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Edição Nº 196 Director: Mário Lopes Quinta, 2 de Fevereiro de 2017
Tremor de terra sentiu-se bastante também na Batalha, Minde, Alcanena, Leiria e Alcobaça
Sismo de 3.7 com epicentro em Porto de Mós fez-se sentir em toda a região
  
                    Mapa da zona sísmica (Fonte: IPMA)
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera registou, na noite de 1 para 2 de fevereiro, a ocorrência de dois sismos, ambos com epicentro na zona de Porto de Mós. Segundo o IPMA, o primeiro sismo foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, às 23h22 com a magnitude 3.7 graus na escala Richter. O segundo registo, no dia 2 de fevereiro pelas 1h36 foi um sismo de magnitude 2.6 graus Richter, réplica do ocorrido às 23h22 do dia anterior, e cujo epicentro também se localizou próximo de Porto de Mós. Ambos os abalos foram sentidos com maior intensidade em Porto de Mós, Batalha, Minde, Alcanena, Leiria e Alcobaça.

   Em declarações ao Tinta Fresca, Sérgio Gomes, da Proteção Civil Distrital de Leiria, referiu que “apesar do alarme que suscitou nas populações da região não houve nenhuma ocorrência a registar”. Segundo o comandante, “houve muitos telefonemas de pessoas preocupadas, mas não houve danos materiais nem pessoais”. De realçar que a maioria dos relatos é de pessoas que sentiram a casa a tremer e alguns móveis, como por exemplo sofás, a deslocarem-se ligeiramente.

   Sérgio Gomes adiantou ainda que não é possível saber o local exato do epicentro mas que as localidades mais abaladas foram Porto de Mós, Batalha, Minde, Alcanena, Leiria, Alcobaça. Segundo o IPMA, o primeiro sismo foi sentido com intensidade máxima IV/V (escala de Mercalli modificada) no concelho de Porto de Mós e o segundo foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) na região da Batalha.

   Aviso Vermelho para Agitação Marítima das 15h às 24h00


   A Proteção Civil Distrital de Leiria apela à população para se resguardar e proteger durante o período em que existe no distrito um Aviso Vermelho para Agitação Marítima das 15h às 24h00. Segundo o comandante Sérgio Gomes, existe uma maior preocupação nas zonas ribeirinhas da região, sendo o acesso interdito durante o período do aviso vermelho. O comandante apela a que as pessoas, movidas pela curiosidade de observar a agitação marítima, não se desloquem para locais que podem ser potencialmente perigosos e colocar as suas vidas em perigo.

   Mónica Alexandre
02-02-2017
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