país pudesse vir a ter de socorrer-se de ajuda externa. Que o país tivesse recorrido ao FMI no seguimento da revolução de 74 compreende-se em função das profundas alterações e da instabilidade que o país, então, sofreu.

   Mas não há nenhuma boa justificação para que em 2011, quase 25 anos volvidos desde a integração europeia, o país não seja capaz de solucionar os seus problemas.
O recurso à ajuda externa (FEEF e FMI) atesta que Portugal, desde há muito tempo, caminhava em sentido errado. Não é coisa de meses, muito menos explicável apenas pela demissão do governo.

   Este é o resultado de políticas errada, assentes num endividamento crescente, que se traduziram no contínuo aumento da despesa pública. O país não aguentou o imparável aumento do número de pessoas que trabalham no sector público. Não aguentou um país onde, com frequência, algumas “corporações” conseguiram sempre impor medidas que levaram ao crescimento da despesa. Um país onde o dinheiro era gasto sem grande critério e sem disciplina.

   Temos, pois, de mudar de vida. Precisamos de compreender e interiorizar que, por culpa daquelas políticas erradas, será necessário um esforço adicional por parte de todos os portugueses que ainda o podem fazer. Vai ser a doer, mas não há outro caminho, como já se percebeu.

   Acredito que o CDS, que crescentemente vem contando com a colaboração de bons técnicos, irá apresentar boas propostas; ideias que sejam capazes de indicar um rumo para o país.

   Não é conhecido ainda esse programa mas acredito que o mesmo passe por medidas de redução da despesa, tais como a reforma da organização territorial do Estado – que passa pela diminuição do exagerado número de autarquias locais – a fusão e extinção de institutos e organismos do Estado e, obviamente, travar a fundo nos projectos do TGV e do novo aeroporto de Lisboa. Acredito que serão avançadas medidas capazes de criar condições para o crescimento económico, apoiando as PMEs.

   O que é pedido aos portugueses é que construam uma grelha comparativa das propostas e, sem preconceitos ou clubismos, escolham o partido em função das propostas e dos agentes que as protagonizam. Para que no dia 5 de Junho não deixem de tomar uma opção: um voto consciente e informado.

   Filipe Matias Santos
10-04-2011
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