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Edição Nº 214 Director: Mário Lopes Sexta, 2 de Novembro de 2018
Com votos da CDU e MPM
Câmara Municipal da Marinha Grande chumba Orçamento para 2019
  
Paços do concelho da Marinha Grande
O orçamento da Câmara Municipal da Marinha Grande 2019 foi chumbado, no dia 31 de outubro, em reunião extraordinária, com quatro votos contra (MPM e CDU) e três a favor (PS). Em causa está, sobretudo, a incapacidade do executivo permanente liderado pela socialista Cidália Ferreira de executar obra, uma vez que até 22 de outubro, apenas tinham sido executadas 22,3% das obras orçamentadas.

   “Continuamos sem um plano estratégico, indo ao sabor do vento, sem qualquer visão para o concelho da Marinha Grande”, justifica o Movimento pela Marinha (MPM), salientando que “desde o orçamento de 2014, que vimos insistindo que a realização das obras não depende do orçamento aprovado, mas sim de quem tem capacidade para o executar. Também por esse motivo, o nosso sentido de voto foi sempre contrário à sua aprovação com exceção do orçamento deste ano, aprovado em dezembro passado, onde demos o benefício da dúvida a este novo executivo.”

   “Sem surpresas, e na senda dos anos anteriores, o resultado foi o esperado, temos uma taxa de execução de despesa de capital de 23,3%. Ou seja, o investimento em obras incluídas no orçamento está a menos de ¼ do que era previsto para este ano. Lembramos que à data de hoje, está 80% do ano decorrido. Infelizmente para os marinhenses, comprovou-se que estávamos certos nos anos em que votámos contra o orçamento apresentado e também se confirma que com os mesmos ingredientes, entenda se o executivo PS, obtemos os mesmos resultados.

   Para Aurélio Ferreira, vereador do MPM, “a presidente e os outros vereadores com pelouro não compreendem a importância do orçamento aprovado e adulteram-no permanentemente (vamos na 25.ª modificação orçamental o que não acontece em lugar algum). Deixam de fora obras estruturantes para o futuro da nossa terra, como seja o desenvolvimento das zonas industriais, a criação de variantes que retirem o maior trafego do centro (sobretudo os camiões), a criação de novos equipamentos sociais (envelhecimento, toxicodependência, prostituição, deficiência, juventude).”

   Além disso, outras obras fundamentais vêm em todos os orçamentos dos últimos anos, como a reabilitação da adutora dos Altos Picotes, a Piscina, Parque TIR, saneamento e águas residuais em todo o concelho, o comprometimento para a revisão do regulamento dos apoios, mas não são realizadas.”
02-11-2018
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