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Edição Nº 73 Director: Mário Lopes Segunda, 13 de Novembro de 2006
Leiria
Jornalista Adélio Amaro apresenta livro
“Artur Agostinho: 50 perguntas”

      A editora Folheto Edições e Design apresenta no dia 18 de Novembro, pelas 21h30, na Caixa Agrícola de Leiria o livro “Artur Agostinho: 50 perguntas”, da autoria do jornalista Adélio Amaro. Presentes estarão Artur Agostinho e a representante da Associação "A nossa Âncora", para a qual reverterá parte da receita da venda do livro, entre outras individualidades. Américo Baptista dos Santos, juiz jubilado, é o orador convidado para apresentar a vida e obra de Artur Agostinho.  Acácio Sousa, director do Arquivo Distrital de Leiria, apresentará o livro. A sessão terá a presença do Coral Cantábilis (CGD), da Tum'Acanénica e do Grupo de Fados Entrelinhas.

 O livro

            Segundo a editora, "Artur Agostinho, 50 perguntas" regista uma estimulante conversa de várias horas, reduzida a 50 perguntas e respectivas respostas. A Colecção "50 perguntas", da editora Folheto Edições & Design", é dedicada a grandes figuras que "no carácter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude", como diria Henry Wadsworth Longfellow.

            Contudo, ainda mais do que uma simples entrevista, esta Colecção surge com o objectivo, também, de promover e colaborar com Instituições que lutam por uma verdadeira causa, como é o exemplo da Âncora, para onde reverterá grande parte do lucro das vendas deste livro.

            A simplicidade deste livro é apenas um resumo, traduzido em entrevista, da vida de um Homem que muito deu a Portugal, sem nunca negar a sua Pátria.

    Esta entrevista foi uma conversa aberta, sem nada a esconder, onde jornalista e entrevistado, por várias vezes, falaram de mais de 80 anos de vida de um Homem e de um País. Depois da grande abertura com Artur Agostinho, outros grandes nomes virão enriquecer esta Colecção...

 Artur agostinho: o grande comunicador português

       Quem não se lembra da voz inconfundível de Artur Agostinho? Da maneira genial como relatava um desafio de futebol, transportando o ouvinte para o meio do relvado? O seu goooooooooolo fez história e ainda hoje e amanhã será infinitamente copiado. E a Volta a Portugal em bicicleta onde Artur Agostinho fazia vibrar todo o país acompanhando a caravana dos ciclistas na célebre corrida?... Ou apresentando Amália Rodrigues nos serões da Emissora Nacional com o seu estilo bem disposto, mas distinto, que marcou uma época. Ouço ainda a sua voz, os seus comentários e as anedotas que ficaram na memória de gerações de portugueses.

       O Actor de cinema de “Capas Negras” ou o namorado motorista de Laura Alves em “O Leão da Estrela” imortalizarão a imagem do jovem, que com determinação e talento, conquistou o afecto e a admiração e muito portuguesmente também inveja e ingratidão.

 Extracto do prefácio de Filipe La Féria

 Adélio Amaro

       Nasceu em 1973, em Leiria. Entre vários cursos frequentou “Design da Comunicação” na ESTGAD e “História de Arte do Século XX”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa. Jornalista Profissional, desde 1996, foi director de vários jornais. Actualmente é director do jornal Correio de Leiria e director executivo do jornal Gazeta Lusófona (Suíça). Tem cerca de 4.000 trabalhos publicados em mais de 8 dezenas de jornais e revistas.

        É sócio-gerente da editora Folheto Edições & Design. Já participou em mais de duas dezenas de congressos e acções de formação, em outros tantos países, na Europa, Ásia e América. Com várias intervenções, palestras, prefácios e apresentações já moderou mais de 6 dezenas de lançamentos de livros.

        Além das 14 exposições individuais de pintura e fotografia, em Portugal, Suíça e Japão, presidiu a várias associações sendo actualmente vice-presidente do Elos Clube de Leiria da Comunidade Lusíada Internacional. Foi distinguido pelo Ministério do Ambiente e Volta & Meia, com o “Prémio Especial” pela reportagem de sensibilização ambiental, Lisboa, 1998; Distinguido com as Medalhas e Diplomas de “Reconhecimento ao Mérito” e “Honra ao Mérito”, como Artista Plástico, Poeta e Jornalista, pela Casa-Museu Maria da Fontinha, Além do Rio, Castro Daire, 2004 e 2005; Distinguido com o Diploma e Medalha “Mérito Cultural”, pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, Rio de Janeiro, Brasil, 2005.

        É autor dos seguintes livros: “No Trilho do Pensamento” (Poesia); co-autor de “Rancho da Região de Leiria” (História) e “Roberto Ivens para além dos Açores” (História), sendo também coordenador da Colecção “25 Poemas”, com 24 volumes editados. Apaixonado e investigador dos Açores...

                Associação A Nossa Âncora

            “A Nossa Âncora” é uma associação de pais sem qualquer fim lucrativo nem ligação a alguma corrente filosófica, política ou religiosa. O seu principal objectivo é acompanhar os pais em luto ajudando-os a entender e a transformar uma dor incontornável, para que não se fechem em si mesmos, envoltos em revolta, tristeza ou descrença, e encontrem novos estímulos na vida.

            É preciso que os pais sintam que não sofrem sozinhos, que não foram esquecidos nem são diferentes dos outros, ajudando-os a reencontrar alguma serenidade e a aprender a viver com uma ferida que pode nunca sarar totalmente mas, pode igualmente, incitar a (auto) descobrir qualidades antes adormecidas.

            O número vertiginosamente crescente e assustador de jovens que anualmente perdem a vida no nosso país (cerca de 5.000 dos 0 aos 30 anos), por razões de ordem vária, deixa as famílias que sofrem tal perda totalmente destroçadas. Esta situação leva ao absentismo, ao recurso aos centros de medicina geral e principalmente aos de psiquiatria que são confrontados com problemas muitas vezes sem solução, ao desmembramento total da família onde a dor, acrescida do facto de não haver quem ensine a lidar com ela, é tão grande, que não deixa espaço para o diálogo, compreensão, aceitação do outro, acontecendo o divórcio, a partida dos outros filhos cada um para seu lado e por vezes o suicídio.

            Estes são só alguns dos muitos aspectos que constituem a reorganização pela qual estas famílias têm que passar para poderem de novo integrar-se numa sociedade ocidental onde a morte é um dos principais “tabus”.

            Tendo tido que enfrentar sozinhos a situação que acabámos de descrever um grupo de pais, a exemplo do que se pratica em toda a Europa, E. U. A., Canadá, etc., fundou esta associação sem fins lucrativos, em Janeiro de 1996, que tem por objecto, prestar apoio a pais e irmãos em luto e seus familiares através de auxílio psicológico, sociológico, médico, psiquiátrico, religioso, jurídico e promover iniciativas que possam concorrer para a plena realização dos seus objectivos.

             Fonte: Folheto Edições e Design

13-11-2006
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