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Edição Nº 225 Director: Mário Lopes Sábado, 21 de Setembro de 2019
FENPROF contesta decisões da direção da escola do Louriçal
Instituto D. João V ataca redução de turmas colocando professores em situação de layoff
   
     Logótipo do  Instituto D. João V
A FENPROF realiza esta segunda-feira, dia 23 de setembro, à porta do Instituto D. João V, no Louriçal, uma conferência de imprensa, com a presença do secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira, e da coordenadora nacional do sector, Graça Sousa, bem como de dirigentes regionais do SPRC, Anabela Sotaia e Vitor Gomes, além de professores deste colégio que poderão relatar a situação em que se encontram, resultantes de um processo de layoff, com redução do horário de trabalho e corte proporcional do valor dos salários, que chega a atingir, em alguns casos, os 800 euros.

   A Federação Nacional de Professores acusa os donos de colégios com contrato de associação, onde se inclui o Instituto D. João V, do Louriçal, de, durante largos anos obterem grandes lucros e acumularem enormes fortunas à custa dos direitos dos seus trabalhadores.

   A FENPROF reconhece que, num momento em que, por força da redução, e bem, do número de turmas financiadas pelo Estado a esses colégios, estes têm menos turmas e menos alunos, necessitam de menos pessoal docente e não docente. “Acontece que, apesar desta nova situação, a direção do Instituto D. João V pretende continuar a manter as suas margens de lucro, não olhando a meios para o conseguir. Competiria, neste caso, à direção do referido colégio cumprir a lei e negociar com os trabalhadores um processo de rescisão ou desencadear um processo de despedimento, com o pagamento das devidas indemnizações aos trabalhadores, refere a FENPROF.

   A Federação Nacional de Professores acusa o proprietário, António Calvete, ex-deputado do PS, de criar uma situação incomportável e de exercer “chantagem sobre os trabalhadores, para que estes cessem o contrato por sua iniciativa, prescindam das indemnizações por rescisão ou despedimento e, dessa forma, não onerem a conta bancária deste conhecido empresário, o qual, soube-se recentemente, possuía barras de ouro escondidas na banheira, que foram adquiridas, provavelmente, à custa dos salários e dos financiamentos que recebeu, durante anos, com a cumplicidade de sucessivos governos.”
21-09-2019
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